Outro dos veículos que entrava no 1º anúncio de TV em Portugal em 1987, era o Cobra F.A.N.G. Inclusivamente, pode até dizer-se que foi o 1º veículo a aparecer, sendo que o anúncio começava com uma esquadra destes helicópteros a aparecer como ameaça a um posto Action Force (G.I.Joe). Em 1991, chegaria a versão II deste F.A.N.G., acrónimo para Fully Armed Negator Gyrocopter.
Entre os dois existia uma enorme diferença que ao mesmo tempo serve uma vez mais de exemplo do que era, de facto, a marca. Realismo moderno (F.A.N.G.) e design futurista (F.A.N.G.II).
Originalmente parte da série 2 lançada em 1983 nos EUA, chegaria a Portugal como referido, em 1987. No entanto, eram importados da Rep. da Irlanda com referência de fabrico em 1986. Sendo que os veículos em si vinham datados de 1983, é possível que o fabrico se referisse apenas à embalagem (Action Force).
O Cobra F.A.N.G. é um dos mais mediáticos veículos da linha, tendo "servido de base" para o desenho de versões semelhantes de empresas como a Chap Mei e Lanard.Armado com 4 rockets, uma bomba e um canhão frontal, era uma pequena plataforma de miséria para os Action Force (G.I.Joe). Além do piloto, podia transportar mais 2 figuras nos esquis do trem de pouso.
O "MkII" do F.A.N.G. chegaria a Portugal em 1991, tendo sido lançado em 1989 nos EUA. Era uma aeronave de "tiltrotor", ou seja, os motores eram dirigidos num ângulo de 180º de modo a permitirem uma aterragem e levantamento vertical (VTOL). Mais bem armado que o seu antecessor, possuía além do canhão laser no nariz, 6 mísseis. Teve os seus segundos de fama na TV na mini-série da DIC "Operation Dragonfire" que foi a primeira série de desenhos animados de G.I.Joe a passar em Portugal.
Com o emblema dos corpos aéreos dos Cobra (asas ao lado da Cobra), tinha o habitual esquema de cores, um design arrojado, embora criticado por muitos. Não deixava de ser um veículo interessante, e sendo que foi pilotado pelo Serpentor no referido episódio da DIC, ganhava para mim, um carisma diferente. Nunca o encontrei à venda em Portugal e acabei por comprá-lo muitos anos mais tarde pela internet. Os rotores, sendo apoiados numa haste, rapidamente rodavam descontroladamente uma vez que diminuía a tensão entre as 2 partes que compunham a asa, ou plataforma dos rotores com o passar do tempo.
A apresentar mensagens correspondentes à consulta f.a.n.g. ordenadas por relevância. Ordenar por data Mostrar todas as mensagens
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domingo, 12 de dezembro de 2010
quarta-feira, 20 de dezembro de 2017
30 anos em Portugal!
Ao fim de quase 5 anos de inactividade e de um surpreendente largo número de pedidos de regresso, está de volta o www.gijoeportugal.com! E que melhor momento do que celebrar os 30 anos de presença de G.I.JOE em Portugal? Na realidade, por aqui a história começou com Action Force, pela altura do Natal de 1987, e era, como a maioria sabe, nome atribuído aos Joes no Reino Unido e Irlanda, e cuja história já explorei aqui nalguns posts. Mas regressemos ao passado!
Numa era repleta de brinquedos de qualidade em que o preço compensava com a qualidade do produto, o mercado era dominado pelo He-Man e os seus Masters of the Universe, Lego e Playmobil como seria de esperar. Ainda se vendia bastante Star Wars (O Regresso do Jedi ainda estava bem fresco), Zoids, e TANTOS outros que escuso de enumerar. Era, de facto, complicado impressionar. E eis que chega Action Force.
sábado, 4 de setembro de 2010
Finalmente em Portugal
Bom dia, Joes...
