Considerado por muitos o expoente máximo de excelência da linha, esta visão da Hasbro do mítico caça-bombardeiro F-14 Tomcat é uma gema em qualquer colecção.
De um realismo notável (com as devidas modificações que o classificavam como X - avião experimental) esta aeronave estava bem presente na juventude portuguesa, sendo que o filme TOP GUN havia estreado no ano anterior.
Assim, o Skystriker chegava a Portugal com a 1ª série de Action Force em 1987, embora fosse um original de 1983 (EUA). O piloto (Ace) equipado com um fato de voo para grande altitude seria certamente revisto se a Hasbro sonhasse que o Top Gun sairia em 1986 e Ace teria certamente um aspecto a la Tom Cruise (Maverick).
Como antes referido, este XP-14F era baseado na aeronave bilugar da Grumman, o famoso Tomcat. As cadeiras eram "ejectáveis" e o trem de aterragem retráctil.
Tal como o "verdadeiro" Tomcat, as asas eram de geometria variável que recolhiam quando a aeronave atingia velocidade supersónica.
Conforme explícito na imagem, podíamos abrir e fechar as asas sem lhes tocar. Ao mesmo tempo que recuavam, também o trem de aterragem recolhia.
Para auxiliar as portas dos fossos do trem no fecho, este veículo tinha duas molas (uma em cada porta) que evitavam que as ditas peças ficassem penduradas. Este pequenos detalhes de "engenharia de brinquedos" eram muito comuns nos anos 80 embora a excelência de G.I.Joe se destacasse. E nesse registo, de notar a marca G.I.Joe nos pneus. Uma coisa estranha para quem não conhecia o verdadeiro nome de "Action Force".
Carregado de mísseis, um destaque para a réplica do AIM-54 Phoenix que por esta altura só podia ser lançado desta aeronave, uma vez que o alcance do sofisticado míssil de um milhão de dólares tinha de ser apoiado por um radar que só o Tomcat dispunha, um Pulse Doppler com capacidade para seguir 6 alvos ao mesmo tempo. Na realidade, esta aeronave foi desenvolvida e pensada precisamente para uso dos Phoenix, os mísseis ar-ar com alcance de 100 milhas (sensivelmente 160km).
No nariz, o canhão E41-A1 Vulcan de 50mm (a substituir nesta versão X o de 20mm do F-14 que se localizava na parte de baixo e não em cima).
De resto, 1 canhão E-81 Aero Vulcan na barriga, 2 Site-5 Sidewinder, 2 Site-3 Sparrow e claro, 2 Site 3-Z Phoenix.
O posicionamento do trem de aterragem não é igual ao F-14. As aeronaves de G.I.Joe têm (quase) todas a designação X uma vez que se baseiam em aeronaves reais. Possivelmente para "fugir" aos direitos dos fabricantes ou pelo menos a alguns. Não obstante ser diferente, é uma peça fenomenal e a silhueta do F-14 completamente perceptível.
Incluído, vinha um páraquedas camuflado. Diferia da versão americana usando a versão que havia sido utilizada para outro acessório da mesma natureza que não seria lançado em Portugal. No original lê-se G.I.Joe entre as listras ao centro. Neste, foram deixadas em branco. A versão incluída com o original de 1983 tem uma águia desenhada e lê-se Skystriker no grafismo azul e branco.
O dispositivo era atado a uma das cadeiras ejectáveis (à escolha) e permitia ao piloto abandonar a aeronave em caso de iminente queda ou abatimento.
Para caber no cockpit, teria de ser retirada a cadeira do RIO, o oficial de radar e assim acomodar piloto+cadeira+páraquedas.
Era uma diversão atirar o páraquedas e observar o piloto a aterrar em segurança. Por esta altura os páraquedas de brinquedo eram um êxito e uma vez mais, a Hasbro fez uso do seu vasto conhecimento de mercado.
Incluído com o
Piloto de Caça
Nome de Código: Ace
Nome de arquivo: Brad Armbruster, J.
