terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Persuasão - O emprego de argumentos

O Persuasor (Persuader, EUA) é um veículo original de 1987 (US) que foi lançado no mercado português em 1989. Um tanque de alta velocidade, era uma plataforma de armamento formidável!

 
Equipado com 6 mísseis "Dart SAM-37", um potentíssimo canhão laser de longo alcance assente numa torre giratória e mais um canhão laser rotativo controlado pelo condutor, este veículo fazia valer o seu nome.

 
Um blindado extremamente rápido com 5 eixos de suspensão independentes, perseguia e atingia os Cobra onde mais doía! Podendo transportar até 8 "Joes", podia ser operado por uma tripulação de 2.


O condutor ficava protegido por um escudo de desvio cuja curvatura impedia um tiro certeiro do inimigo. Genial.


Aqui presentes, duas unidades na versão "Action Force". Embora adorasse a blindagem principal deste carro de combate, não morria de amores pelo peça principal (canhão). Era um veículo relativamente fácil de encontrar. Vários dos meu colegas de escola o tinham e curiosamente não o viam como um "caso sério" de beleza militar. Claro que como noutros casos de veículos e figuras, ele "cresceu" em mim. E hoje em dia adoro cada pormenor nele presente.



Exclusivamente com este veículo vinha o seu condutor, Backstop. Especializado em blindados e infantaria mecanizada, nasceu no Canadá. E como qualquer Canadiano, jogou Hockey até ser castigado por ser recorrente em lesionar adversários. Com medo de represálias, a família foi para os EUA onde a sua carreira de desportista acabava sempre numa paragem pelas mesmas razões. Acabou por encontrar no exército o seu lugar, e mais tarde nos G.I.Joe.  

 

domingo, 20 de fevereiro de 2011

Répteis de Guarda

Durante os anos 80, a base de operações dos Cobra era localizada no Golfo do México. Uma ilha fora do mapa era destacada por serviços secretos e considerada praticamente intransponível. O seu nome, Ilha Cobra. Além dos variados tipos de segurança "hi-tech", o "inimigo" contava com a protecção dos répteis de Croc Master.   


Treinados de forma a serem ainda mais hostis, psicóticos e rápidos, os crocodilos que se movimentavam em certas áreas da ilha eram treinados por um indivíduo que havia sido lutador de Jacarés. Tal condição não só provava o seu (provável) estado de insanidade, como uma enorme dose de coragem e/ ou loucura.


Antes de se juntar aos Cobra, havia fundado uma empresa de segurança cuja fundação se baseava no uso de crocodilos treinados - Guard Gators Inc. Os seus hábitos incluíam passar longas horas em estruturas com água de modo a se manter submerso apenas com as narinas de fora. Tal como os seus "pupilos" tinha um desejo que nunca o abandonava, uma fome...


Sendo parte da 7ª série original (1987 EUA), chegou a Portugal em 1989 com a 3ª série lançada em território lusitano (1989 POR). Uma figura formidável (com um certo look de super vilão) incluía um tubo respiratório que raramente se mantinha no lugar (e facilmente se perdia). Por ser construída em borracha, a trela do seu crocodilo era também relativamente frágil e muito passível de se rasgar.

  

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Gigante do Espaço

Em 1995 chegaria a Portugal um curioso tema para os G.I.Joe: Star Brigade, cuja história a maior parte de nós ignorava completamente. Quem teve o catálogo desse ano talvez se lembre de um gigantesco robot armado... que tendo estado presente de algum modo entre nós (mesmo que só numa imagem de catálogo) merece aqui uma referência.


A era espacial havia já sido palco para batalhas com os Cobra nos anos 80 nos EUA, mas a Portugal só havia chegado nos anos 90. Esta não era portanto a 1ª tentativa da Hasbro em usar o tema, mas foi esta a linha inteiramente dedicada a combate "extra-terreno". Na Grécia, Espanha e Itália, esta série fora lançada em Setembro de 1993 (meses após o lançamento nos EUA) mas só chegaria quase 2 anos depois a Portugal.