Seria uma frase comum num briefing da série animada nos anos 80 ou 90 e só não digo no filme Rise Of Cobra (lá chegaremos), porque me refiro aos personagens que chegaram a Portugal em 1987, quando a linha já tinha 5 anos de existência... nos EUA, claro. Vamos ter a oportunidade de rever tudo o que foi (e ainda é) o magnífico ciclo histórico destas figuras que modernizaram o meio das figuras de acção e reinventaram o conceito. Se hoje em dia se fala em figuras de acção de 3 3/4" (95mm), é graças à linha dos G.I.Joe dessa escala. E como é sabido por muitos, se lhes chamamos "figuras de acção" é também derivado da existência de figuras do mesmo nome, embora de escala 12" (30cm). Mas tudo isso veremos ao longo dos dias, semanas, meses e anos que se esperam prósperos neste blog!
1987... o início!
Haviam os anúncios a brinquedos como há ainda hoje, aos fins-de-semana de manhã... e "iam para o ar" também aos finais de tarde, pouco antes do jantar. Foi nesta altura que vimos na TV o 1º anúncio de Action Force (G.I.Joe versão Reino Unido desde 1986 importada um ano depois). Os Cobra F.A.N.G.s surgiam por cima de um diorama de montanha atacando uma posição dos nossos heróis, o Cobra Stinger entrava num duelo com o AWE Striker, e tudo isto na mão de crianças que invejávamos. "Toma lá que é para aprenderes a ter maneiras" era a frase com que o actor de voz português terminava o anúncio enquanto a criança do anúncio atingia um F.A.N.G. com um míssil do Air Defense... ... quando o anúncio terminou, os meus olhos brilhavam, e eu não soltava um som. Apena sabia que aquilo era diferente de tudo o que já tinha visto... com 9 anos... estava "apanhado". No dia seguinte, tive o meu primeiro "Joe"... nome de código: "Flint":
Na ausência de Hawk ou Duke que não haviam ainda sido lançados em Portugal, Flint tinha o comando operacional da Action Force. Tinha sido uma boa aquisição! A 2ª, para equilibrar as coisas, seria uma figura do inimigo, um Cobra que é ainda hoje uma das minhas favoritas, o "Snow Serpent", especialista em operações no ártico:
O "filecard", cartão que acompanhava cada figura, referindo nome, especialidade(s), breve história da figura, etc, é o original que foi comprado nessa altura, em ´87. A linha de 1985 (que serviu de plataforma de lançamento em 1986 no Reino Unido e 1987 em Portugal), é pela generalidade dos fãs, reconhecida como a melhor de sempre. Por isso, é natural que tenha conquistado a miudagem (e alguns não tão miúdos) desde o 1º momento. E no que toca a este que vos escreve,verão até que ponto...
... continua.
Seria uma frase comum num briefing da série animada nos anos 80 ou 90 e só não digo no filme Rise Of Cobra (lá chegaremos), porque me refiro aos personagens que chegaram a Portugal em 1987, quando a linha já tinha 5 anos de existência... nos EUA, claro. Vamos ter a oportunidade de rever tudo o que foi (e ainda é) o magnífico ciclo histórico destas figuras que modernizaram o meio das figuras de acção e reinventaram o conceito. Se hoje em dia se fala em figuras de acção de 3 3/4" (95mm), é graças à linha dos G.I.Joe dessa escala. E como é sabido por muitos, se lhes chamamos "figuras de acção" é também derivado da existência de figuras do mesmo nome, embora de escala 12" (30cm). Mas tudo isso veremos ao longo dos dias, semanas, meses e anos que se esperam prósperos neste blog!
1987... o início!