Especialidade Militar primária: Piloto de asa fixa, motores simples e múltiplos
Especialidade Militar secundário: Operações de Informação
Local de nascimento: Providence, RI
Grade: O-3 (Capitão, USAF)
Ace preferia voar do que fazer qualquer outra coisa. Durante o ensino médio, ele trabalhava depois da escola e fins de semana para pagar aulas de vôo. Passou um ano a voar em pipelines no Alasca e de dois anos em vôo acrobático para filmes. Alistou-se na USAF com a idade de 22.
Última missão anterior à entrada nos G.I.Joe: instrutor senior na Esquadra de Armamento de Caça da USAF "Os agressores" (escola de treino de pilotos de combate). Perito qualificado: F-5E, F-15, F-16, XP-14 / F.
Ace tem uma falha de caráter grave: poker feroz. A predileção para o jogo normalmente seria suficiente para desqualificar um candidato para a equipa G.I. Joe, mas no caso de Armbruster dificilmente se pode chamar jogo porque nunca perde. É por isso que o chamamos Ás (Ace)!
Em 1990, esta figura era incluída nalgumas caixas do Phantom X-19. Era exactamente igual.
A bordo do U.S.S. Flagg, o porta-aviões que nunca chegou a ser comercializado em Portugal.
Catapultado para mais uma missão!
Outra das possíveis razões do seu enorme sucesso em Portugal, foi coincidir com o lançamento do mega sucesso da SEGA, After Burner, um jogo de Arcade que pegando no sucesso de Top Gun, se tornou durante largos anos uma referência nos simuladores de combate. E a estrela do jogo: F-14 Tomcat.
A apresentar mensagens correspondentes à consulta Skystriker ordenadas por relevância. Ordenar por data Mostrar todas as mensagens
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quinta-feira, 15 de março de 2012
quarta-feira, 4 de abril de 2012
Veículo da semana: Assault Helicopter Dragonfly XH-1
O Dragonfly pertencia à 2ª série original (EUA) e à 1ª série de veículos a constituir fonte de comércio em Portugal. Na realidade, de 1983 só 3 veículos chegariam a terras Lusas. Além deste XH-1, chegaram Skystriker e Polar Battle Bear. O Dragonfly (versão Action Force) foi o meu 2º veículo. Custou perto de 4.000 escudos (qualquer coisa como 20€ actualmente se não tivermos a inflação em linha de conta). Baseado no Bell AH-1 Cobra, este helicóptero foi durante as primeiras séries de animação (que não passavam na RTP em Portugal), uma das principais imagens de marca do poderio aéreo dos G.I.Joe.
Incrivelmente detalhado e com uma cor absolutamente perfeita, este helicóptero de ataque era o terror das forças Cobra. Esguio como o verdadeiro "HueyCobra", esta versão X era equipada com 2 motores. Fazia as delícias dos amantes do material bélico ao serviço dos mais pequenos... assim como dos graúdos.
O cockpit tinha lugar para duas figuras (piloto e artilheiro) e podia transportar mais 2 figuras nos patins de aterragem. Vinha também equipado com um gancho que permitia o transporte de carga ou veículos.
Armado "até aos dentes", transportava 4 mísseis Sidewinder e 2 variantes H.E. para ataque ao solo. Um canhão de 160mm guiado por laser, um mini-canhão X-551 de 60mm, uma lança-granadas M34 e claro, um gatling de 25mm Vulcan.
A versão original (de 1983 que aqui apresento), pertencente à 2ª série (EUA) vinha com uma torre frontal multi-direccional. Além de rotar no plano horizontal, este sistema permitia movimentar as armas verticalmente.
A 2ª versão (ainda lançada nos EUA em finais de 1983) seria aquela que chegaria a Portugal em 1987 com as cores Action Force. Podemos assim observar em cima as duas versões. À esquerda, a 2ª versão (mais comum) e à direita, a versão original. A da esquerda, como referido, seria aquela que chegaria com a 1ª série lançada em Portugal.
Como se pode perceber, o posicionamento do canhão era mais limitado. No entanto e ao mesmo tempo, era uma forma de nunca nos termos de preocupar com o maior problema dos originais que ao fim de algum (natural) uso, perdia a capacidade de se manter na horizontal uma vez que era sustentado pela fricção dos seus pernos no interior da torre.
