1991. Estreava finalmente na televisão portuguesa G.I.Joe, heróis internacionais. Este acontecimento veio com alguma naturalidade impulsionar ainda mais a marca que vivia (ainda) anos de saúde na Europa.
Um dos personagens que mais se destacou desde o 1º momento foi o caçador furtivo dos Cobra, Gnawgahyde. Bom, dos Cobra no sentido em que estava deliberadamente ao seu serviço, embora fosse da facção "Dreadnok" cujos elementos não estavam muito certos quanto à sua lealdade. Na primeira série a passar em Portugal, "Operation Dragonfire", mudava de facção de acordo com os seus interesses, e muitas vezes sem saber bem porquê.
A série que chegou a Portugal em 1991 a ter apoio dos desenhos animados da DIC, era a original de 1989. E foi uma série que como tive já oportunidade de referir, primava por muitos detalhes. Uma coisa que as figuras tiveram nesse ano, foi um arsenal reforçado como podem observar pela figura acima. Muitas das figuras dessa série vinham bastante apetrechadas.
A 8ª série trouxe também veículos de elevada qualidade e detalhe, e o "Pulverizer" embora não fosse um dos mais notórios, era o último veículo da "Battle Force 2000" a ser lançado... e o único a chegar a Portugal. Quanto mais não seja, é digno de nota por isso. Certamente digno de referência é o facto de ter comigo o anúncio de TV deste veículo e que irei postar mais tarde. É um dos pouco que consegui encontrar nas velhinhas VHS e que se encontra ainda em condição de ser digitalizado.
O Pulverizer utilizava um sistema harmónico de plástico para suspender o seu canhão laser. Não era muito estável, mas o aspecto era interessante. Na foto observa-se um veículo em perfeitas condições no 1º plano e um veículo já levemente atacado pelo sol no 2º. Nunca tive a oportunidade de ver esta "máquina em pessoa". Embora tivesse tido um colega de turma que o tinha, mas os nossos caminhos de G.I.Joe nunca se cruzaram...
quinta-feira, 21 de outubro de 2010
domingo, 17 de outubro de 2010
Estilo pós apocalíptico
De volta aos anos dourados de G.I.Joe e a uma das séries de maior sucesso, a 5ª nos EUA. O ano era 1988 e a Portugal chegava a 2ª série "portuguesa", a original de 1986. Com ela, uma panóplia de fantásticas figuras e complexos veículos que rivalizava com a do ano anterior. Um dos veículos que mais me seduziu, foi o Dreadnok Thunder Machine.
Uma máquina que parecia tirada da série Mad Max que havia concluído em 1985 (Além da Cúpula do Trovão), vinha equipada com 2 canhões rotativos "gatling", e um motor de jacto!
Este veículo era mais uma mostra do poderia da marca em relação às demais. Com pneus em borracha, eixo frontal que se movia para esquerda e direita, placas blindadas amovíveis, e uma quantidade considerável de detalhes, era um brinquedo extremamente completo.
E como todos os veículos de tamanho e preço considerável, continha uma figura original. Thrasher era o piloto/condutor da "Máquina Trovão". Era um Dreadnok, às ordens de Zartan. O seu ficheiro fala-nos da sua infância e juventude de classe média durante a qual nunca nada lhe faltou e nunca nada que lhe tivesse sido dado tivesse tido um fim feliz. Um menino mimado transformado terrorista. A figura é bem capaz de ser uma das melhores de sempre, com deliciosos pormenores como os picos nas caneleiras. A 1ª figura de Thrasher que tive, comprei em 2ª mão por pouco mais de 1.5€ na moeda actual.
Este veículo transporta 6 figuras e é sem dúvida alguma um dos meus favoritos. Andei largos anos até encontrar um modelo em perfeitas condições tendo tido cerca de 5 às peças na minha colecção. Actualmente são só 2. Tive vários colegas de escola que tinham esta máquina trovão, mas estranhamente nunca tive a felicidade de ver alguma delas nos tempos que brincávamos juntos. Inexplicavelmente, não era um dos veículos que mais apreciassem, e como tal nunca vinha com eles. Falta de sorte a minha!
