quarta-feira, 11 de abril de 2012

Personagem do dia: Gung-Ho (U.S. Marine Dress Uniform)

"Gung-Ho" é uma expressão usada pelos marines (fuzileiros navais) americanos que deriva do chinês "trabalho de equipa". No corpo (de fuzileiros) significa ser entusiástico e acabou mesmo por ser, com o passar do tempo, uma expressão para classificar aqueles que agiam com uma mistura de coragem e impulso. No mundo dos Joes, Gung-Ho é uma das figuras mais conhecidas e representa com orgulho o Corpo de Fuzileiros dos EUA. 


A 1ª versão a chegar a Portugal foi a de 1987(EUA) que era já a 2ª versão desta figura. A 1ª (1983), com camuflado e o emblema do corpo tatuado no peito era mais representativa do esprit de corps. Assim, acabámos por receber (e conhecer) Gung-Ho numa versão em uniforme de gala no ano de 1989.


Sendo sargento, Gung-Ho vinha com a espada de suboficial e com uma folha de autocolantes para serem aplicados nos braços e peito. Medalhas e divisas. Embora fosse comum haver uma alteração de local de nascimento nas versões Action Force, sendo Gung-Ho um Fuzileiro Americano, a sua ficha manteve-se naturalmente original.


Na folha ou aplicados, desde que os autocolantes estejam presentes, a figura é considerada completa.


BIO:
Nome de Código:
Gung-ho
Uniforme de Gala de Fuzileiro Naval dos EUA

Nome do arquivo: La Fitte, Etienne R. SN: MC 564-88-3900
Especialidade Militar Primária: Instrutor de Reconhecimento
Especialidade Militar Secundária: Instrutor de Treino de Guerra na Selva
Local de nascimento: Fer-de Lance, Louisiana Grau: E-7 (Sargento)

Gung-Ho nasceu e cresceu num pântano, foi para o campo de treino num pântano e passou a maior parte da sua carreira Corpo de Fuzileiros Navais esgueirando-se em pântanos de outros países com um lançador de granadas nas suas mãos. Ele pode rastejar pela mais desagradável lama-preta, água fedorenta, borbulhando lodo por uma semana com metade do corpo coberto de sanguessugas e a outra metade crua com picadas de insetos e ainda fazer uma formação de inspeção às 0700 com latão polido, sapatos engraxados a cuspo , vincos como lâminas e um ar de mau nos seu olhos. Isso é um fuzileiro naval!

sábado, 7 de abril de 2012

Personagem do dia: Outback

No auge da popularidade dos (então) Action Force, o catálogo de 1989 trazia uma das figuras que se tornou mais procurada nas lojas: Outback. Ou como era conhecido por muitos, o "Survival". Esta alcunha estava relacionada com a mesma palavra que se encontrava na sua t-shirt


Perito em sobrevivência, este sargento das forças especiais do exército americano (Army Rangers) assemelhava-se nas feições a Chuck Norris, um dos maiores e mais prestigiados actores em filmes de acção e "guerra". Estávamos no final dos anos 80 e a popularidade de Norris estava ao rubro.


Embora não exista qualquer relação oficial com o actor, e pese embora a Hasbro tivesse como modus operandi moldar as caras das figuras de acordo com muitos dos seus trabalhadores, a companhia tinha uma forma peculiar de aproveitamento das modas. E muitos coleccionadores acreditam que esta figura, era de facto em "homenagem" a Chuck.


Original de 1987(EUA), Outback trazia acessórios que o colocavam entre os mais "militarizados" operacionais. O "autêntico herói americano" ao estilo do Rambo, vinha com lanterna de combate (que se encaixava na perna esquerda - e se podia perder com enorme facilidade), cinta com bolsas, mochila e espingarda automática. O torso desta figura seria reutilizado para formar a figura "Super Trooper". 


