1995, Portugal. Estava à venda a
série de 1993 (12º série nos Estados Unidos). Longe de ser completa, uma vez que a
popularidade da marca vinha sendo cada vez menor, fosse por culpa da qualidade
dos acabamentos, direcções tomadas por quem decidia ou opções de marketing. Assim, dos 16 veículos da série regular e, não contabilizando
exclusivos, apenas 6 chegaram a Portugal. O risco era calculado. Em
retrospectiva, para bem dos investidores e mal dos entusiastas de G.I.Joe,
estavam certos. 10 anos depois ainda existiam lojas a tentar vender a 50% (e
até menos) os restos de Street Fighter II e Star Brigade...
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quinta-feira, 18 de janeiro de 2018
quarta-feira, 30 de março de 2011
Personagem do dia: Sci-Fi
Enquanto linha de brinquedos coleccionáveis, G.I.Joe (The) Action Force traçava-se entre o realismo militar e o futurismo. Se por um lado e para gáudio dos fãs por vezes o realismo militar era 90% da figura ou veículo, por outro vezes haviam em quem os 90% eram oferecidos à vertente futurista e em casos até, de aparente e pura ficção científica.
Melhor exemplo que Sci-Fi não há. Desde o nome (Ficção Científica) a todo o seu uniforme, passando pelo seu armamento, tornou-o assim num dos "patinhos feios" da colecção para muitos. Lançado nos EUA em 1986 escapa assim ileso à acusação de Robocop, que apenas chegaria aos cinemas americanos em 1987. No entanto, há quem diga que os designers da Hasbro podem ter tido acesso a protótipos do "super-polícia" e assim esculpindo a cabeça da figura. Mas são mitos urbanos sem qualquer prova concreta. A Portugal, chegou em 1988 com o 2º catálogo.
Sci-Fi era especializado em infantaria e electrónica, embora armado com uma arma laser que o fazia ao olhos da maior parte de nós, um personagem à parte e que muitas vezes ficava de parte também... hoje (mais de 20 anos depois) sabemos que existiam no arsenal americano desde o final dos anos 60 e cujo poder de destruição é ainda actualmente temível. O equivalente à bomba de hidrogénio das armas convencionais.
Em 1991, Sci-Fi teria nova oportunidade na 10ª séria nos EUA. A Portugal chegaria em 1993. Desta feita, com um uniforme menos extravagante e de cores mais "equilibradas", era já apoiado pela série de TV que entretanto havia estreado em Portugal e fazia de Sci-Fi mais um personagem que se vendia bem melhor. De "simples" militar de infantaria equipado com uma arma laser, Sci-Fi era agora especialista em sistemas de armamento laser e capaz de conduzir ou pilotar vários veículos que a série de 1990 (EUA) dispunha. O que de certo modo leva a concluir que esta figura pudesse estar inicialmente prevista para o ano anterior.
Em 1993 (EUA) Sci-Fi receberia novas cores e integraria o veículo Starfighter da sub-série Star Brigade. Embora disponível em finais de 1994 em Portugal (através da Toys R Us Iberia), só em 1995 chegaria "em força". Do mesmo catálogo de Armor-Bot, este veículo integrava a unidade que fazia frente aos Cobra na batalha lunar.
Embora não seja uma variante reconhecida, é interessante verificar que houveram 3 cores diferentes para o vidro do cockpit deste Starfighter. Um preto quase opaco, cinza e púrpura. O Starfighter foi criado com o molde um veículo Cobra de 1988, o Stellar Stiletto, nunca lançado em Portugal (embora constasse na capa do catálogo de 1990).
E por falar em variantes, façamos referência à Nemesis do Starfighter. Parte da mesma série, o Invader. Este veículo Cobra era também uma reutilização de um antigo molde de veículo Cobra de 1987, o POGO (já este sim, lançado em 1989 em Portugal). Ao contrário da versão lançada em 1993 nos EUA, esta versão "europeia" trazia piloto.
O piloto, era curiosamente um ex-G.I.Joe, Payload. Desconhece-se a razão da sua deserção e há quem diga que não passava de uma missão de infiltração. Esta versão de Payload era baseada numa figura de 1992 (EUA) da sub-série Eco-Warriors.
Aldrabices: À venda no Toys R Us em Portugal desde finais de 1994, havia a sub-série de Star Brigade. Curiosamente, alguns Cobra Invader vinham selados com fita adesiva normal (em contraste com a típica fita usada pela Hasbro - visível na caixa de cima). Dentro das caixas seladas com a fita larga "normal" havia um segredo. Em vez da figura Payload, vinha outra no seu lugar. Estranhamente, uma figura dentro do seu blister e com o cartão dobrado, fazendo a caixa do Invader em questão bastante "inchada". De todos os Invaders que comprei nessa condição, as figuras incluídas eram Star Brigade Ozone ou T.A.R.G.A.T. sendo que nenhum dos dois havia sido alguma vez lançado em Portugal. Para nós podia ser uma boa surpresa, mas para os americanos seria um desgosto, uma vez que procuravam esta versão Europeia em busca de Payload, versão Cobra.
