Depois de um longo período de ausência por motivos técnicos (avaria na board do meu iMac) eis que se dá o regresso e com outra beldade do período dos desenhos animados. A embarcação de ataque rápido dos Cobra, Piranha.
Monolugar, fortemente armado e equipado com um potente motor equipado com supercompressor, é uma seta apontada às linhas de defesa de quaisquer instalações.
A versão vendida em Portugal (e Espanha, Itália e Reino Unido) trazia um canhão de acção de mola com dois mísseis. Também a caixa era ligeiramente diferente da vendida nos EUA e resto da Europa.
Um dos mais impressionantes veículos da série de 1990 (EUA), foi lançado em Portugal em 1992.
4 mísseis de choque de superfície, 2 torpedos, 2 cargas de profundidade e duas metralhadoras de longo alcance serviam de arsenal a esta lancha dos Cobra.
As cargas de profundidade podiam ser "atiradas" para longe da embarcação. Uma vez fora do lançador, apontavam ao alvo e tornavam-se numa ameaça avassaladora.
O enorme motor "Aqua" com 12,000cv energizado hidraulicamente.
Casco blindado e anti-torpedo.
O cockpit, embora esta série já estivesse longe dos anos que deram nome à linha, era ainda um curto regresso ao passado e aos anos de excelência. Muitos detalhes num só molde. O "clip" para segurar a figura, era neste caso bastante necessário pois sem ele, as constantes movimentações da lancha certamente fariam com que o piloto saltasse fora.
Embora ficassem bem no fundo, é possível observar os pedais de controlo aos pés do lugar piloto (único tripulante e passageiro deste veículo). Nas versões dos desenhos animados (DIC) as Piranhas por vezes apareciam com passageiros, mas tal não é possível na versão brinquedo.
Embora apresentando um Range Viper na caixa, os pilotos (pela lógica e mais tarde desenhos animados) seriam os Undertows. Homens-rã que na realidade pertenciam aos quadros de Destro.
Sempre em velocidade!
Mostrar mensagens com a etiqueta POR 1992. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta POR 1992. Mostrar todas as mensagens
quarta-feira, 21 de novembro de 2012
quarta-feira, 13 de junho de 2012
Veículo da semana: Locust
O Locust (Gafanhoto) era o novo helicóptero monolugar dos G.I.Joe em 1990 (EUA). Altamente manobrável, a sua simplicidade nos controlos permitia o seu uso de forma intuitiva mesmo para utilizadores sem grande experiência de voo.
Um original da 9ª série (EUA), chegaria a Portugal em 1992. Contava com um grafismo original na caixa (que diferia portanto da versão americana).
Tinha capacidade para 3 figuras (piloto e dois passageiros nos "patins"). Quanto a armamento, 2 metralhadoras duplas com munição anti-tanque, 2 mísseis ar-ar e 2 bombas completavam o seu arsenal.
As duas bombas eram armazenadas no seu interior, e quando a porta era aberta, a gravidade fazia o resto.
Usado geralmente para missões a baixa altitude, enquanto bombardeiro o truque era sair da zona antes da detonação...
O nome assenta perfeitamente neste veículo. Quando as pás estão niveladas, parece um insecto e dos insectos, um gafanhoto. Os canhões têm um ângulo variável que permite manter o alvo na mira.
A nível de criatividade, este veículo é extremamente interessante. Toda a aeronave parece ter sido criada no espaço de um cockpit. Esta característica torna o Locust um veículo ideal para transportar em bases móveis, como era o caso do G.I.Joe General.
Um Locust ainda por montar...
Um original da 9ª série (EUA), chegaria a Portugal em 1992. Contava com um grafismo original na caixa (que diferia portanto da versão americana).
Tinha capacidade para 3 figuras (piloto e dois passageiros nos "patins"). Quanto a armamento, 2 metralhadoras duplas com munição anti-tanque, 2 mísseis ar-ar e 2 bombas completavam o seu arsenal.