Uma máquina que parecia tirada da série Mad Max que havia concluído em 1985 (Além da Cúpula do Trovão), vinha equipada com 2 canhões rotativos "gatling", e um motor de jacto!
Este veículo era mais uma mostra do poderia da marca em relação às demais. Com pneus em borracha, eixo frontal que se movia para esquerda e direita, placas blindadas amovíveis, e uma quantidade considerável de detalhes, era um brinquedo extremamente completo.
E como todos os veículos de tamanho e preço considerável, continha uma figura original. Thrasher era o piloto/condutor da "Máquina Trovão". Era um Dreadnok, às ordens de Zartan. O seu ficheiro fala-nos da sua infância e juventude de classe média durante a qual nunca nada lhe faltou e nunca nada que lhe tivesse sido dado tivesse tido um fim feliz. Um menino mimado transformado terrorista. A figura é bem capaz de ser uma das melhores de sempre, com deliciosos pormenores como os picos nas caneleiras. A 1ª figura de Thrasher que tive, comprei em 2ª mão por pouco mais de 1.5€ na moeda actual.
Este veículo transporta 6 figuras e é sem dúvida alguma um dos meus favoritos. Andei largos anos até encontrar um modelo em perfeitas condições tendo tido cerca de 5 às peças na minha colecção. Actualmente são só 2. Tive vários colegas de escola que tinham esta máquina trovão, mas estranhamente nunca tive a felicidade de ver alguma delas nos tempos que brincávamos juntos. Inexplicavelmente, não era um dos veículos que mais apreciassem, e como tal nunca vinha com eles. Falta de sorte a minha!
quarta-feira, 13 de outubro de 2010
Fim anunciado
Antes de voltar aos anos dourados e às múltiplas razões que me levaram a ficar fã desta linha de figuras de acção, fazemos uma viagem rápida (longa seria doloroso) ao último ano oficial de comercialização em Portugal da linha de 3 3/4".
O ano é 1995 e a série é a 12º de 1993 nos EUA. Acima na foto está o Cobra Ice Snake , veículo de ataque polar e misto de bom conceito e péssima escolha de materiais e forma de fabrico. As opiniões dividem-se. Alguns fãs acreditam que era falta de imaginação, outros que era uma tentativa de adaptação ao novo mercado inundado de molas e elásticos que antes eram proibidos no fabrico dos canhões. Outros haviam que acreditavam que era de certo modo propositado de forma a "fechar a loja" dos G.I.Joe de 3 3/4" na sua vertente militar convencional e embarcar em novas aventuras de "fantástico". Ao ver deste fãs, era algo que vinha a ser feito nos últimos anos. E quanto a isso, com eles e de comum acordo estavam os que defendiam a falta de imaginação.
O tom enferrujado é algo que este Ice Snake ganhou, não era original. Curiosamente fica até bem, caso fosse customizado, mas enquanto peça original é apenas mais uma vítima de queimadura do sol. Este plástico é extremamente frágil a esse factor. Quanto ao veículo em si, não é assim tão mau como algumas peças de 1993 (1995 em Portugal). Esta linha, agora com a nomenclatura "Battle Corps" tinha desenhos de qualidade e a mecânica de alguns era até interessante, mas muito abaixo do que nos habituara a Hasbro. Os autocolantes eram berrantes e o plástico era geralmente e como acima referido, de má qualidade. Já não eram visões realistas de máquinas de guerra, mas sim suportes para as figuras, que por sua vez perdiam classe com o passar do anos.
Este veículo particularmente foi comprado no Jumbo, hoje Auchan. Não havia figuras à venda, mas apenas este, e poucos mais como um outro veículo que partilhava partes deste veículo polar como as rodas, mísseis e canhão, e que estará aqui também um dia - quando todos recuperarmos do choque ao rever este ano de 1995. Este foi também o ano em que surgiram as figuras de Street Fighter II entre outras distintas e estranhas curiosidades. E foi o último ano em que no formato de 3 3/4", G.I.Joe apareceu de forma lata no mercado português.