   
Quando foi finalmente lançada em Portugal a série de "1995", consegui em pouco tempo encontrar todas as figuras e veículos... mas a "peça central" escapou-me sempre. Ainda hoje penso se algum terá chegado a Portugal. Frustrado com a minha demanda, tive de ir a França para encontrar um "Armor-Bot". Depois da excitação inicial ao encontrá-lo, tive um calafrio quando olhei para as linhas de fala. Infelizmente, não fazendo parte dos países que usam as linguagem originais nas figuras que "falam", todas as linhas do meu novo "Mech"... vinham em francês.

 
Não obstante estar a lidar com uma pequena frustração, facilmente me esquecia quando olhava para a gloriosa peça. Um gigantesco guardião que lembrava um pouco o filme "Aliens". Um dos braços tinha um canhão Gatling que lançava mísseis através de uma mola (accionada por gatilho). O outro além de uma garra retráctil, dispunha de um "dedo" que permitia agarrar objectos e claro está, andróides inimigos.


No interior da sua cabeça, era o cockpit que alojava duas figuras. Condutor e artilheiro. Estávamos na era dourada das figuras com sons e luzes, e este "Robot Armado" tinha um canhão no queixo que se iluminava ao som dos tiros. Com articulação limitada, era no entanto bastante convincente. Usava esferas nas articulações, o que permitia amplos movimentos.

 
As vozes (neste caso em Francês) eram activadas com o botão esquerdo, sendo o direito aquele que accionava a luz e sons de tiros do canhão. Este gigante era de tal forma grande que foi incorporada uma pega no seu design. Esta deve ter sido a 2ª ou 3ª vez que o Armor Bot saíu da caixa. E se repararem, já se nota um leve tom de amarelo no plástico. É impressionante! 


A figura incluída era uma versão exclusiva do General Hawk. Em versão "Amor-Tech", era o comandante da Star Brigade. Veterano da guerra lunar (onde se deram as primeiras batalhas fora da Terra), tinha o comando estratégico das operações. O seu novo "brinquedo", era o Armor-Bot. E não havia Cobra que podendo fugir, o enfrentasse quando estava no cockpit deste gigantesco defensor. 

 

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Comunicações - Cobra

Numa força militar de alta tecnologia, não poderiam faltar operacionais de comunicações. Essa função era atribuída aos Tele-Vipers. Talvez os menos "venenosos" das forças Cobra (não tinham armamento), eram no entanto altamente preciosos. Tanto no campo de batalha entre a infantaria, nos postos avançados ou em bases primárias, eram eles que garantiam as comunicações entre unidades.


Especializado em comunicações e electrónica, um Tele-Viper é um operador terrestre de rádio e telecomunicações. A sua mochila é uma unidade de transmissão e recepção VHF com alternador de frequência, unidade de encriptação e interferência. O capacete incorpora microfones e auscultadores com amortecedores de ruído. Na viseira, recebe uma leitura da sua unidade de transmissão.


Original de 1985 (USA), foi uma das figuras da primeira série disponível em Portugal (1987). Acima, um dos Tele-Vipers está equipado com acessórios do 1988 Cobra Battle Gear Accessory Pack a que foi feita referência quando falei dos Homens-rã dos Cobra. Enquanto figura, era relativamente frágil (especialmente a pintura da face) e não é fácil encontrar um Tele-Viper em perfeitas condições. Como a maioria das figuras das primeiras séries, o gancho da virilha partia-se facilmente tornando-o quase inútil para exibir.  


 

domingo, 6 de fevereiro de 2011

Caos!

Em 1988 chegaria a Portugal mais um peculiar veículo de conceito futurista, embora e como sempre, perfeitamente integrado no mundo militar. H.A.V.O.C. (Veículo Pesado Articulado Transportador de Material Bélico).

   
Incluindo uma figura, era capaz de transportar até 12 e trazia escondido na sua traseira, um veículo de reconhecimento avançado. Com 4 mísseis, 2 canhões frontais e 2 traseiros, completava o arsenal com uma estação armada posicionável que se encontrava no topo do veículo.


O veículo de reconhecimento tinha capacidade para um ocupante e tinha duas turbinas que lhe permitia sustentar-se numa almofada de ar. Equipado com 2 canhões, podia inclusivamente ser mais um "ás" na manga se a batalha se tornasse mais feroz.