Haviam os anúncios a brinquedos como há ainda hoje, aos fins-de-semana de manhã... e "iam para o ar" também aos finais de tarde, pouco antes do jantar. Foi nesta altura que vimos na TV o 1º anúncio de Action Force (G.I.Joe versão Reino Unido desde 1986 importada um ano depois). Os Cobra F.A.N.G.s surgiam por cima de um diorama de montanha atacando uma posição dos nossos heróis, o Cobra Stinger entrava num duelo com o AWE Striker, e tudo isto na mão de crianças que invejávamos. "Toma lá que é para aprenderes a ter maneiras" era a frase com que o actor de voz português terminava o anúncio enquanto a criança do anúncio atingia um F.A.N.G. com um míssil do Air Defense... ... quando o anúncio terminou, os meus olhos brilhavam, e eu não soltava um som. Apena sabia que aquilo era diferente de tudo o que já tinha visto... com 9 anos... estava "apanhado". No dia seguinte, tive o meu primeiro "Joe"... nome de código: "Flint":
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| 1985 Flint |
Na ausência de Hawk ou Duke que não haviam ainda sido lançados em Portugal, Flint tinha o comando operacional da Action Force. Tinha sido uma boa aquisição! A 2ª, para equilibrar as coisas, seria uma figura do inimigo, um Cobra que é ainda hoje uma das minhas favoritas, o "Snow Serpent", especialista em operações no ártico:
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| 1985 Snow Serpent |
O "filecard", cartão que acompanhava cada figura, referindo nome, especialidade(s), breve história da figura, etc, é o original que foi comprado nessa altura, em ´87. A linha de 1985 (que serviu de plataforma de lançamento em 1986 no Reino Unido e 1987 em Portugal), é pela generalidade dos fãs, reconhecida como a melhor de sempre. Por isso, é natural que tenha conquistado a miudagem (e alguns não tão miúdos) desde o 1º momento. E no que toca a este que vos escreve,verão até que ponto...
... continua.
sábado, 28 de maio de 2011
Segundo Silvo
Em 1989 (EUA) surgia um dos mais apetecidos "remakes". A 2ª versão de um veículo Cobra, o "Sentinela de Alta Velocidade", H.I.S.S. II.
Com lugar para piloto e co-piloto, artilheiro de torre, 4 tropas na sua "bagageira" e mais dois no exterior, foi uma clara evolução do seu antecessor, o original e clássico (nunca lançado em Portugal)... Cobra H.I.S.S.
Mais "musculado", volumoso e bem armado, era certo que se tornaria num adversário de respeito para os G.I.Joe.
Armamento: Canhão triplo de termo-propulsão assente numa torre platinada a titânio, 2 metralhadoras de 100mm, 2 mísseis de superfície totalmente silenciosos e uma vasta capacidade defensiva em termos de casco. Tudo num tanque de alta velocidade.
O acesso ao cockpit era também diferente em termos de design. Enquanto o original era acedido através de "pop-up" do vidro, o H.I.S.S. II contava com um cockpit que descia 45º para que os pilotos entrassem. E aqui, surgia outra novidade na linha... os clips de cintura.
Em 1989, o H.I.S.S. II tornava-se o primeiro veículo a utilizar este sistema (a série seguinte traria meia dúzia de veículos equipados com semelhante atributo) que facilitava sobremaneira a estabilidade das figuras quando a brincadeira se tornava mais atribulada.
Se este veículo, com o seu sistema de acesso ao cockpit foi a razão desta criação, é incerto. Até aí, eram usados cintos de segurança que embora dessem um ar mais realista ao veículo e piloto, como brinquedo tornava-se mais difícil de preparar. No entanto, ambos os sistemas continuariam a ser usados em paralelo nos anos seguintes.
O H.I.S.S. II chegaria a Portugal em 1991.
Sendo um veículo fantástico a muitos níveis, senão quase todos (excepção feita às lagartas não-funcionais), o seu grande trunfo estava na sua traseira. Sendo um veículo de ataque era também uma unidade de transporte de tropas.
Usando um sistema de "tabuleiro", 4 lugares tornavam-se assim acessíveis às forças de defesa ou invasão (mediante o plano de combate). Na foto, 4 Frag-Vipers. A ausência de capacidade de transporte era uma das falhas do H.I.S.S. original que datava de 1983 e que a Hasbro colmatou 6 anos depois. Este era um ano de melhorias, ou pelo menos, novas perspectivas, como o caso do F.A.N.G. II.
Incluído, vinha o piloto deste veículo, Track Viper. Pesados e de grande estatura, eram gozados pela infantaria Viper. A piada girava em torno da ideia que tais indivíduos só se candidatavam ao lugar de "Track Viper" por serem demasiado lentos ou desastrados para terem lugar na infantaria. A verdade é que a sua "construção" lhes dava vantagens noutros campos, enquanto operadores de maquinaria pesada. Além de tomarem conta de tudo o que se passava dentro do H.I.S.S. II, caso houvesse uma emergência fora dele, a sua força física seria útil na manutenção debaixo de fogo.