Enquanto brinquedo, era uma peça admirável. E trazendo um botão na lateral esquerda, o motor de fricção da hélice podia ser activado sem tocar no rotor.
A beleza do sistema livre permitia que também se pudesse girar o rotor principal sem recorrer ao botão. Esta vertente, nas mãos de uma criança, era claramente vantajosa para a continuidade da integridade física do motor de fricção.
Incluído com este veículo de cavalaria aérea, vinha o seu piloto, Wild Bill. E para recortar na caixa, a sua BIO, aqui em versão Action Force (onde o local de nascimento diferia da versão americana uma vez que Action Force era uma força internacional enquanto G.I.Joe era uma força quase senão mesmo exclusivamente Norte-Americana):
Piloto de Helicóptero
Nome de Código: Wild Bill
Nome de Arquivo: Hardy, William S. Número de Série: RA056403211
Especialidade Militar Primária: Piloto de Helicóptero
Especialidade Militar Secundária: Piloto de Asa Fixa, Armeiro de Aeronaves
Local de Nascimento: Hull, Inglaterra Grau: LC-4(Oficial Miliciano)
Hardy serviu como soldado de infantaria de combate e participou em várias operações no exterior durante os anos 60 e 70. Realistou-se na Escola de Voo para Oficiais Milicianos e, desde então, permaneceu em serviço.
Formação Especializada: SECRETA. Perito Qualificado: pistola automática M1191A (preferência por revólveres de acção simples Colt .45), espingarda de ataque XM-16.
Amável e demorado a falar. Wild Bill sempre se imaginou como um cantor de folclore e country - e nunca é visto sem o seu genuíno chapéu Texano. Totalmente honesto nas relações pessoais, mas sem nunca deixar de exagerar nas suas histórias para diversão dos seus companheiros.
Missão de reconhecimento no Golfo do México...
Incrivelmente detalhado e com uma cor absolutamente perfeita, este helicóptero de ataque era o terror das forças Cobra. Esguio como o verdadeiro "HueyCobra", esta versão X era equipada com 2 motores. Fazia as delícias dos amantes do material bélico ao serviço dos mais pequenos... assim como dos graúdos.
O cockpit tinha lugar para duas figuras (piloto e artilheiro) e podia transportar mais 2 figuras nos patins de aterragem. Vinha também equipado com um gancho que permitia o transporte de carga ou veículos.
Armado "até aos dentes", transportava 4 mísseis Sidewinder e 2 variantes H.E. para ataque ao solo. Um canhão de 160mm guiado por laser, um mini-canhão X-551 de 60mm, uma lança-granadas M34 e claro, um gatling de 25mm Vulcan.
A versão original (de 1983 que aqui apresento), pertencente à 2ª série (EUA) vinha com uma torre frontal multi-direccional. Além de rotar no plano horizontal, este sistema permitia movimentar as armas verticalmente.
A 2ª versão (ainda lançada nos EUA em finais de 1983) seria aquela que chegaria a Portugal em 1987 com as cores Action Force. Podemos assim observar em cima as duas versões. À esquerda, a 2ª versão (mais comum) e à direita, a versão original. A da esquerda, como referido, seria aquela que chegaria com a 1ª série lançada em Portugal.
Como se pode perceber, o posicionamento do canhão era mais limitado. No entanto e ao mesmo tempo, era uma forma de nunca nos termos de preocupar com o maior problema dos originais que ao fim de algum (natural) uso, perdia a capacidade de se manter na horizontal uma vez que era sustentado pela fricção dos seus pernos no interior da torre.
Enquanto brinquedo, era uma peça admirável. E trazendo um botão na lateral esquerda, o motor de fricção da hélice podia ser activado sem tocar no rotor.
A beleza do sistema livre permitia que também se pudesse girar o rotor principal sem recorrer ao botão. Esta vertente, nas mãos de uma criança, era claramente vantajosa para a continuidade da integridade física do motor de fricção.