O ano é 1995 e a série é a 12º de 1993 nos EUA. Acima na foto está o Cobra Ice Snake , veículo de ataque polar e misto de bom conceito e péssima escolha de materiais e forma de fabrico. As opiniões dividem-se. Alguns fãs acreditam que era falta de imaginação, outros que era uma tentativa de adaptação ao novo mercado inundado de molas e elásticos que antes eram proibidos no fabrico dos canhões. Outros haviam que acreditavam que era de certo modo propositado de forma a "fechar a loja" dos G.I.Joe de 3 3/4" na sua vertente militar convencional e embarcar em novas aventuras de "fantástico". Ao ver deste fãs, era algo que vinha a ser feito nos últimos anos. E quanto a isso, com eles e de comum acordo estavam os que defendiam a falta de imaginação.
O tom enferrujado é algo que este Ice Snake ganhou, não era original. Curiosamente fica até bem, caso fosse customizado, mas enquanto peça original é apenas mais uma vítima de queimadura do sol. Este plástico é extremamente frágil a esse factor. Quanto ao veículo em si, não é assim tão mau como algumas peças de 1993 (1995 em Portugal). Esta linha, agora com a nomenclatura "Battle Corps" tinha desenhos de qualidade e a mecânica de alguns era até interessante, mas muito abaixo do que nos habituara a Hasbro. Os autocolantes eram berrantes e o plástico era geralmente e como acima referido, de má qualidade. Já não eram visões realistas de máquinas de guerra, mas sim suportes para as figuras, que por sua vez perdiam classe com o passar do anos.
Este veículo particularmente foi comprado no Jumbo, hoje Auchan. Não havia figuras à venda, mas apenas este, e poucos mais como um outro veículo que partilhava partes deste veículo polar como as rodas, mísseis e canhão, e que estará aqui também um dia - quando todos recuperarmos do choque ao rever este ano de 1995. Este foi também o ano em que surgiram as figuras de Street Fighter II entre outras distintas e estranhas curiosidades. E foi o último ano em que no formato de 3 3/4", G.I.Joe apareceu de forma lata no mercado português.
sábado, 9 de outubro de 2010
Odiado pelos pares
Com o verdadeiro "look" de pirata, Zanzibar era um membro diferente dos Dreadnoks. Odiavam-no desde o momento em que chegou ao gang. Pela própria forma como ingressou, ao tentar roubar a gasolina de 2ª qualidade que havia vendido ao líder do grupo, Zartan, tendo de certo modo caído nas suas "boas graças" pelo humor da situação. Zartan resolveu deixá-lo por perto, até porque seria mais fácil controlá-lo. Mas era especialmente posto de parte por razões de higiene e por roubar os outros membros do gang.
Zanzibar (arquipélago) foi território colonizado por árabes na África oriental. Curiosamente, o primeiro europeu a pisar aquelas ilhas foi Vasco da Gama. O resto é história para quem a quiser descobrir acerca da terra natal de Freddie Mercury, mas achei piada ao pesquisar um pouco mais sobre a terra que deu o nome a este personagem.
Original da 6ª série nos EUA em 1987, chegou a Portugal em 1989. Produto do 3º catálogo (um dos melhores de sempre enquanto suporte de publicidade) vinha com o seu esquife aéreo personalizado e com armas que completavam o seu aspecto "Jolly Roger". Enquanto figura, apresentava um toque especial e único durante anos na linha: O rabo de cavalo em "cabelo verdadeiro".
Hoje em dia aprecio muito esta figura de todos os ângulos assim como o seu veículo. Na altura não achei que esta figura fosse um grande investimento, e como tal não a comprei. Um grande amigo de escola tinha-o e como brincávamos juntos muitas vezes, podia observar o personagem sempre que quisesse. A própria Hasbro / Marvel / Sunbow não lhe deu muito "tempo de antena" e isso pode ter contribuído para a fraca posição que ocupava enquanto Dreadnok aos olhos dos coleccionadores e aficionados.