Com lugar para piloto e co-piloto, artilheiro de torre, 4 tropas na sua "bagageira" e mais dois no exterior, foi uma clara evolução do seu antecessor, o original e clássico (nunca lançado em Portugal)... Cobra H.I.S.S.
Mais "musculado", volumoso e bem armado, era certo que se tornaria num adversário de respeito para os G.I.Joe.
Armamento: Canhão triplo de termo-propulsão assente numa torre platinada a titânio, 2 metralhadoras de 100mm, 2 mísseis de superfície totalmente silenciosos e uma vasta capacidade defensiva em termos de casco. Tudo num tanque de alta velocidade.
O acesso ao cockpit era também diferente em termos de design. Enquanto o original era acedido através de "pop-up" do vidro, o H.I.S.S. II contava com um cockpit que descia 45º para que os pilotos entrassem. E aqui, surgia outra novidade na linha... os clips de cintura.
Em 1989, o H.I.S.S. II tornava-se o primeiro veículo a utilizar este sistema (a série seguinte traria meia dúzia de veículos equipados com semelhante atributo) que facilitava sobremaneira a estabilidade das figuras quando a brincadeira se tornava mais atribulada.
Se este veículo, com o seu sistema de acesso ao cockpit foi a razão desta criação, é incerto. Até aí, eram usados cintos de segurança que embora dessem um ar mais realista ao veículo e piloto, como brinquedo tornava-se mais difícil de preparar. No entanto, ambos os sistemas continuariam a ser usados em paralelo nos anos seguintes.
O H.I.S.S. II chegaria a Portugal em 1991.
Sendo um veículo fantástico a muitos níveis, senão quase todos (excepção feita às lagartas não-funcionais), o seu grande trunfo estava na sua traseira. Sendo um veículo de ataque era também uma unidade de transporte de tropas.
Usando um sistema de "tabuleiro", 4 lugares tornavam-se assim acessíveis às forças de defesa ou invasão (mediante o plano de combate). Na foto, 4 Frag-Vipers. A ausência de capacidade de transporte era uma das falhas do H.I.S.S. original que datava de 1983 e que a Hasbro colmatou 6 anos depois. Este era um ano de melhorias, ou pelo menos, novas perspectivas, como o caso do F.A.N.G. II.
Incluído, vinha o piloto deste veículo, Track Viper. Pesados e de grande estatura, eram gozados pela infantaria Viper. A piada girava em torno da ideia que tais indivíduos só se candidatavam ao lugar de "Track Viper" por serem demasiado lentos ou desastrados para terem lugar na infantaria. A verdade é que a sua "construção" lhes dava vantagens noutros campos, enquanto operadores de maquinaria pesada. Além de tomarem conta de tudo o que se passava dentro do H.I.S.S. II, caso houvesse uma emergência fora dele, a sua força física seria útil na manutenção debaixo de fogo.
sexta-feira, 7 de janeiro de 2011
Acessórios de Batalha
O 2º catálogo a chegar a Portugal foi em 1988. Com ele, uma panóplia de veículos e estações de batalha de um leque de anteriores séries nos EUA (de 1983 a 1986). E uma novidade para Portugal, os acessórios de batalha (que se incluíam na categoria dos veículos).
A unidade de depósito de armas (Ammo Dump Unit - 1985, EUA) era composta por equipamento variado. De caixas de projécteis de menor calibre a rockets e bombas passando até por um bidão de combustível!
A caixa de "madeira" incluía nalguns casos novas pinturas de armamento incluído em veículos que haviam já sido lançados nos EUA e em Portugal no ano anterior (caso do Cobra F.A.N.G.). Trazia também 2 bases para figuras, que era útil para quem gostava de as ter expostas!
Também os Cobra receberiam o seu "acessório de batalha" o Rifle Range Unit, que era uma carreira de tiro para treino. também este "Battlefield Accessory" datava de 1985, série 4 nos EUA. O meu 1º foi comprado num dia de praia e montado na areia. Felizmente, nada se perdeu nem houveram grãos a entrar nos autocolantes.