Incluído com este veículo de cavalaria aérea, vinha o seu piloto, Wild Bill. E para recortar na caixa, a sua BIO, aqui em versão Action Force (onde o local de nascimento diferia da versão americana uma vez que Action Force era uma força internacional enquanto G.I.Joe era uma força quase senão mesmo exclusivamente Norte-Americana):
Piloto de Helicóptero
Nome de Código: Wild Bill
Nome de Arquivo: Hardy, William S. Número de Série: RA056403211
Especialidade Militar Primária: Piloto de Helicóptero
Especialidade Militar Secundária: Piloto de Asa Fixa, Armeiro de Aeronaves
Local de Nascimento: Hull, Inglaterra Grau: LC-4(Oficial Miliciano)
Hardy serviu como soldado de infantaria de combate e participou em várias operações no exterior durante os anos 60 e 70. Realistou-se na Escola de Voo para Oficiais Milicianos e, desde então, permaneceu em serviço.
Formação Especializada: SECRETA. Perito Qualificado: pistola automática M1191A (preferência por revólveres de acção simples Colt .45), espingarda de ataque XM-16.
Amável e demorado a falar. Wild Bill sempre se imaginou como um cantor de folclore e country - e nunca é visto sem o seu genuíno chapéu Texano. Totalmente honesto nas relações pessoais, mas sem nunca deixar de exagerar nas suas histórias para diversão dos seus companheiros.
Missão de reconhecimento no Golfo do México...
quarta-feira, 20 de dezembro de 2017
30 anos em Portugal!
Ao fim de quase 5 anos de inactividade e de um surpreendente largo número de pedidos de regresso, está de volta o www.gijoeportugal.com! E que melhor momento do que celebrar os 30 anos de presença de G.I.JOE em Portugal? Na realidade, por aqui a história começou com Action Force, pela altura do Natal de 1987, e era, como a maioria sabe, nome atribuído aos Joes no Reino Unido e Irlanda, e cuja história já explorei aqui nalguns posts. Mas regressemos ao passado!
Numa era repleta de brinquedos de qualidade em que o preço compensava com a qualidade do produto, o mercado era dominado pelo He-Man e os seus Masters of the Universe, Lego e Playmobil como seria de esperar. Ainda se vendia bastante Star Wars (O Regresso do Jedi ainda estava bem fresco), Zoids, e TANTOS outros que escuso de enumerar. Era, de facto, complicado impressionar. E eis que chega Action Force.
sábado, 28 de janeiro de 2012
Veículo da semana: Phantom X-19 Stealth Fighter
De volta às aeronaves e apresentando uma das mais espectaculares de sempre. À data, o mais secreto e mortífero avião em existência. Este caça-bombardeiro conseguia penetrar as linhas inimigas a uma velocidade acima de Mach 3.5 (mais de 3700Km/h)!
Este veículo foi lançado no mercado americano em 1988 e chegaria em finais de 1989 a Portugal. A 1ª versão a chegar ao nosso país trazia Ace (piloto do XP-14F Skystriker) embora o nome do piloto se mantivesse fiel ao original (ou que deveria trazer), Ghostrider. Nessas primeiras versões, a foto de Ace era colada em cima do canto onde a figura original era representada. Em 1990, com a série 4 (portuguesa) em pleno comércio, chegaram os "verdadeiros".
Lado a lado, versão americana (esquerda) e 1ª versão europeia por assim dizer (à direita). Não é claro se a distribuição destas variantes era aleatória, ou se simplesmente tenha havido um atraso na produção de figuras "Ghostrider" no Reino Unido obrigando a Hasbro a lançar estas versões "provisórias". De qualquer modo, a figura Ace era exactamante igual à de 1983 (que chegara a Portugal em 1987 com o XP-14F como já referi).
Uma vez mais podemos observar a diferença no fabrico de versões americanas e "europeias". A versão do Reino Unido (que era a que geralmente tínhamos acesso) tinha uma fuselagem mais clara embora as partes verdes sejam mais escuras. São muito semelhantes e a única forma de perceber que mísseis pertencem a que versão é dispondo do termo de comparação.