Melhor exemplo que Sci-Fi não há. Desde o nome (Ficção Científica) a todo o seu uniforme, passando pelo seu armamento, tornou-o assim num dos "patinhos feios" da colecção para muitos. Lançado nos EUA em 1986 escapa assim ileso à acusação de Robocop, que apenas chegaria aos cinemas americanos em 1987. No entanto, há quem diga que os designers da Hasbro podem ter tido acesso a protótipos do "super-polícia" e assim esculpindo a cabeça da figura. Mas são mitos urbanos sem qualquer prova concreta. A Portugal, chegou em 1988 com o 2º catálogo.
Sci-Fi era especializado em infantaria e electrónica, embora armado com uma arma laser que o fazia ao olhos da maior parte de nós, um personagem à parte e que muitas vezes ficava de parte também... hoje (mais de 20 anos depois) sabemos que existiam no arsenal americano desde o final dos anos 60 e cujo poder de destruição é ainda actualmente temível. O equivalente à bomba de hidrogénio das armas convencionais.
Em 1991, Sci-Fi teria nova oportunidade na 10ª séria nos EUA. A Portugal chegaria em 1993. Desta feita, com um uniforme menos extravagante e de cores mais "equilibradas", era já apoiado pela série de TV que entretanto havia estreado em Portugal e fazia de Sci-Fi mais um personagem que se vendia bem melhor. De "simples" militar de infantaria equipado com uma arma laser, Sci-Fi era agora especialista em sistemas de armamento laser e capaz de conduzir ou pilotar vários veículos que a série de 1990 (EUA) dispunha. O que de certo modo leva a concluir que esta figura pudesse estar inicialmente prevista para o ano anterior.
Em 1993 (EUA) Sci-Fi receberia novas cores e integraria o veículo Starfighter da sub-série Star Brigade. Embora disponível em finais de 1994 em Portugal (através da Toys R Us Iberia), só em 1995 chegaria "em força". Do mesmo catálogo de Armor-Bot, este veículo integrava a unidade que fazia frente aos Cobra na batalha lunar.
Embora não seja uma variante reconhecida, é interessante verificar que houveram 3 cores diferentes para o vidro do cockpit deste Starfighter. Um preto quase opaco, cinza e púrpura. O Starfighter foi criado com o molde um veículo Cobra de 1988, o Stellar Stiletto, nunca lançado em Portugal (embora constasse na capa do catálogo de 1990).
E por falar em variantes, façamos referência à Nemesis do Starfighter. Parte da mesma série, o Invader. Este veículo Cobra era também uma reutilização de um antigo molde de veículo Cobra de 1987, o POGO (já este sim, lançado em 1989 em Portugal). Ao contrário da versão lançada em 1993 nos EUA, esta versão "europeia" trazia piloto.
O piloto, era curiosamente um ex-G.I.Joe, Payload. Desconhece-se a razão da sua deserção e há quem diga que não passava de uma missão de infiltração. Esta versão de Payload era baseada numa figura de 1992 (EUA) da sub-série Eco-Warriors.
Aldrabices: À venda no Toys R Us em Portugal desde finais de 1994, havia a sub-série de Star Brigade. Curiosamente, alguns Cobra Invader vinham selados com fita adesiva normal (em contraste com a típica fita usada pela Hasbro - visível na caixa de cima). Dentro das caixas seladas com a fita larga "normal" havia um segredo. Em vez da figura Payload, vinha outra no seu lugar. Estranhamente, uma figura dentro do seu blister e com o cartão dobrado, fazendo a caixa do Invader em questão bastante "inchada". De todos os Invaders que comprei nessa condição, as figuras incluídas eram Star Brigade Ozone ou T.A.R.G.A.T. sendo que nenhum dos dois havia sido alguma vez lançado em Portugal. Para nós podia ser uma boa surpresa, mas para os americanos seria um desgosto, uma vez que procuravam esta versão Europeia em busca de Payload, versão Cobra.
terça-feira, 15 de fevereiro de 2011
Gigante do Espaço
Em 1995 chegaria a Portugal um curioso tema para os G.I.Joe: Star Brigade, cuja história a maior parte de nós ignorava completamente. Quem teve o catálogo desse ano talvez se lembre de um gigantesco robot armado... que tendo estado presente de algum modo entre nós (mesmo que só numa imagem de catálogo) merece aqui uma referência.