Um original de 1986 (USA), o H.A.V.O.C. era imponente e cheio de modernos detalhes. Além do veículo de almofada de ar que acima se encontra arrumado no interior do veículo-base, o enorme canhão duplo movia-se 60º e os braços que o sustentavam podiam permitir que este se movesse frontalmente acima da cabine do condutor. Ambos os eixos das lagartas podiam ser dirigidos, permitindo uma maior manobrabilidade.


O condutor e co-piloto conduziam deitados (que também por si era uma curiosa inovação). Para mim e no longínquo ano de 1988, este veículo teve lugar de destaque no seio da minha colecção. E hoje, não só traz memórias de "grandes batalhas", como goza o seu merecido descanso junto a outra unidade que entretanto acabei por comprar. 


A figura incluída era o condutor, Cross-Country.Operador de material pesado, a sua especialização primária era blindados. Era conhecido pela sua habilidade de condução de veículos pesados e por encontrar no mais difícil dos terrenos, o melhor caminho.


Se na foto acima tenha ficado a ideia que o H.A.V.O.C. mais claro era uma variante, é conveniente alertar uma vez mais para os perigos da exposição ao sol. Se nuns casos (plásticos cinzentos e brancos) o efeito é amarelado, noutros não é menos devastador embora o resultado possa parecer mais "interessante".

 

domingo, 23 de janeiro de 2011

Gémeos

No catálogo de 1988 (Portugal) vinha um par de figuras de peso na hierarquia Cobra. Os Gémeos Tomax e Xamot, comandantes da Guarda Sanguinária (Crimson Guard).


Originais de 1985 (USA), os Twins eram a face empresarial da organização Cobra. O lado administrativo. Embora os tentáculos da organização terrorista tivesse outras fontes de "contorno" da lei como a Arbco, Naja Hanna Video Corp, entre outras. A empresa destes gémeos, Extensive Enterprises, lidava directamente com as necessidades dos Cobra e era esta a função para a qual fora criada, embora num universo paralelo houvesse uma ideia que já existia antes de ser "adquirida" pelos Cobra.



Quando não combatiam de fato e gravata a lutar pelos interesses dos Cobra, os Twins eram também admiráveis oponentes no campo de batalha militar liderando as tropa de elite Crimson Guard em perigosas missões.




Aproveitando a teoria da sensibilidade comprovada dos gémeos idênticos, a história de Tomax e Xamot era constantemente paralela e muitas vezes levada ao exagero. Quando um se encontrava numa situação dolorosa, essa dor era sentida pelo outro e assim acabavam por bater em retirada com as suas tropas. No entanto, essa ligação era geralmente mais útil do que comprometedora, sendo que lhes permitia transmitir ideias entre si sem proferir uma palavra e dando origem às interessantes linhas de diálogo que um iniciava e outro terminava.


Tomax e Xamot eram imagens espelhadas um do outro. A única diferença visível entre eles era a cicatriz que Xamot apresentava na face do lado esquerdo. Curiosamente, a cicatriz passou para o lado direito na série de TV da Sunbow/ Marvel (que nunca passou oficialmente na TV portuguesa mas alguns de nós podiam ver por satélite).


Os Crimson Guard Commanders eram figuras excepcionais. Embora inversamente iguais entre si, eram diferentes de todas as outras a muitos níveis. Eram figuras de comando, de facto. A pintura (em camadas e altamente frágil), o detalhe, a imagem, mostravam desde logo que não eram "simples" números. Eram líderes. A minha primeira parelha de gémeos sofreu muito e acabou por ter de ser substituída por outra. Todos os entusiastas que conheci e que os tenham tido na sua infância, adoravam estas figuras. E na eventualidade de se terem tornado coleccionadores, é mais que provável que os tenham de ter substituído algures no tempo. Afinal, eram para isso que serviam, para brincar.

   

sábado, 15 de janeiro de 2011

Montagem

Tendo esperado 24 anos por este privilégio e há mais de 10 anos à espera de uma decisão da minha consciência, decidi montar um Snow Cat. Não é o exclusivo do Toys R Us de 2003, mas o "verdadeiro", o original de 1985 nos EUA e que chegou a Portugal com a 1ª colecção em 1987.


Sacrilégio, dirão muitos, sendo que o valor de um veículo destes selado é 5 vezes superior ao resultado da minha profanação. Mas este era o momento. Tendo mostrado aqui tantas razões que formam a minha opinião quanto à superioridade desta marca, faltaria sempre mostrar efectivamente a diferença entre o passado e o presente no que toca à montagem de um brinquedo de culto.