Mais notória é de facto a patilha que abre (e fecha) o trem de aterragem. À direita, a versão "europeia" que é puxada num ângulo de 45º. Esta versão estava também disponível nos EUA, embora claro está, com as cores USA. Existem de facto 3 versões deste sistema ao contrário do que é referido nalguns websites de referência. 2 deles baseados na patilha da direita, e a que podem observar à esquerda com um sistema de slide que no entanto não apresenta um gancho de paragem na cauda da aeronave. Esta é a versão mais rara.
Quanto ao avião em si, é de uma elegância extraordinária. Baseado no mito do F19, vai buscar ideias aos dois aviões mais reconhecidos como o misterioso avião: o Lockheed F19 (projecto Have Blue) e o Northrop Loral F19 Spectre. Se eram projectos reais ou não, continua um mistério. Mas o mito deu à luz esta maravilha da Hasbro que como se sabe, acabava por desenvolver veículos com base em veículos que muitas vezes só seriam realidades contemporâneas (leia-se do conhecimento público) anos mais tarde.
De acordo com a informação da própria caixa, o propósito do desenvolvimento da tecnologia furtiva (stealth) é a produção de aeronaves capazes de penetrar as linhas inimigas e com precisão largar armamento sem ser detectado. Assim, parte do seu armamento é escondido na própria fuselagem e só mostrado quando usado. Podemos ver a forma como os canhões para combate a baixa velocidade surgem quando as lâminas das asas abrem.
O Phantom X-19 Stealth Fighter tem um poderoso armamento: 2 mísseis ar-ar BY-106 "Little Guy" de longo alcance, 2 canhões laser duplos de pulso, e além dos 2 canhões de combate a baixa velocidade anteriormente referidos, conta também com 2 "Bullseye II" mísseis guiados assistidos por computador.
Dotado de uma asa de estabilização e uma câmera de ângulo aberto, pode ser guiada pelo piloto até ao alvo, embora sendo assistido por computador, este míssil de voo rasante é geralmente independente quando adquire o alvo.
Toda a estrutura da aeronave é composta por material que absorve o sinal do radar. Suave nas suas linhas, é também semelhante ao famoso mito(?) do projecto Aurora.
Motor de jacto triplo com entradas de ar de baixo perfil de infravermelhos com indução de ar dirigida por lâminas de titânio.
Na cauda está montado o sistema de aviso de detecção. O acesso ao motor é permitido quando accionado pelo trem de aterragem, o travão-aéreo (air brake ou speedbreak) abre.
O acesso ao cockpit. Montado em carris, a cobertura desliza para revelar as posições do piloto e navegador/ oficial de controlo de armamento.
Composto por camadas de dióxido de silício (silica), o vidro do cockpit é resistente a altas temperaturas.
Incluído com o X-19 vinha o seu piloto, Ghostrider. Engenheiro aeronáutico especializado em caças furtivos, via o termo furtivo como uma forma de estar. Ter a coragem de voar adaptado ao perfil do terreno (NOP- Nap Of the Earth) sem ser detectado. Um tipo de voo que a alta velocidade não permite o mais pequeno erro. E o Major Jonas Jeffries não se importa. A invisibilidade sempre foi a sua especialidade desde os tempos de escola primária onde agia de um modo que passava despercebido aos professores.
Uma das melhores figuras de pilotos da linha, trazia um cachecol em tecido que é extremamente frágil e raro. Se conseguirem uma figura destas sem o cachecol, o melhor é começar a pensar em fazer um, porque a probabilidade de encontrá-lo é ínfima e mesmo que encontrem, não estará nas melhores condições.
Este veículo foi lançado no mercado americano em 1988 e chegaria em finais de 1989 a Portugal. A 1ª versão a chegar ao nosso país trazia Ace (piloto do XP-14F Skystriker) embora o nome do piloto se mantivesse fiel ao original (ou que deveria trazer), Ghostrider. Nessas primeiras versões, a foto de Ace era colada em cima do canto onde a figura original era representada. Em 1990, com a série 4 (portuguesa) em pleno comércio, chegaram os "verdadeiros".
Lado a lado, versão americana (esquerda) e 1ª versão europeia por assim dizer (à direita). Não é claro se a distribuição destas variantes era aleatória, ou se simplesmente tenha havido um atraso na produção de figuras "Ghostrider" no Reino Unido obrigando a Hasbro a lançar estas versões "provisórias". De qualquer modo, a figura Ace era exactamante igual à de 1983 (que chegara a Portugal em 1987 com o XP-14F como já referi).