As duas bombas eram armazenadas no seu interior, e quando a porta era aberta, a gravidade fazia o resto.
Usado geralmente para missões a baixa altitude, enquanto bombardeiro o truque era sair da zona antes da detonação...
O nome assenta perfeitamente neste veículo. Quando as pás estão niveladas, parece um insecto e dos insectos, um gafanhoto. Os canhões têm um ângulo variável que permite manter o alvo na mira.
A nível de criatividade, este veículo é extremamente interessante. Toda a aeronave parece ter sido criada no espaço de um cockpit. Esta característica torna o Locust um veículo ideal para transportar em bases móveis, como era o caso do G.I.Joe General.
Um Locust ainda por montar...
quarta-feira, 18 de abril de 2012
Personagem do dia: Bullhorn
Especialista em Intervenção, Intervenção Estratégica ou Negociador. Intervenção na Crise é a 1ª especialidade deste Sargento do Exército que na série de animação da DIC agia como 2º no comando atrás do Capitão Grid-Iron.
Antigo instrutor de combate corpo-a-corpo de vários ramos militares e civis em Quantico, é também um excelente atirador.
Original de 1990(EUA), chegaria a Portugal em 1992 e continuaria a ser comercializado em 1993 com a colecção desse ano. Esta figura, como as restantes da série, era por cá comercializada em 2 versões de cartão. A espanhola (MB España) e a que vinha do Reino Unido (Hasbro UK). A espanhola além da comum alteração do nome de código, dava também um novo nome de arquivo a Bullhorn, como diferentes especialidades militares.
Cada nova série "repescava" algumas figuras da série anterior. E no caso das figuras "repescadas" lançadas em 1993, contavam também com um lança-mísseis accionado por mola a juntar aos acessórios normais. Por vezes, substituindo alguns deles. No caso de Bullhorn (felizmente) não foi o caso.
Quanto à figura em si, é possível encontrar ligeiras diferenças na pintura entre as versões assinaladas. No entanto não são consideradas variantes.
Assim, os acessórios comuns a todas as versões eram: Megafone (que dava nome à figura), máscara de gás, mala/mochila com uma carabina de precisão e a fantástica Steyr AUG-A1.
Um miminho dos designers da linha, que dava uns ares à famosa M21 SWS, a arma que geralmente "ensina" os fuzileiros navais americanos.
BIO:
Nome de Código:
BULLHORN
ESPECIALISTA EM INTERVENÇÃO
Nome de Arquivo: Ferreira, Stephen A. SN: 780-5287-FR33
Especialidade Militar Primária: Especialista em Intervenção
Especialidade Militar Secundária: Blindagem
Local de nascimento: Providence, Rhode Island Grau: E-5 (Sargento)
Bullhorn é um indivíduo extremamente calmo, possuindo uma personalidade aberta e compassiva. Ele é exactamente o tipo de pessoa necessária para negociar com malucos e fanáticos que têm um machado para moer com a sociedade. Claro, que a mesma frescura de aço também vem a calhar quando é forçado a tomar medidas decisivas que exigem uma entrega precisa e letal do poder de fogo!
"Toda a gente está disposta a conversar com Bullhorn! E por que não haveriam de estar? Ele tem a aparência de um menino de coro e é um bom ouvinte. Este tipo tem mais aptidão do que o diplomata mais escorregadio, usando-o para convencer seus adversários de que ele realmente se PREOCUPA com os seus problemas. É quando eles descobrem a loucura de se meterem com um ex-instrutor de combate corpo-a-corpo de Quantico, que também é candidato ao título nacional de tiro prático!" C-011
Antigo instrutor de combate corpo-a-corpo de vários ramos militares e civis em Quantico, é também um excelente atirador.
Original de 1990(EUA), chegaria a Portugal em 1992 e continuaria a ser comercializado em 1993 com a colecção desse ano. Esta figura, como as restantes da série, era por cá comercializada em 2 versões de cartão. A espanhola (MB España) e a que vinha do Reino Unido (Hasbro UK). A espanhola além da comum alteração do nome de código, dava também um novo nome de arquivo a Bullhorn, como diferentes especialidades militares.