A era espacial havia já sido palco para batalhas com os Cobra nos anos 80 nos EUA, mas a Portugal só havia chegado nos anos 90. Esta não era portanto a 1ª tentativa da Hasbro em usar o tema, mas foi esta a linha inteiramente dedicada a combate "extra-terreno". Na Grécia, Espanha e Itália, esta série fora lançada em Setembro de 1993 (meses após o lançamento nos EUA) mas só chegaria quase 2 anos depois a Portugal.
Quando foi finalmente lançada em Portugal a série de "1995", consegui em pouco tempo encontrar todas as figuras e veículos... mas a "peça central" escapou-me sempre. Ainda hoje penso se algum terá chegado a Portugal. Frustrado com a minha demanda, tive de ir a França para encontrar um "Armor-Bot". Depois da excitação inicial ao encontrá-lo, tive um calafrio quando olhei para as linhas de fala. Infelizmente, não fazendo parte dos países que usam as linguagem originais nas figuras que "falam", todas as linhas do meu novo "Mech"... vinham em francês.
Não obstante estar a lidar com uma pequena frustração, facilmente me esquecia quando olhava para a gloriosa peça. Um gigantesco guardião que lembrava um pouco o filme "Aliens". Um dos braços tinha um canhão Gatling que lançava mísseis através de uma mola (accionada por gatilho). O outro além de uma garra retráctil, dispunha de um "dedo" que permitia agarrar objectos e claro está, andróides inimigos.
No interior da sua cabeça, era o cockpit que alojava duas figuras. Condutor e artilheiro. Estávamos na era dourada das figuras com sons e luzes, e este "Robot Armado" tinha um canhão no queixo que se iluminava ao som dos tiros. Com articulação limitada, era no entanto bastante convincente. Usava esferas nas articulações, o que permitia amplos movimentos.
As vozes (neste caso em Francês) eram activadas com o botão esquerdo, sendo o direito aquele que accionava a luz e sons de tiros do canhão. Este gigante era de tal forma grande que foi incorporada uma pega no seu design. Esta deve ter sido a 2ª ou 3ª vez que o Armor Bot saíu da caixa. E se repararem, já se nota um leve tom de amarelo no plástico. É impressionante!
A figura incluída era uma versão exclusiva do General Hawk. Em versão "Amor-Tech", era o comandante da Star Brigade. Veterano da guerra lunar (onde se deram as primeiras batalhas fora da Terra), tinha o comando estratégico das operações. O seu novo "brinquedo", era o Armor-Bot. E não havia Cobra que podendo fugir, o enfrentasse quando estava no cockpit deste gigantesco defensor.
A era espacial havia já sido palco para batalhas com os Cobra nos anos 80 nos EUA, mas a Portugal só havia chegado nos anos 90. Esta não era portanto a 1ª tentativa da Hasbro em usar o tema, mas foi esta a linha inteiramente dedicada a combate "extra-terreno". Na Grécia, Espanha e Itália, esta série fora lançada em Setembro de 1993 (meses após o lançamento nos EUA) mas só chegaria quase 2 anos depois a Portugal.
Quando foi finalmente lançada em Portugal a série de "1995", consegui em pouco tempo encontrar todas as figuras e veículos... mas a "peça central" escapou-me sempre. Ainda hoje penso se algum terá chegado a Portugal. Frustrado com a minha demanda, tive de ir a França para encontrar um "Armor-Bot". Depois da excitação inicial ao encontrá-lo, tive um calafrio quando olhei para as linhas de fala. Infelizmente, não fazendo parte dos países que usam as linguagem originais nas figuras que "falam", todas as linhas do meu novo "Mech"... vinham em francês.
Não obstante estar a lidar com uma pequena frustração, facilmente me esquecia quando olhava para a gloriosa peça. Um gigantesco guardião que lembrava um pouco o filme "Aliens". Um dos braços tinha um canhão Gatling que lançava mísseis através de uma mola (accionada por gatilho). O outro além de uma garra retráctil, dispunha de um "dedo" que permitia agarrar objectos e claro está, andróides inimigos.
No interior da sua cabeça, era o cockpit que alojava duas figuras. Condutor e artilheiro. Estávamos na era dourada das figuras com sons e luzes, e este "Robot Armado" tinha um canhão no queixo que se iluminava ao som dos tiros. Com articulação limitada, era no entanto bastante convincente. Usava esferas nas articulações, o que permitia amplos movimentos.
As vozes (neste caso em Francês) eram activadas com o botão esquerdo, sendo o direito aquele que accionava a luz e sons de tiros do canhão. Este gigante era de tal forma grande que foi incorporada uma pega no seu design. Esta deve ter sido a 2ª ou 3ª vez que o Armor Bot saíu da caixa. E se repararem, já se nota um leve tom de amarelo no plástico. É impressionante!