Nesse catálogo e na mesma imagem dos "acessórios de batalha", vinham também mais "estações de batalha", e também de 1985 nos EUA, o Forward Observer Unit. Formado por uma tenda, monóculo e rádio, (além de armamento) era um posto de observação e ataque por morteiro.
Já de 1986 (EUA) vinha incluído no catálogo de 1988 (Portugal) o L.A.W., uma arma laser de artilharia. Simples, mas fantástica em termos de design. Outra imagem do "possível futuro" nos campos de batalha.
O Outpost Defender era um posto avançado. Um dos meus preferidos. Tinha um aspecto mais "militar" e mais contextualizado com a actualidade (na altura). Trazia uma caixa com 3 espingardas e um canhão para afastar invasores. Também de 1986 (EUA). Uma estação de batalha de médio tamanho, podia abrigar 5 ou 6 Joes no seu interior. Comprei o meu 1º "Outpost" no mesmo dia que comprei o Rifle Range. E foi durante muitos anos um dos meus "habituais" em todas as cenas de acção.
A "versão" dos Cobra era inevitavelmente mais mecânica. Além da fantástica cor que se tornaria conhecida como "Cobra Blue", era uma estação de detecção, transmissão e defesa, bem armada e extremamente bem concebida. Outro favorito, embora só viesse a ter uma destas já como coleccionador. Um original de 1986, fechava a linha de "estações de batalha" da série.
A unidade de depósito de armas (Ammo Dump Unit - 1985, EUA) era composta por equipamento variado. De caixas de projécteis de menor calibre a rockets e bombas passando até por um bidão de combustível!
A caixa de "madeira" incluía nalguns casos novas pinturas de armamento incluído em veículos que haviam já sido lançados nos EUA e em Portugal no ano anterior (caso do Cobra F.A.N.G.). Trazia também 2 bases para figuras, que era útil para quem gostava de as ter expostas!
Também os Cobra receberiam o seu "acessório de batalha" o Rifle Range Unit, que era uma carreira de tiro para treino. também este "Battlefield Accessory" datava de 1985, série 4 nos EUA. O meu 1º foi comprado num dia de praia e montado na areia. Felizmente, nada se perdeu nem houveram grãos a entrar nos autocolantes.
Nesse catálogo e na mesma imagem dos "acessórios de batalha", vinham também mais "estações de batalha", e também de 1985 nos EUA, o Forward Observer Unit. Formado por uma tenda, monóculo e rádio, (além de armamento) era um posto de observação e ataque por morteiro.
Já de 1986 (EUA) vinha incluído no catálogo de 1988 (Portugal) o L.A.W., uma arma laser de artilharia. Simples, mas fantástica em termos de design. Outra imagem do "possível futuro" nos campos de batalha.
O Outpost Defender era um posto avançado. Um dos meus preferidos. Tinha um aspecto mais "militar" e mais contextualizado com a actualidade (na altura). Trazia uma caixa com 3 espingardas e um canhão para afastar invasores. Também de 1986 (EUA). Uma estação de batalha de médio tamanho, podia abrigar 5 ou 6 Joes no seu interior. Comprei o meu 1º "Outpost" no mesmo dia que comprei o Rifle Range. E foi durante muitos anos um dos meus "habituais" em todas as cenas de acção.
A "versão" dos Cobra era inevitavelmente mais mecânica. Além da fantástica cor que se tornaria conhecida como "Cobra Blue", era uma estação de detecção, transmissão e defesa, bem armada e extremamente bem concebida. Outro favorito, embora só viesse a ter uma destas já como coleccionador. Um original de 1986, fechava a linha de "estações de batalha" da série.
terça-feira, 3 de julho de 2012
Personagem do dia: H.E.A.T. Viper
Já fiz anteriormente referência à "última série de ouro", e desta faz parte o H.E.A.T. Viper, soldado anti-tanque que é portanto uma das melhores criações da marca!