Cada nova série "repescava" algumas figuras da série anterior. E no caso das figuras "repescadas" lançadas em 1993, contavam também com um lança-mísseis accionado por mola a juntar aos acessórios normais. Por vezes, substituindo alguns deles. No caso de Bullhorn (felizmente) não foi o caso.
Quanto à figura em si, é possível encontrar ligeiras diferenças na pintura entre as versões assinaladas. No entanto não são consideradas variantes.
Assim, os acessórios comuns a todas as versões eram: Megafone (que dava nome à figura), máscara de gás, mala/mochila com uma carabina de precisão e a fantástica Steyr AUG-A1.
Um miminho dos designers da linha, que dava uns ares à famosa M21 SWS, a arma que geralmente "ensina" os fuzileiros navais americanos.
BIO:
Nome de Código:
BULLHORN
ESPECIALISTA EM INTERVENÇÃO
Nome de Arquivo: Ferreira, Stephen A. SN: 780-5287-FR33
Especialidade Militar Primária: Especialista em Intervenção
Especialidade Militar Secundária: Blindagem
Local de nascimento: Providence, Rhode Island Grau: E-5 (Sargento)
Bullhorn é um indivíduo extremamente calmo, possuindo uma personalidade aberta e compassiva. Ele é exactamente o tipo de pessoa necessária para negociar com malucos e fanáticos que têm um machado para moer com a sociedade. Claro, que a mesma frescura de aço também vem a calhar quando é forçado a tomar medidas decisivas que exigem uma entrega precisa e letal do poder de fogo!
"Toda a gente está disposta a conversar com Bullhorn! E por que não haveriam de estar? Ele tem a aparência de um menino de coro e é um bom ouvinte. Este tipo tem mais aptidão do que o diplomata mais escorregadio, usando-o para convencer seus adversários de que ele realmente se PREOCUPA com os seus problemas. É quando eles descobrem a loucura de se meterem com um ex-instrutor de combate corpo-a-corpo de Quantico, que também é candidato ao título nacional de tiro prático!" C-011
quarta-feira, 28 de dezembro de 2011
Veículo da semana: Hurricane VTOL
Depois de longos anos a usar e abusar do Rattler, os Cobra decidiram que era altura de desenvolver uma aeronave que substituísse o modificado A-10 e se possível, transportar para este futuro avião a execução das missões atribuídas ao Raven. O resultado foi o Hurricane.
Outra das exigências aos construtores prendia-se com a complexidade dos controlos de uma aeronave de combate "normal". Queriam que este novo combatente pudesse ser operado por pessoal que embora habilitado, não fosse especializados apenas na Legião Aérea Cobra. Isto já ajuda a explicar porque eram tantos os personagens que nas 1ªs séries da DIC pilotavam um avião que aparentava ser complexo.
Vindo substituir o Rattler, o Hurricane teria de ser uma aeronave VTOL (elevação e aterragem vertical). Aliás, nem aterrava de outro modo. Este avião é exclusivamente para pousar e levantar na vertical.
Este foi de facto um dos melhores veículos originais da série de 1990(EUA). Quando foi distribuído nos estados unidos, o catálogo de 1990 contava ainda com veículos que eram da série anterior, assim como a fantástica Sky Patrol que não era mais (em termos de construção) do que novas pinturas metalizadas aplicadas a veículos já existentes. Quanto a veículos verdadeiramente originais, era uma altura de mudança, as próprias cores usadas assemelhavam-se a algo que podia ser directamente usado em células de animação. E tudo junto, colocava (para mim) o Hurricane no topo da selecção. Distribuído no Reino Unido em 1991, chegaria a Portugal em 1992.