Zanzibar (arquipélago) foi território colonizado por árabes na África oriental. Curiosamente, o primeiro europeu a pisar aquelas ilhas foi Vasco da Gama. O resto é história para quem a quiser descobrir acerca da terra natal de Freddie Mercury, mas achei piada ao pesquisar um pouco mais sobre a terra que deu o nome a este personagem.
Original da 6ª série nos EUA em 1987, chegou a Portugal em 1989. Produto do 3º catálogo (um dos melhores de sempre enquanto suporte de publicidade) vinha com o seu esquife aéreo personalizado e com armas que completavam o seu aspecto "Jolly Roger". Enquanto figura, apresentava um toque especial e único durante anos na linha: O rabo de cavalo em "cabelo verdadeiro".
Hoje em dia aprecio muito esta figura de todos os ângulos assim como o seu veículo. Na altura não achei que esta figura fosse um grande investimento, e como tal não a comprei. Um grande amigo de escola tinha-o e como brincávamos juntos muitas vezes, podia observar o personagem sempre que quisesse. A própria Hasbro / Marvel / Sunbow não lhe deu muito "tempo de antena" e isso pode ter contribuído para a fraca posição que ocupava enquanto Dreadnok aos olhos dos coleccionadores e aficionados.
quinta-feira, 7 de outubro de 2010
Isto eu comando!
O 2º grande líder Cobra a chegar a Portugal foi o Imperador Cobra - Serpentor. Uma das figuras do 2º catálogo (1988) que na realidade, era uma figura da série de 1986 nos EUA.
Numa 1ª instância, Serpentor foi uma criação genética dos Cobra, que para o efeito saltearam os túmulos dos maiores líderes da história de modo a obterem o seu ADN.O resultado: Um brilhante estratega com um ego gigantesco. A sua frase de marca: This I command!
Em 1987 com o lançamento do filme de animação G.I.Joe: The Movie, viria a ser revelado que ao líder da pesquisa teria sido implantado um "motivador psíquico" de modo a ter essa brilhante ideia. Serpentor era portanto e na realidade, uma criação do governante de Cobra-La: Golobulus, figura que nunca viria a ser distribuída em Portugal.
Esta figura é soberba (à luz parâmetros dos anos 80/90). O seu manto cor de safira era extremamente frágil e assemelhava-se a uma malha de aço. O 1º Serpentor que tive foi comprado em 2ª mão e não trazia este manto. Vinha com os polegares partidos que era uma "lesão" muito comum. Aliás a mais comum (a par da virilha) nas figuras G.I.Joe. Os dentes da cobra do seu capacete são também motivo de preocupação para quem tem uma figura destas.
Numa 1ª instância, Serpentor foi uma criação genética dos Cobra, que para o efeito saltearam os túmulos dos maiores líderes da história de modo a obterem o seu ADN.O resultado: Um brilhante estratega com um ego gigantesco. A sua frase de marca: This I command!
Em 1987 com o lançamento do filme de animação G.I.Joe: The Movie, viria a ser revelado que ao líder da pesquisa teria sido implantado um "motivador psíquico" de modo a ter essa brilhante ideia. Serpentor era portanto e na realidade, uma criação do governante de Cobra-La: Golobulus, figura que nunca viria a ser distribuída em Portugal.
Esta figura é soberba (à luz parâmetros dos anos 80/90). O seu manto cor de safira era extremamente frágil e assemelhava-se a uma malha de aço. O 1º Serpentor que tive foi comprado em 2ª mão e não trazia este manto. Vinha com os polegares partidos que era uma "lesão" muito comum. Aliás a mais comum (a par da virilha) nas figuras G.I.Joe. Os dentes da cobra do seu capacete são também motivo de preocupação para quem tem uma figura destas.
segunda-feira, 4 de outubro de 2010
O tanque dos tanques
Se há veículo que de facto mexeu comigo durante os anos que precederam o coleccionismo e ainda mexe nos dias que correm, é um tanque. Não um tanque qualquer, o Mauler - o "malhador".