Fazendo parte do catálogo de 1989(Portugal), Outback era mostrado como líder de esquadrão, o que ainda o tornava mais requisitado enquanto brinquedo. De notar que tanto os desenhos animados como bandas desenhadas tinham um papel importantíssimo no tempo de vida das linhas de figuras de acção. E a Hasbro (especialmente nos Estados Unidos) era perita na longevidade das séries quando o potencial era favorável. E no caso de G.I.Joe, era vasto.


BIO:
Nome de Código:
Outback
Perito em Sobrevivência

Especialidade Militar Primária: Infantaria
Especialidade Militar Secundária: Instrutor de treino de sobrevivência
Local de nascimento: Big Piney, Wyoming Grau: E-5

Outback era um instrutor, tanto na Escola de Sobrevivência na Selva como no Centro de Treino de Guerra. Tem ampla experiência na América Central e pode ou não pode ter participado em operações clandestinas no Médio Oriente. A maioria das pessoas são intimidadas pelo território selvagem:/ 1: a completa ausência da mão do homem. Outback não. Ele acredita em fazer parte do seu ambiente, não vê-lo como seu adversário!

Trechos do Exército do Livro de Mão dos Rangers dos EUA (edição de 1969)

S - Avalie a situação
U - Precipitação deixa resíduos
R - Lembre-se onde está
V - Vença o medo e pânico
I - Melhore a sua situação
V - Valorize a vida
A - Aja como os nativos
L - Aprenda habilidades básicas

quarta-feira, 4 de abril de 2012

Veículo da semana: Assault Helicopter Dragonfly XH-1

O Dragonfly pertencia à 2ª série original (EUA) e à 1ª série de veículos a constituir fonte de comércio em Portugal. Na realidade, de 1983 só 3 veículos chegariam a terras Lusas. Além deste XH-1, chegaram Skystriker e Polar Battle Bear. O Dragonfly (versão Action Force) foi o meu 2º veículo. Custou perto de 4.000 escudos (qualquer coisa como 20€ actualmente se não tivermos a inflação em linha de conta). Baseado no Bell AH-1 Cobra, este helicóptero foi durante as primeiras séries de animação (que não passavam na RTP em Portugal), uma das principais imagens de marca do poderio aéreo dos G.I.Joe


Incrivelmente detalhado e com uma cor absolutamente perfeita, este helicóptero de ataque era o terror das forças Cobra.  Esguio como o verdadeiro "HueyCobra", esta versão X era equipada com 2 motores. Fazia as delícias dos amantes do material bélico ao serviço dos mais pequenos... assim como dos graúdos.


O cockpit tinha lugar para duas figuras (piloto e artilheiro) e podia transportar mais 2 figuras nos patins de aterragem. Vinha também equipado com um gancho que permitia o transporte de carga ou veículos.


Armado "até aos dentes", transportava 4 mísseis Sidewinder e 2 variantes H.E. para ataque ao solo. Um canhão de 160mm guiado por laser, um mini-canhão X-551 de 60mm, uma lança-granadas M34 e claro, um gatling de 25mm Vulcan


A versão original (de 1983 que aqui apresento), pertencente à 2ª série (EUA) vinha com uma torre frontal multi-direccional. Além de rotar no plano horizontal, este sistema permitia movimentar as armas verticalmente.


A 2ª versão (ainda lançada nos EUA em finais de 1983) seria aquela que chegaria a Portugal em 1987 com as cores Action Force. Podemos assim observar em cima as duas versões. À esquerda, a 2ª versão (mais comum) e à direita, a versão original. A da esquerda, como referido, seria aquela que chegaria com a 1ª série lançada em Portugal.    


Como se pode perceber, o posicionamento do canhão era mais limitado. No entanto e ao mesmo tempo, era uma forma de nunca nos termos de preocupar com o maior problema dos originais que ao fim de algum (natural) uso, perdia a capacidade de se manter na horizontal uma vez que era sustentado pela fricção dos seus pernos no interior da torre.