E para substituir o cavalo de trabalho dos Cobra, era preciso muito armamento. O Hurricane era equipado com um canhão de 75mm do lado direito do cockpit. Inicialmente pensado para ter 2, acabou por ser decidido que o piloto teria de passar sem um deles. Para compensar, 10 mísseis que podiam ser usados contra alvos no ar, terra ou mar...
E o VTE-490, um "drone" de ataque e intercepção que não precisava ser pilotado. Hoje em dia o conceito é comum e credível, em 1990 apenas futurista. Mas os Cobra já o tinham e já abatiam Joes com ele! O "drone" é lançado da cauda do Hurricane e quando perto do alvo, mesmo que leve as baterias em baixo, pode ainda lançar um míssil que complete a tarefa.
Para manter o motor em temperaturas ideais, o ajustamento era feito através da programação dos ventiladores de circulação de ar.
O cockpit, e mais particularmente o lugar do navegador, ou RIO, ou passageiro como quiserem chamar, foi uma surpresa agradável. Bastante detalhado em termos de equipamento contrastava com o lugar do piloto. E para se entender, é necessário compreender que esta aeronave funcionava por comandos de voz. Ora aí está uma boa forma de se poupar em moldes! Não obstante, é bem melhor do que muito do que a Hasbro decidiria colocar no mercado nos anos seguintes.
As linhas deste avião ainda me impressionam tanto como no dia em que o recebi no Natal. Foi o 1º presente que os meus pais me deixaram abrir mais cedo. Aliás, mais a minha mãe, porque o meu pai sempre insistiu que as prendas eram para abrir à meia-noite! E é este que podem ver nas fotos. Ainda impecável. É um dos mais raros veículos da colecção. Isto claro, estando completo e sem zonas descoloridas e/ou partidas. As pontas das asas traseiras de baixo arrastamento são geralmente vistas partidas.
Incluído com o Hurricane VTOL, vinha o seu piloto, Vapor. À semelhança de outros não raros casos, Vapor era um ser humano modificado. Ou como os Cobra gostam de afirmar, "melhorado". Com ligações cerebrais enviadas através do seu capacete ao computador de bordo do avião, era uma adversário temível nos primeiros 30 minutos de combate. A partir daí, as dores de cabeça eram tantas que tinha de abortar e voltar à base. Basicamente, o avião de Vapor era um alvo a evitar, porque na realidade não era um alvo. Era ele quem determinava os alvos e geralmente não falhava.
Outra das exigências aos construtores prendia-se com a complexidade dos controlos de uma aeronave de combate "normal". Queriam que este novo combatente pudesse ser operado por pessoal que embora habilitado, não fosse especializados apenas na Legião Aérea Cobra. Isto já ajuda a explicar porque eram tantos os personagens que nas 1ªs séries da DIC pilotavam um avião que aparentava ser complexo.
Vindo substituir o Rattler, o Hurricane teria de ser uma aeronave VTOL (elevação e aterragem vertical). Aliás, nem aterrava de outro modo. Este avião é exclusivamente para pousar e levantar na vertical.
Este foi de facto um dos melhores veículos originais da série de 1990(EUA). Quando foi distribuído nos estados unidos, o catálogo de 1990 contava ainda com veículos que eram da série anterior, assim como a fantástica Sky Patrol que não era mais (em termos de construção) do que novas pinturas metalizadas aplicadas a veículos já existentes. Quanto a veículos verdadeiramente originais, era uma altura de mudança, as próprias cores usadas assemelhavam-se a algo que podia ser directamente usado em células de animação. E tudo junto, colocava (para mim) o Hurricane no topo da selecção. Distribuído no Reino Unido em 1991, chegaria a Portugal em 1992.
E para substituir o cavalo de trabalho dos Cobra, era preciso muito armamento. O Hurricane era equipado com um canhão de 75mm do lado direito do cockpit. Inicialmente pensado para ter 2, acabou por ser decidido que o piloto teria de passar sem um deles. Para compensar, 10 mísseis que podiam ser usados contra alvos no ar, terra ou mar...