A figura incluída era uma versão exclusiva do General Hawk. Em versão "Amor-Tech", era o comandante da Star Brigade. Veterano da guerra lunar (onde se deram as primeiras batalhas fora da Terra), tinha o comando estratégico das operações. O seu novo "brinquedo", era o Armor-Bot. E não havia Cobra que podendo fugir, o enfrentasse quando estava no cockpit deste gigantesco defensor.
quarta-feira, 13 de outubro de 2010
Fim anunciado
Antes de voltar aos anos dourados e às múltiplas razões que me levaram a ficar fã desta linha de figuras de acção, fazemos uma viagem rápida (longa seria doloroso) ao último ano oficial de comercialização em Portugal da linha de 3 3/4".
O ano é 1995 e a série é a 12º de 1993 nos EUA. Acima na foto está o Cobra Ice Snake , veículo de ataque polar e misto de bom conceito e péssima escolha de materiais e forma de fabrico. As opiniões dividem-se. Alguns fãs acreditam que era falta de imaginação, outros que era uma tentativa de adaptação ao novo mercado inundado de molas e elásticos que antes eram proibidos no fabrico dos canhões. Outros haviam que acreditavam que era de certo modo propositado de forma a "fechar a loja" dos G.I.Joe de 3 3/4" na sua vertente militar convencional e embarcar em novas aventuras de "fantástico". Ao ver deste fãs, era algo que vinha a ser feito nos últimos anos. E quanto a isso, com eles e de comum acordo estavam os que defendiam a falta de imaginação.
O tom enferrujado é algo que este Ice Snake ganhou, não era original. Curiosamente fica até bem, caso fosse customizado, mas enquanto peça original é apenas mais uma vítima de queimadura do sol. Este plástico é extremamente frágil a esse factor. Quanto ao veículo em si, não é assim tão mau como algumas peças de 1993 (1995 em Portugal). Esta linha, agora com a nomenclatura "Battle Corps" tinha desenhos de qualidade e a mecânica de alguns era até interessante, mas muito abaixo do que nos habituara a Hasbro. Os autocolantes eram berrantes e o plástico era geralmente e como acima referido, de má qualidade. Já não eram visões realistas de máquinas de guerra, mas sim suportes para as figuras, que por sua vez perdiam classe com o passar do anos.
Este veículo particularmente foi comprado no Jumbo, hoje Auchan. Não havia figuras à venda, mas apenas este, e poucos mais como um outro veículo que partilhava partes deste veículo polar como as rodas, mísseis e canhão, e que estará aqui também um dia - quando todos recuperarmos do choque ao rever este ano de 1995. Este foi também o ano em que surgiram as figuras de Street Fighter II entre outras distintas e estranhas curiosidades. E foi o último ano em que no formato de 3 3/4", G.I.Joe apareceu de forma lata no mercado português.
O ano é 1995 e a série é a 12º de 1993 nos EUA. Acima na foto está o Cobra Ice Snake , veículo de ataque polar e misto de bom conceito e péssima escolha de materiais e forma de fabrico. As opiniões dividem-se. Alguns fãs acreditam que era falta de imaginação, outros que era uma tentativa de adaptação ao novo mercado inundado de molas e elásticos que antes eram proibidos no fabrico dos canhões. Outros haviam que acreditavam que era de certo modo propositado de forma a "fechar a loja" dos G.I.Joe de 3 3/4" na sua vertente militar convencional e embarcar em novas aventuras de "fantástico". Ao ver deste fãs, era algo que vinha a ser feito nos últimos anos. E quanto a isso, com eles e de comum acordo estavam os que defendiam a falta de imaginação.
O tom enferrujado é algo que este Ice Snake ganhou, não era original. Curiosamente fica até bem, caso fosse customizado, mas enquanto peça original é apenas mais uma vítima de queimadura do sol. Este plástico é extremamente frágil a esse factor. Quanto ao veículo em si, não é assim tão mau como algumas peças de 1993 (1995 em Portugal). Esta linha, agora com a nomenclatura "Battle Corps" tinha desenhos de qualidade e a mecânica de alguns era até interessante, mas muito abaixo do que nos habituara a Hasbro. Os autocolantes eram berrantes e o plástico era geralmente e como acima referido, de má qualidade. Já não eram visões realistas de máquinas de guerra, mas sim suportes para as figuras, que por sua vez perdiam classe com o passar do anos.
Este veículo particularmente foi comprado no Jumbo, hoje Auchan. Não havia figuras à venda, mas apenas este, e poucos mais como um outro veículo que partilhava partes deste veículo polar como as rodas, mísseis e canhão, e que estará aqui também um dia - quando todos recuperarmos do choque ao rever este ano de 1995. Este foi também o ano em que surgiram as figuras de Street Fighter II entre outras distintas e estranhas curiosidades. E foi o último ano em que no formato de 3 3/4", G.I.Joe apareceu de forma lata no mercado português.
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