Enquanto brinquedo, era uma peça admirável. E trazendo um botão na lateral esquerda, o motor de fricção da hélice podia ser activado sem tocar no rotor.

A beleza do sistema livre permitia que também se pudesse girar o rotor principal sem recorrer ao botão. Esta vertente, nas mãos de uma criança, era claramente vantajosa para a continuidade da integridade física do motor de fricção.


Incluído com este veículo de cavalaria aérea, vinha o seu piloto, Wild Bill. E para recortar na caixa, a sua BIO, aqui em versão Action Force (onde o local de nascimento diferia da versão americana uma vez que Action Force era uma força internacional enquanto G.I.Joe era uma força quase senão mesmo exclusivamente Norte-Americana):

Piloto de Helicóptero
Nome de Código: Wild Bill

Nome de Arquivo: Hardy, William S. Número de Série: RA056403211
Especialidade Militar Primária: Piloto de Helicóptero
Especialidade Militar Secundária: Piloto de Asa Fixa, Armeiro de Aeronaves
Local de Nascimento: Hull, Inglaterra Grau: LC-4(Oficial Miliciano)

Hardy serviu como soldado de infantaria de combate e participou em várias operações no exterior durante os anos 60 e 70. Realistou-se na Escola de Voo para Oficiais Milicianos e, desde então, permaneceu em serviço.
Formação Especializada: SECRETA. Perito Qualificado: pistola automática M1191A  (preferência por revólveres de acção simples Colt .45), espingarda de ataque XM-16.

Amável e demorado a falar. Wild Bill sempre se imaginou como um cantor de folclore e country - e nunca é visto sem o seu genuíno chapéu Texano. Totalmente honesto nas relações pessoais, mas sem nunca deixar de exagerar nas suas histórias para diversão dos seus companheiros.


Missão de reconhecimento no Golfo do México...

sexta-feira, 30 de março de 2012

Personagem do dia: Fast Draw

Transportando às suas costas um sistema de mísseis portátil "FANFIR", Fast Draw era o especialista em sistemas balísticos móveis de 1987(EUA). Uma figura que fazia lembrar os Centurions da Kenner que haviam debutado no ano anterior nos Estados Unidos. Tendo essa série de animação chegado a Portugal (ao contrário das figuras), Fast Draw tornou-se em 1989 (ano de lançamento da série a que pertencia), um dos mais procurados.


Como antes referi, trazia dois mísseis "FANFIR" que ao contrário da maior parte do armamento e equipamento da linha, não era baseado num míssil existente. Na realidade o nome era baseado na mitologia nórdica. Assim, FANFIR queria dizer "Foguete de Infantaria de lançamento sem tubo de sistema dispara e esquece".


Com um fato de amianto com uma textura que se assemelhava à pele de um réptil, protegia-se dos gases provenientes do lançamento dos mísseis. Fast Draw era um pistoleiro da era moderna e com o seu poder de fogo, podia dar-se ao luxo de enfrentar carreiras de blindados Cobra


A série de 1989 (em Portugal) contava com figuras com muitos acessórios. Fast Draw era um dos melhores exemplos. Viseira amovível (e removível), mochila que era construída com 3 peças (plataforma de mísseis e 2 lados de encaixe), 2 comandos de lançamento, 2 tubos de encaixe dos comandos à mochila e claro, os 2 mísseis. No entanto, a peça mais fácil de perder e complicada de encontrar numa figura actualmente é o tubo de ligação da viseira à mochila.


Imagem do catálogo de 1989 em Portugal. A plataforma de lançamento rodava 360º permitindo assim uma completa e perfeita esfera de tiro...