E o VTE-490, um "drone" de ataque e intercepção que não precisava ser pilotado. Hoje em dia o conceito é comum e credível, em 1990 apenas futurista. Mas os Cobra já o tinham e já abatiam Joes com ele! O "drone" é lançado da cauda do Hurricane e quando perto do alvo, mesmo que leve as baterias em baixo, pode ainda lançar um míssil que complete a tarefa.
Para manter o motor em temperaturas ideais, o ajustamento era feito através da programação dos ventiladores de circulação de ar.
O cockpit, e mais particularmente o lugar do navegador, ou RIO, ou passageiro como quiserem chamar, foi uma surpresa agradável. Bastante detalhado em termos de equipamento contrastava com o lugar do piloto. E para se entender, é necessário compreender que esta aeronave funcionava por comandos de voz. Ora aí está uma boa forma de se poupar em moldes! Não obstante, é bem melhor do que muito do que a Hasbro decidiria colocar no mercado nos anos seguintes.
As linhas deste avião ainda me impressionam tanto como no dia em que o recebi no Natal. Foi o 1º presente que os meus pais me deixaram abrir mais cedo. Aliás, mais a minha mãe, porque o meu pai sempre insistiu que as prendas eram para abrir à meia-noite! E é este que podem ver nas fotos. Ainda impecável. É um dos mais raros veículos da colecção. Isto claro, estando completo e sem zonas descoloridas e/ou partidas. As pontas das asas traseiras de baixo arrastamento são geralmente vistas partidas.
Incluído com o Hurricane VTOL, vinha o seu piloto, Vapor. À semelhança de outros não raros casos, Vapor era um ser humano modificado. Ou como os Cobra gostam de afirmar, "melhorado". Com ligações cerebrais enviadas através do seu capacete ao computador de bordo do avião, era uma adversário temível nos primeiros 30 minutos de combate. A partir daí, as dores de cabeça eram tantas que tinha de abortar e voltar à base. Basicamente, o avião de Vapor era um alvo a evitar, porque na realidade não era um alvo. Era ele quem determinava os alvos e geralmente não falhava.
sábado, 26 de novembro de 2011
Personagem do dia: Captain Grid-Iron
Captain Grid-Iron, Capt. Grid-Iron ou simplesmente Grid-Iron, foi o novo líder dos G.I.Joe no campo, substituíndo Duke. Claro que em termos de hierarquia militar da própria equipa, esta afirmação pode ser mais ou menos discutida, mas se nas primeiras séries de TV da Marvel/Sunbow Duke era o líder, quando a DIC Entertainment garantiu a continuidade dos G.I.Joe na TV, quando Grid-Iron aparecia, a sua liderança era inquestionável.
Graduado de West Point (claro), a sua especialidade primária é combate corpo-a-corpo. Como secundária, Infantaria. Não ter aceitado um cargo na Universidade de Guerra do Exército Americano por gostar mais de estar junto à acção, despertou o interesse dos G.I.Joe. Deve o seu nome de código ao Futebol Americano (Gridiron Football), uma vez que era quarterback em West Point. Um líder nato, este capitão (US Army O-3) ganhou o respeito dos homens que lidera. Embora já não suportem ouvir as suas imitações de John Wayne...
Um misto do que e quem são Duke e Grid-Iron acabou por ser o Duke do filme "GIJoe: O Ataque dos Cobra". Duke era Sargento-Chefe e Grid-Iron como já referi, capitão. E tal como no filme, a referência a West Point. Na história original, em consonância com o "the american way", era aceitável e louvável que uma equipa de elite fosse comandada em campo por um "enlisted man" ou seja, um soldado de campo que subiu à custa do seu valor. Não que os formados na famosa academia militar nova-iorquina fossem menos bravos ou capazes, são geralmente vistos como novatos quando chegam ao campo. Mas em defesa da lógica, o argumento utilizado pelos argumentistas do filme, teria de ser um oficial a liderar uma equipa tão bem armada, treinada e equipada. Teria de ser um capitão... e teria de ser Duke. Assim, de certa forma, Duke e Grid-Iron são um só. Um o original, e outro a evolução. As séries da DIC podiam não ter o reconhecimento de muitos dos fãs, mas Grid-Iron era um personagem, se não mesmo o único, que agia como um militar e um verdadeiro líder.