Quando retirávamos o conteúdo da caixa, além da figura de acção e dos acessórios da mesma (quando existiam), o nosso veículo assemelhava-se a um kit de modelo. Estávamos em 1987 e os aviões de montar, carros e barcos eram presenças muito comuns no mercado. Muito procurados até pelas crianças. A Hasbro soube explorar isso com sapiência.  


Uma primeira leitura oblíqua das instruções e uma olhadela para as peças serviam para verificar se tudo estava presente. Como se pode ver, muitas das peças vinham em "árvores" de plástico. E embora as diferentes partes fossem facilmente removidas, os restos de plástico que vinham agarrados, embora não fossem notórios, podiam ser removidos com um x-acto (ou um bisturi para os mais modelistas) para que as superfícies ficassem suaves. O resultado era um grupo maior ou mais pequeno de peças prontas a integrar o veículo.


Era chegado o momento. Iniciar a montagem. A cada peça que encaixava na perfeição (como era apanágio dos veículos até finais dos anos 90) só temia que algo se partisse, uma vez que este Snow Cat estava guardado há quase uma dúzia de anos. Mas o plástico de boa qualidade esteve à altura da sua fama. 


Quando o chassis encaixou no topo superior e comecei a ver o "gato da neve" a ganhar a sua forma característica, não pude deixar de sorrir com a nostalgia. Lembro-me bem de olhar para o catálogo e em vão, procurar nas lojas. Este é outro dos meus favoritos de sempre.


O próximo passo era a montagem dos torpedos e encaixe dos mísseis. Finalmente, a aplicação dos autocolantes. Esta é a versão original (G.I.Joe). A versão que chegou a Portugal em 1987 era Action Force. Em termos de autocolantes, curiosamente, a versão "europeia" era imensamente superior. Os autocolantes eram de maior qualidade e durabilidade. Os autocolantes de 1985 deste Snow Cat são um autêntico desastre. A cola abandonava a parte de contacto e expandia para fora, dando um aspecto horrendo de contraste com a imaculada área a que se destinava. Enfim, detalhes.


 O "Gato" estava pronto. E não eram os autocolantes que me iriam estragar a festa. Este veículo, com capacidade para 10 figuras, é uma imagem perfeita da razão que me fez estar aqui, mais de duas décadas volvidas, a apreciar em silêncio e calma aparente... uma jóia.


Tudo neste veículo é demonstrativo da era e intemporalidade desta colecção. As peças são funcionais e não só de decoração. Depois da montagem, torna-se um brinquedo robusto e durável. Pronto para aventuras e campos de batalha. Preparado para enfrentar os Cobra


Na cabine, e para gáudio dos leitores, o condutor incluído com este veículo, Frostbite.


Especializado em condução de veículos a motor e de blindados, viveu toda a sua vida em meios gelados e áridos. Ingressando no exército, teve treino de armamento ligeiro e mecânica. Um sobrevivente e um precioso membro dos G.I.Joe.

 

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Andróides

Em 1988 com o 2º catálogo, chegaria uma figura andróide, o B.A.T. (Battle Android Trooper). Original de 1986 nos EUA, pertencia à 5ª série norte-americana.


As tropas andróides dos Cobra eram de uma utilidade que em muitos casos superava a dos humanos. Não só seguiam ordens sem questionar, não se queixavam, não tinham dores, não pediam mais dinheiro nem comida, eram as unidades ideais para enviar para batalhas onde o risco era grande.

 
Como figura era inovadora na marca, pois trazia como armas acessórios conectáveis à mão direita. Além de uma mão que podia segurar qualquer acessório de qualquer figura, na sua mochila trazia armas variadas. No peito, e como sinal dos tempos, um holograma que mudava de imagem conforme o ângulo. Naquela altura todos nós brincámos com réguas de holograma que mudavam a imagem conforme a inclinávamos. Foi o conceito adaptado a esta figura.


E porque o holograma era impresso em cartão, o mais comum acidente devia-se à falha da colagem (uma gota de plástico quente) que fazia com que o holograma caísse e muitas vezes se perdesse. Uma gota de cola de colagem rápida resolvia o problema.