Bio:
Nome de Código:
Fast Draw
Especialista em mísseis móveis
Fast Draw (rápido a sacar) carrega o novo sistema de mísseis FANFIR * e usa o traje de proteção necessário para se proteger dos gases de escape quentes. A aquisição de alvos FANFIR e dispositivos teleguiados são auto-contidos no próprio míssil permitindo que o operador encontre abrigo imediatamente após o lançamento. São projetadas telas de alvos trancados no interior da placa frontal do capacete, bem como avisos de ameaças e avarias. O míssil é extremamente rápido e resistente a interferência ECM *.
"Fast Draw pensa em si mesmo como um pistoleiro do velho-oeste. Um esquadrão inteiro de COBRA STUNs poderia estar a rodar na paisagem em sua direcção e ele fica parado com uma fileira de mísseis em cada mão e com o olhar "vem-cá-buscar"em seus olhos. Podem chamá-lo de arrogante, mas pelo menos ele tem o poder de fogo para apoiá-lo ".
* Foguete de Infantaria não lançado por tubo Fire and Forget (dispara e esquece)
* Contra-medida Electrónica

  

sexta-feira, 23 de março de 2012

Tiger Force - Os veículos - Série 1

A Tiger Force era uma sub-série que reaproveitava moldes de veículos já vistos noutra cor ou facção. Com pintura amarela, castanha e branca, acentuavam-se com naturalidade as riscas tigradas. Quanto à sua origem e história, esta Força de Intervenção dos G.I.Joe tem como missão procurar e desactivar as bases Cobras colocadas nos locais selvagens mais remotos. A esta unidade especial, são geralmente entregues as missões secretas mais arriscadas. Para tal, usavam ou veículos descomissionados (G.I.Joe) ou capturados (Cobra). 

  

A Tiger Force chegou a Portugal como parte do catálogo de 1990. Original de 1988(EUA), na Europa seriam lançadas algumas das figuras originais verdadeiramente raras e pelo menos uma variante de veículo. No entanto, hoje deitamos um olhar à 1ª série de veículos que como já referi, debutou em Portugal no já longínquo ano de 1990.


Tiger Paw. Como se pode observar, a cobertura de armazenamento atrás do banco tem a marca "Action Force". Decorria o ano de transição de Action Force para G.I.Joe: The Action Force. Este veículo é um dos ATV Cobra Ferret capturados pelos G.I.Joe.


Tiger Shark. Outro veículo capturado, foi em tempos um Cobra Water Moccasin.


Tiger Cat. Um novo look do sempre fenomenal Snow Cat.


Tiger Fly. Colocando de novo em acção um dos estandartes dos G.I.Joe, o helicóptero de assalto Dragonfly XH-1 que teremos em breve oportunidade de aqui rever.

No ano seguinte, seriam lançados mais 2 veículos em Portugal. Tiger Fish e Tiger Sting, que veremos noutra ocasião.

 

quinta-feira, 15 de março de 2012

Veículo da semana: Combat Jet Skystriker [XP-14F]

Considerado por muitos o expoente máximo de excelência da linha, esta visão da Hasbro do mítico caça-bombardeiro F-14 Tomcat é uma gema em qualquer colecção.


De um realismo notável (com as devidas modificações que o classificavam como X - avião experimental) esta aeronave estava bem presente na juventude portuguesa, sendo que o filme TOP GUN havia estreado no ano anterior.


Assim, o Skystriker chegava a Portugal com a 1ª série de Action Force em 1987, embora fosse um original de 1983 (EUA). O piloto (Ace) equipado com um fato de voo para grande altitude seria certamente revisto se a Hasbro sonhasse que o Top Gun sairia em 1986 e Ace teria certamente um aspecto a la Tom Cruise (Maverick).


Como antes referido, este XP-14F era baseado na aeronave bilugar da Grumman, o famoso Tomcat. As cadeiras eram "ejectáveis" e o trem de aterragem retráctil.

 

Tal como o "verdadeiro" Tomcat, as asas eram de geometria variável que recolhiam quando a aeronave atingia velocidade supersónica.