Original da série de 1990(EUA) chegaria a Portugal em finais de 1991. Em 1992/93 chegaria uma outra versão (europeia) com um lança-mísseis. A certa altura haviam 3 versões em distribuição. A original (UK), a espanhola (MB) e uma outra também com o cartão impresso em inglês com este lança-mísseis que se encontra na imagem.
Embora não sejam reconhecidas como variantes, há diferenças nas referidas "versões". As primeiras eram geralmente mais cuidadas na pintura, enquanto as últimas tinham um certo excesso e mesmo até um tom mais "carregado" que se verificava mais facilmente na cabeça da figura.
Graduado de West Point (claro), a sua especialidade primária é combate corpo-a-corpo. Como secundária, Infantaria. Não ter aceitado um cargo na Universidade de Guerra do Exército Americano por gostar mais de estar junto à acção, despertou o interesse dos G.I.Joe. Deve o seu nome de código ao Futebol Americano (Gridiron Football), uma vez que era quarterback em West Point. Um líder nato, este capitão (US Army O-3) ganhou o respeito dos homens que lidera. Embora já não suportem ouvir as suas imitações de John Wayne...
Um misto do que e quem são Duke e Grid-Iron acabou por ser o Duke do filme "GIJoe: O Ataque dos Cobra". Duke era Sargento-Chefe e Grid-Iron como já referi, capitão. E tal como no filme, a referência a West Point. Na história original, em consonância com o "the american way", era aceitável e louvável que uma equipa de elite fosse comandada em campo por um "enlisted man" ou seja, um soldado de campo que subiu à custa do seu valor. Não que os formados na famosa academia militar nova-iorquina fossem menos bravos ou capazes, são geralmente vistos como novatos quando chegam ao campo. Mas em defesa da lógica, o argumento utilizado pelos argumentistas do filme, teria de ser um oficial a liderar uma equipa tão bem armada, treinada e equipada. Teria de ser um capitão... e teria de ser Duke. Assim, de certa forma, Duke e Grid-Iron são um só. Um o original, e outro a evolução. As séries da DIC podiam não ter o reconhecimento de muitos dos fãs, mas Grid-Iron era um personagem, se não mesmo o único, que agia como um militar e um verdadeiro líder.
Original da série de 1990(EUA) chegaria a Portugal em finais de 1991. Em 1992/93 chegaria uma outra versão (europeia) com um lança-mísseis. A certa altura haviam 3 versões em distribuição. A original (UK), a espanhola (MB) e uma outra também com o cartão impresso em inglês com este lança-mísseis que se encontra na imagem.
Embora não sejam reconhecidas como variantes, há diferenças nas referidas "versões". As primeiras eram geralmente mais cuidadas na pintura, enquanto as últimas tinham um certo excesso e mesmo até um tom mais "carregado" que se verificava mais facilmente na cabeça da figura.
sexta-feira, 21 de outubro de 2011
Personagem do dia: Freefall
Freefall foi lançado como parte da série 9 (EUA) em 1990. Paraquedista com treino de Ranger é um dos melhores elementos dos G.I.Joe.
Natural de Illinois, a sua especialidade primária é como tropa paraquedista, sendo a infantaria a sua segunda especialidade. Depois 3 semanas de "lavagem ao cérebro" (que garantem uma eliminação de 40% dos candidatos) e mais 3 semanas que precedem o verdadeiro treino como Ranger, Philip Arndt ingressou nas 8 semanas de treino exaustivo para se formar como Airborne Ranger.