 
A música do genérico de G.I.Joe diz "they never say die" (eles nunca dizem morre). E como estes B.A.T. eram andróides, na série animada eram os únicos a serem destruídos. Outro sinal dos tempos... altura em que os desenhos animados eram também "anúncios de serviço público".

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Acessórios de Batalha

O 2º catálogo a chegar a Portugal foi em 1988. Com ele, uma panóplia de veículos e estações de batalha de um leque de anteriores séries nos EUA (de 1983 a 1986). E uma novidade para Portugal, os acessórios de batalha (que se incluíam na categoria dos veículos).


A unidade de depósito de armas (Ammo Dump Unit - 1985, EUA) era composta por equipamento variado. De caixas de projécteis de menor calibre a rockets e bombas passando até por um bidão de combustível!

A caixa de "madeira" incluía nalguns casos novas pinturas de armamento incluído em veículos que haviam já sido lançados nos EUA e em Portugal no ano anterior (caso do Cobra F.A.N.G.). Trazia também 2 bases para figuras, que era útil para quem gostava de as ter expostas!


Também os Cobra receberiam o seu "acessório de batalha" o Rifle Range Unit, que era uma carreira de tiro para treino. também este "Battlefield Accessory" datava de 1985, série 4 nos EUA. O meu 1º foi comprado num dia de praia e montado na areia. Felizmente, nada se perdeu nem houveram grãos a entrar nos autocolantes.


Nesse catálogo e na mesma imagem dos "acessórios de batalha", vinham também mais "estações de batalha", e também de 1985 nos EUA, o Forward Observer Unit. Formado por uma tenda, monóculo e rádio, (além de armamento) era um posto de observação e ataque por morteiro.


Já de 1986 (EUA) vinha incluído no catálogo de 1988 (Portugal) o L.A.W., uma arma laser de artilharia. Simples, mas fantástica em termos de design. Outra imagem do "possível futuro" nos campos de batalha.


O Outpost Defender era um posto avançado. Um dos meus preferidos. Tinha um aspecto mais "militar" e mais contextualizado com a actualidade (na altura). Trazia uma caixa com 3 espingardas e um canhão para afastar invasores. Também de 1986 (EUA). Uma estação de batalha de médio tamanho, podia abrigar 5 ou 6 Joes no seu interior. Comprei o meu 1º "Outpost" no mesmo dia que comprei o Rifle Range. E foi durante muitos anos um dos meus "habituais" em todas as cenas de acção.


A "versão" dos Cobra era inevitavelmente mais mecânica. Além da fantástica cor que se tornaria conhecida como "Cobra Blue", era uma estação de detecção, transmissão e defesa, bem armada e extremamente bem concebida. Outro favorito, embora só viesse a ter uma destas já como coleccionador. Um original de 1986, fechava a linha de "estações de batalha" da série.

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

Triciclo armado

Em 1987 (EUA) os Dreadnoks receberam um dos veículos mais dignos da sua imagem de marca... o Dreadnok (Tri-)Cycle...


Com capacidade para dois ocupantes (condutor e artilheiro) vinha equipado com um canhão assente numa base que rodava 360º e 2 mísseis anti-tanque guiados por laser.

 
De simples construção e de plástico pouco quebrável, era um dos brinquedos com mais durabilidade da colecção. Se bem que para o manter em condição de coleccionável exigia que não se rodasse com ele em terrenos ásperos porque as rodas não tinham qualquer revestimento de borracha.


Um dos meus favoritos em 1989 (quando foi lançado em Portugal), veio substituir a minha estranha criação que havia sido montada com partes de um Ferret. Sempre adorei ATVs e este é de facto um veículo único.  na imagem, Monkeywrench no lugar de condutor e Road Pig no canhão...


Road Pig é um caso diferente de todos os outros Dreadnoks. Foi o único a atravessar um período experimental com o grupo, antes de ser oficialmente integrado. Era demasiado mau mesmo para os parâmetros deles. Extremamente ofensivo e odioso, além de cheirar demasiado mal...


Original da 7ª série (1988, EUA) chegou a Portugal em 1990. Recordo-me de o comprar no Pão de Açucar (Jumbo) a 595$ escudos (cerca de 3€ na moeda actual). Esta figura fazia lembrar o Arnold Schwarzenegger a muita gente, e eu não era excepção.