Conforme explícito na imagem, podíamos abrir e fechar as asas sem lhes tocar. Ao mesmo tempo que recuavam, também o trem de aterragem recolhia.


Para auxiliar as portas dos fossos do trem no fecho, este veículo tinha duas molas (uma em cada porta) que evitavam que as ditas peças ficassem penduradas. Este pequenos detalhes de "engenharia de brinquedos" eram muito comuns nos anos 80 embora a excelência de G.I.Joe se destacasse. E nesse registo, de notar a marca G.I.Joe nos pneus. Uma coisa estranha para quem não conhecia o verdadeiro nome de "Action Force".


Carregado de mísseis, um destaque para a réplica do AIM-54 Phoenix que por esta altura só podia ser lançado desta aeronave, uma vez que o alcance do sofisticado míssil de um milhão de dólares tinha de ser apoiado por um radar que só o Tomcat dispunha, um Pulse Doppler com capacidade para seguir 6 alvos ao mesmo tempo. Na realidade, esta aeronave foi desenvolvida e pensada precisamente para uso dos Phoenix, os mísseis ar-ar com alcance de 100 milhas (sensivelmente 160km).


No nariz, o canhão E41-A1 Vulcan de 50mm (a substituir nesta versão X o de 20mm do F-14 que se localizava na parte de baixo e não em cima).


De resto, 1 canhão E-81 Aero Vulcan na barriga, 2 Site-5 Sidewinder, 2 Site-3 Sparrow e claro, 2 Site 3-Z Phoenix.


O posicionamento do trem de aterragem não é igual ao F-14. As aeronaves de G.I.Joe têm (quase) todas a designação X uma vez que se baseiam em aeronaves reais. Possivelmente para "fugir" aos direitos dos fabricantes ou pelo menos a alguns. Não obstante ser diferente, é uma peça fenomenal e a silhueta do F-14 completamente perceptível.


Incluído, vinha um páraquedas camuflado. Diferia da versão americana usando a versão que havia sido utilizada para outro acessório da mesma natureza que não seria lançado em Portugal. No original lê-se G.I.Joe entre as listras ao centro. Neste, foram deixadas em branco. A versão incluída com o original de 1983 tem uma águia desenhada e lê-se Skystriker no grafismo azul e branco.

  

O dispositivo era atado a uma das cadeiras ejectáveis (à escolha) e permitia ao piloto abandonar a aeronave em caso de iminente queda ou abatimento.


Para caber no cockpit, teria de ser retirada a cadeira do RIO, o oficial de radar e assim acomodar piloto+cadeira+páraquedas.


Era uma diversão atirar o páraquedas e observar o piloto a aterrar em segurança. Por esta altura os páraquedas de brinquedo eram um êxito e uma vez mais, a Hasbro fez uso do seu vasto conhecimento de mercado.


Incluído com o Combat Jet Skystriker [XP-14F], vinha o seu piloto, Ace
Bio:  Piloto de Caça
Nome de Código: Ace
Nome de arquivo: Brad Armbruster, J.
Especialidade Militar primária: Piloto de asa fixa, motores simples e múltiplos
Especialidade Militar secundário: Operações de Informação
Local de nascimento: Providence, RI
Grade: O-3 (Capitão, USAF)

Ace preferia voar do que fazer qualquer outra coisa. Durante o ensino médio, ele trabalhava depois da escola e fins de semana para pagar aulas de vôo. Passou um ano a voar em pipelines no Alasca e de dois anos em vôo acrobático para filmes. Alistou-se na USAF com a idade de 22.

Última missão anterior à entrada nos G.I.Joe: instrutor senior na Esquadra de Armamento de Caça da USAF "Os agressores" (escola de treino de pilotos de combate). Perito qualificado: F-5E, F-15, F-16, XP-14 / F.