Tendo aproveitado ao máximo o tempo de diversão de todo um treino que assusta a maior parte das tropas, é considerado o melhor que terá passado pela escola de Rangers. Com mais energia, determinação e motivação, a sua técnica é considerada sem paralelo. Uma série de virtudes apenas "manchadas" pela dimensão do seu ego.
Lançado em Portugal em 1992, esta figura faz parte de uma série que traça uma linha de importação curiosa. Paralelamente eram postas à venda figuras em espanhol e inglês. Provenientes tanto do Reino Unido como de Espanha. As versões "espanholas" eram mais comuns nas lojas mais pequenas como tabacarias, lojas de rua e pequenos mercados. Nas grandes superfícies eram mais comuns as versões em inglês.
Natural de Illinois, a sua especialidade primária é como tropa paraquedista, sendo a infantaria a sua segunda especialidade. Depois 3 semanas de "lavagem ao cérebro" (que garantem uma eliminação de 40% dos candidatos) e mais 3 semanas que precedem o verdadeiro treino como Ranger, Philip Arndt ingressou nas 8 semanas de treino exaustivo para se formar como Airborne Ranger.
Tendo aproveitado ao máximo o tempo de diversão de todo um treino que assusta a maior parte das tropas, é considerado o melhor que terá passado pela escola de Rangers. Com mais energia, determinação e motivação, a sua técnica é considerada sem paralelo. Uma série de virtudes apenas "manchadas" pela dimensão do seu ego.
Lançado em Portugal em 1992, esta figura faz parte de uma série que traça uma linha de importação curiosa. Paralelamente eram postas à venda figuras em espanhol e inglês. Provenientes tanto do Reino Unido como de Espanha. As versões "espanholas" eram mais comuns nas lojas mais pequenas como tabacarias, lojas de rua e pequenos mercados. Nas grandes superfícies eram mais comuns as versões em inglês.
segunda-feira, 17 de outubro de 2011
Veículo da semana: Retaliator
Com a série de 1990(EUA) era lançado o Retaliator, uma aeronave que chegaria a Portugal em 1992. Um helicóptero único, feito à medida e ordem do seu piloto, Updraft.
Um dos veículos presentes na série de desenhos animados que passou em Portugal, era um helicóptero futurista, com linhas fora do comum e de certo modo mais parecido com os veículos Cobra embora não pudesse ser mais G.I.Joe se quisesse.
Mantendo o tradicional esquema de armamento, assim como grande parte da disposição mecânica, a sua forma de utilização era diferente, 100% pensado "na óptica do utilizador".
Com efeito, este helicóptero havia sido desenhado pelo seu piloto, "Matt" Smithers ou Updraft. Completamente diferente de tudo, era assumidamente um helicóptero e apresentava-se como Helicóptero de Alta Tecnologia.
Pás de rotor de alta velocidade Quad 90, ventoinhas de sustentação e impulso turbo, rampa de lançamento de bombas (9), metralhadora calibre 60 Hot-Spot, 4 mísseis ar-terra, ar-ar.
Tripulação: 2. Piloto e Artilheiro.
Com alterações de fundo em relação ao que se via como o típico helicóptero, este regresso às origens e à inspiração em insectos (vespas, libélulas) mostrava-nos um Retaliator com funcionalidade e movimentações extraordinárias como a que se vê na imagem. Para largar a sua carga de bombas, o bloco de skis do trem de aterragem movimentava-se para a frente e deixava à vista a zona de saída das bombas.
Contava também com um guincho de alta potência para transporte de material e gancho de captura de veículos e carga. O gancho abria e fechava por meio de uma pega na cauda. Era operado por via de um gatilho.
Com o Retaliator, vinha o seu piloto, Updraft. A sua especialidade primária: pilotar o helicóptero que concebeu. Era também oficial de sistemas de armamento.
Antigo piloto de helicópteros de competição, tornou-se instrutor de voo para o exército americano. Como acima referido, a sua experiência e aptidão tornaram o Retaliator uma realidade. Usa-o como um fato, uma extensão da sua vontade. Ele e o helicóptero são uma unidade.