A seu favor, um esquema de cores brilhante, a la Bruce Lee tecnologicamente avançado! Armado com um potente lançador de projécteis, pronto a semear a miséria nos comboios de veículos (e não só) dos Joes.
Contra, a mobilidade limitada. O facto de ter uma enorme arma em mãos torna as poses no mínimo complicadas. Detalhe a notar: FANG escrito no lança-rockets.
Cada H.E.A.T. Viper traz consigo 6 rockets que prendem nas pernas. Este é outro factor que limita a mobilidade da figura, mas o que importa isso? É fantástico! Até porque pouca correria se pede a um "homem de bazooka", apenas que dispare e se ponha a andar dali para fora antes que o apanhem...
Lançado em 1989(EUA), chegaria a Portugal em 1991, sendo uma das mais procuradas figuras nos círculos de amigos (e coleccionadores, naturalmente) de que eu fazia parte. Com muitos e detalhados acessórios, continua a ser uma das minhas figuras de eleição.
BIO:
Nome de Código:
H.E.A.T.VIPER
Operador de BAZOOKA dos Cobra
A nova geração de especialistas anti-tanque Cobra está equipada com a mais recente tecnologia perfurante hiper-cinética de alta velocidade guiada por fio. O arnês do tubo de lançamento suportado tem saídas de calor activas e um supressor de infravermelhos para reduzir os perigos de detecção. O sistema de mira é de fibra óptica ligada ao capacete do operador que contém detectores de Gama, computadores para detecção de trajectórias e intensificadores de imagem. Isto permite que o H.EA.T. Viper possa disparar a sua arma por de trás de cobertura em condições adversas de visibilidade.
"Tem de se dar mérito a esses tipos. É precisa muita coragem para apertar o gatilho de um foguete portátil a 60 toneladas de material blindado G.I.Joe em movimento e manter-se imóvel, enquanto aguenta a mira no alvo para orientar o projéctil. Se ele falha o primeiro tiro, não há um G.I. Joe que se preze que deixe o pobre tolo tentar de novo! "c-o11
COBRAAAAAAAAAAAAAAAA!!!
A seu favor, um esquema de cores brilhante, a la Bruce Lee tecnologicamente avançado! Armado com um potente lançador de projécteis, pronto a semear a miséria nos comboios de veículos (e não só) dos Joes.
Contra, a mobilidade limitada. O facto de ter uma enorme arma em mãos torna as poses no mínimo complicadas. Detalhe a notar: FANG escrito no lança-rockets.
Cada H.E.A.T. Viper traz consigo 6 rockets que prendem nas pernas. Este é outro factor que limita a mobilidade da figura, mas o que importa isso? É fantástico! Até porque pouca correria se pede a um "homem de bazooka", apenas que dispare e se ponha a andar dali para fora antes que o apanhem...
Lançado em 1989(EUA), chegaria a Portugal em 1991, sendo uma das mais procuradas figuras nos círculos de amigos (e coleccionadores, naturalmente) de que eu fazia parte. Com muitos e detalhados acessórios, continua a ser uma das minhas figuras de eleição.
BIO:
Nome de Código:
H.E.A.T.VIPER
Operador de BAZOOKA dos Cobra
A nova geração de especialistas anti-tanque Cobra está equipada com a mais recente tecnologia perfurante hiper-cinética de alta velocidade guiada por fio. O arnês do tubo de lançamento suportado tem saídas de calor activas e um supressor de infravermelhos para reduzir os perigos de detecção. O sistema de mira é de fibra óptica ligada ao capacete do operador que contém detectores de Gama, computadores para detecção de trajectórias e intensificadores de imagem. Isto permite que o H.EA.T. Viper possa disparar a sua arma por de trás de cobertura em condições adversas de visibilidade.
"Tem de se dar mérito a esses tipos. É precisa muita coragem para apertar o gatilho de um foguete portátil a 60 toneladas de material blindado G.I.Joe em movimento e manter-se imóvel, enquanto aguenta a mira no alvo para orientar o projéctil. Se ele falha o primeiro tiro, não há um G.I. Joe que se preze que deixe o pobre tolo tentar de novo! "c-o11
COBRAAAAAAAAAAAAAAAA!!!
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