Ace tem uma falha de caráter grave: poker feroz. A predileção para o jogo normalmente seria suficiente para desqualificar um candidato para a equipa G.I. Joe, mas no caso de Armbruster dificilmente se pode chamar jogo porque nunca perde. É por isso que o chamamos Ás (Ace)!

Em 1990, esta figura era incluída nalgumas caixas do Phantom X-19. Era exactamente igual.

 

A bordo do U.S.S. Flagg, o porta-aviões que nunca chegou a ser comercializado em Portugal.


Catapultado para mais uma missão!


Outra das possíveis razões do seu enorme sucesso em Portugal, foi coincidir com o lançamento do mega sucesso da SEGA, After Burner, um jogo de Arcade que pegando no sucesso de Top Gun, se tornou durante largos anos uma referência nos simuladores de combate. E a estrela do jogo: F-14 Tomcat.  

 

domingo, 4 de março de 2012

Personagem do dia: Astro-Viper

Nome de código para os Cobranautas, Astro-Vipers são os combatentes espaciais dos Cobra. Especialistas em comunicações e electrónica, a sua condição física enquanto (ex) pilotos de Night Raven torna-os perfeitos para o trabalho.


De facto, os Astro-Vipers são escolhidos entre as linhas dos Strato-Vipers, que são já alterados cirurgicamente para sustentar todo o esforço do vôo a grande altitude e por demorados períodos. Sendo os Strato-Vipers uma elite, escolhida entre os melhores Air-Vipers, estes Astro-Vipers são a elite da elite. Convém pensar nisso antes de enfrentar um... ou vários. 


Enquanto figura, é excelente e representativa de uma série de prós e contras de algumas destas figuras de 3 3/4" ou 9.5cm. Os prós: detalhe, pintura, múltiplos acessórios, articulação, para referir alguns que me parecem mais relacionados com os contras. Ou seja, os contras estão directamente associados aos prós. Se o detalhe e a pintura são fantásticos, são também frágeis. Se os acessórios são muitos, perdem-se. Se a articulação é de múltiplos pontos, desgasta-se tornando os membros da figura soltos. Conclusão: sendo peças de colecção, e até com alguma resistência, há que tomar precauções de forma a preservar o bom estado das figuras.


O Astro-Viper chegaria a Portugal em 1989, curiosamente apenas um ano após o seu lançamento no mercado internacional. É um original de 1988(EUA). Vinha equipado com um "jet-backpack" que lhe permitia mover-se rapidamente em diferentes ambientes atmosféricos. Era também uma arma, dispondo de 2 canhões incorporados. Na imagem, os apoios dos braços estão acoplados ao corpo principal da "mochila", mas são peças independentes. E tudo o que podem ver em termos de pinos, partem-se. Por vezes, até ao retirar as mangueiras ou finos tubos que são comuns a muitas e muitas figuras da linha.


BIO: A tecnologia de vigilância por satélite é absolutamente vital para a espionagem militar moderna. Satélites de rastreamento intrincados deve ser mantidos e reparados no local e como a rede de "olhos-no-céu" Cobra cresce, mais e mais reparos são necessários, necessitando de técnicos mais capazes de resistir a repetidos lançamentos com altos G e longos tempos em órbita.
"Os Cobranauts são recrutados das fileiras de Strato-Vipers, aqueles pilotos dos Night Raven, que são natural e artificialmente condicionados para vôo a  grande altitude e manobras de altos G. Os Cobranauts pilotam os veículos de lançamento e recuperação, operam as estações orbitais e fazem o trabalho de reparação de satélites. Eles gostam de estar lá em cima, onde é frio e escuro. "


Se os G.I.Joe tinham o seu equipamento que embora não tivesse sido comercializado em Portugal na sua forma original, existia desde 1987 (a variante - Crusader Shuttle - viria a estar por cá à venda em 1991); os Cobra tinham também as suas armas. E os Astro-Vipers estavam lá para as proteger, reparar e pilotar!