Comprei este veículo em saldo no final dos anos 90. Por essa altura, e com as vendas a roçar o inadmissível, as lojas em Portugal "despachavam" estes apanha-pó das prateleiras sempre que podiam. Voltaram de novo à frente das montras, mas com um placard a dizer "50%". Triste, e só alegre no sentido em que o preço a que então ficaram aproximava-se do preço a que eram supostos ter estado sempre. Hoje em dia são coleccionáveis, mas mesmo assim e em Portugal se usa e abusa do termo "raro". Como dizia um colega meu, nos dias que correm é fácil coleccionar G.I.Joe. Haja dinheiro, e na web arranja-se tudo ao preço que se quiser. Não faz sentido pagar o que alguns "experts" em Portugal pedem por figuras muitas vezes incompletas, em mau estado... porque são antigas. 95% das vezes é falso. Mas cada um sabe de si...
Um dos veículos presentes na série de desenhos animados que passou em Portugal, era um helicóptero futurista, com linhas fora do comum e de certo modo mais parecido com os veículos Cobra embora não pudesse ser mais G.I.Joe se quisesse.
Mantendo o tradicional esquema de armamento, assim como grande parte da disposição mecânica, a sua forma de utilização era diferente, 100% pensado "na óptica do utilizador".
Com efeito, este helicóptero havia sido desenhado pelo seu piloto, "Matt" Smithers ou Updraft. Completamente diferente de tudo, era assumidamente um helicóptero e apresentava-se como Helicóptero de Alta Tecnologia.
Pás de rotor de alta velocidade Quad 90, ventoinhas de sustentação e impulso turbo, rampa de lançamento de bombas (9), metralhadora calibre 60 Hot-Spot, 4 mísseis ar-terra, ar-ar.
![]() |
| Figura Freefall não incluída |
Tripulação: 2. Piloto e Artilheiro.
Com alterações de fundo em relação ao que se via como o típico helicóptero, este regresso às origens e à inspiração em insectos (vespas, libélulas) mostrava-nos um Retaliator com funcionalidade e movimentações extraordinárias como a que se vê na imagem. Para largar a sua carga de bombas, o bloco de skis do trem de aterragem movimentava-se para a frente e deixava à vista a zona de saída das bombas.
Contava também com um guincho de alta potência para transporte de material e gancho de captura de veículos e carga. O gancho abria e fechava por meio de uma pega na cauda. Era operado por via de um gatilho.
Com o Retaliator, vinha o seu piloto, Updraft. A sua especialidade primária: pilotar o helicóptero que concebeu. Era também oficial de sistemas de armamento.
Antigo piloto de helicópteros de competição, tornou-se instrutor de voo para o exército americano. Como acima referido, a sua experiência e aptidão tornaram o Retaliator uma realidade. Usa-o como um fato, uma extensão da sua vontade. Ele e o helicóptero são uma unidade.
Comprei este veículo em saldo no final dos anos 90. Por essa altura, e com as vendas a roçar o inadmissível, as lojas em Portugal "despachavam" estes apanha-pó das prateleiras sempre que podiam. Voltaram de novo à frente das montras, mas com um placard a dizer "50%". Triste, e só alegre no sentido em que o preço a que então ficaram aproximava-se do preço a que eram supostos ter estado sempre. Hoje em dia são coleccionáveis, mas mesmo assim e em Portugal se usa e abusa do termo "raro". Como dizia um colega meu, nos dias que correm é fácil coleccionar G.I.Joe. Haja dinheiro, e na web arranja-se tudo ao preço que se quiser. Não faz sentido pagar o que alguns "experts" em Portugal pedem por figuras muitas vezes incompletas, em mau estado... porque são antigas. 95% das vezes é falso. Mas cada um sabe de si...
Subscrever:
Mensagens (Atom)


















