Uma vez mais podemos observar a diferença no fabrico de versões americanas e "europeias". A versão do Reino Unido (que era a que geralmente tínhamos acesso) tinha uma fuselagem mais clara embora as partes verdes sejam mais escuras. São muito semelhantes e a única forma de perceber que mísseis pertencem a que versão é dispondo do termo de comparação.
Mais notória é de facto a patilha que abre (e fecha) o trem de aterragem. À direita, a versão "europeia" que é puxada num ângulo de 45º. Esta versão estava também disponível nos EUA, embora claro está, com as cores USA. Existem de facto 3 versões deste sistema ao contrário do que é referido nalguns websites de referência. 2 deles baseados na patilha da direita, e a que podem observar à esquerda com um sistema de slide que no entanto não apresenta um gancho de paragem na cauda da aeronave. Esta é a versão mais rara.
Quanto ao avião em si, é de uma elegância extraordinária. Baseado no mito do F19, vai buscar ideias aos dois aviões mais reconhecidos como o misterioso avião: o Lockheed F19 (projecto Have Blue) e o Northrop Loral F19 Spectre. Se eram projectos reais ou não, continua um mistério. Mas o mito deu à luz esta maravilha da Hasbro que como se sabe, acabava por desenvolver veículos com base em veículos que muitas vezes só seriam realidades contemporâneas (leia-se do conhecimento público) anos mais tarde.
De acordo com a informação da própria caixa, o propósito do desenvolvimento da tecnologia furtiva (stealth) é a produção de aeronaves capazes de penetrar as linhas inimigas e com precisão largar armamento sem ser detectado. Assim, parte do seu armamento é escondido na própria fuselagem e só mostrado quando usado. Podemos ver a forma como os canhões para combate a baixa velocidade surgem quando as lâminas das asas abrem.
O Phantom X-19 Stealth Fighter tem um poderoso armamento: 2 mísseis ar-ar BY-106 "Little Guy" de longo alcance, 2 canhões laser duplos de pulso, e além dos 2 canhões de combate a baixa velocidade anteriormente referidos, conta também com 2 "Bullseye II" mísseis guiados assistidos por computador.
Dotado de uma asa de estabilização e uma câmera de ângulo aberto, pode ser guiada pelo piloto até ao alvo, embora sendo assistido por computador, este míssil de voo rasante é geralmente independente quando adquire o alvo.
Toda a estrutura da aeronave é composta por material que absorve o sinal do radar. Suave nas suas linhas, é também semelhante ao famoso mito(?) do projecto Aurora.
Motor de jacto triplo com entradas de ar de baixo perfil de infravermelhos com indução de ar dirigida por lâminas de titânio.
Na cauda está montado o sistema de aviso de detecção. O acesso ao motor é permitido quando accionado pelo trem de aterragem, o travão-aéreo (air brake ou speedbreak) abre.
O acesso ao cockpit. Montado em carris, a cobertura desliza para revelar as posições do piloto e navegador/ oficial de controlo de armamento.
Composto por camadas de dióxido de silício (silica), o vidro do cockpit é resistente a altas temperaturas.
Incluído com o X-19 vinha o seu piloto, Ghostrider. Engenheiro aeronáutico especializado em caças furtivos, via o termo furtivo como uma forma de estar. Ter a coragem de voar adaptado ao perfil do terreno (NOP- Nap Of the Earth) sem ser detectado. Um tipo de voo que a alta velocidade não permite o mais pequeno erro. E o Major Jonas Jeffries não se importa. A invisibilidade sempre foi a sua especialidade desde os tempos de escola primária onde agia de um modo que passava despercebido aos professores.
Uma das melhores figuras de pilotos da linha, trazia um cachecol em tecido que é extremamente frágil e raro. Se conseguirem uma figura destas sem o cachecol, o melhor é começar a pensar em fazer um, porque a probabilidade de encontrá-lo é ínfima e mesmo que encontrem, não estará nas melhores condições.
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