Apaixonado desde o momento que o vi em catálogo, nunca tive o privilégio de o encontrar à venda. Nunca até aos dias de coleccionador tive o gosto de o chamar "meu". Por isso, com alguma naturalidade, foi uma das prioridades quando a oportunidade surgiu.
Até meio do novo milénio, o Mauler M.B.T. Tank era um dos mais valiosos itens da colecção. O cabo lateral era especialmente difícil de encontrar intacto (e mesmo em mau estado) e o condutor "Heavy Metal" trazia aquele que é considerado um dos acessórios mais fáceis... de perder. O comunicador.
Com o lançamento das novas séries de G.I.Joe e constantes reedições de figuras e veículos, o "Manned Battle Tank" tornou-se mais acessível e manifestamente mais barato nos habituais pontos de compra. Mesmo assim, não lhe retira o brilho. Quando foi lançado em Portugal na primeira série (1987), procurei-o por toda a parte, em todas as lojas, em todos os quiosques. Só o vi ao vivo anos mais tarde na casa de um colega de escola. Este tanque é motorizado e tem duas velocidades frontais e a única forma de "brincar" livremente com ele seria retirar as lagartas. Era essa a prática na casa desse meu amigo. E ainda me lembro de ele levar os seus G.I.Joe (na altura ainda Action Force) para o quintal... dentro da caixa do M.B.T. - Crime!
A minha "fome" pelo Mauler levou-me a conseguir as 3 versões existentes : Europeia (Action Force), Norte-Americana (a original) e a Canadiana (Cnd Army). Todos eles funcionais. É uma peça brilhante, do melhor que alguma vez se viu na indústria das figuras 3 3/4" e continua a ser um marco que distingue uma colecção.
Apaixonado desde o momento que o vi em catálogo, nunca tive o privilégio de o encontrar à venda. Nunca até aos dias de coleccionador tive o gosto de o chamar "meu". Por isso, com alguma naturalidade, foi uma das prioridades quando a oportunidade surgiu.
Até meio do novo milénio, o Mauler M.B.T. Tank era um dos mais valiosos itens da colecção. O cabo lateral era especialmente difícil de encontrar intacto (e mesmo em mau estado) e o condutor "Heavy Metal" trazia aquele que é considerado um dos acessórios mais fáceis... de perder. O comunicador.
Com o lançamento das novas séries de G.I.Joe e constantes reedições de figuras e veículos, o "Manned Battle Tank" tornou-se mais acessível e manifestamente mais barato nos habituais pontos de compra. Mesmo assim, não lhe retira o brilho. Quando foi lançado em Portugal na primeira série (1987), procurei-o por toda a parte, em todas as lojas, em todos os quiosques. Só o vi ao vivo anos mais tarde na casa de um colega de escola. Este tanque é motorizado e tem duas velocidades frontais e a única forma de "brincar" livremente com ele seria retirar as lagartas. Era essa a prática na casa desse meu amigo. E ainda me lembro de ele levar os seus G.I.Joe (na altura ainda Action Force) para o quintal... dentro da caixa do M.B.T. - Crime!
A minha "fome" pelo Mauler levou-me a conseguir as 3 versões existentes : Europeia (Action Force), Norte-Americana (a original) e a Canadiana (Cnd Army). Todos eles funcionais. É uma peça brilhante, do melhor que alguma vez se viu na indústria das figuras 3 3/4" e continua a ser um marco que distingue uma colecção.
sexta-feira, 1 de outubro de 2010
O exército privado de Destro
Definidos como um exército privado composto por mercenários, guarda pessoal e do seu castelo, os Iron Grenadiers são mais uma facção que ao serviço de Destro, enfrenta os G.I.Joe. São-lhe leais, especialmente por serem extremamente bem pagos. Todos eles ganham uma quota parte das vendas de armas do negociante escocês.
Criados em 1988 (chegariam a Portugal em 1990) são parte de uma nova era na história da marca. Por esta altura, Destro perseguia (ainda mais) sozinho os objectos de desejo da sua carreira diabólica como futuro regente do mundo livre. Em poucas palavras, havia saído dos Cobra.
O seu exército era composto por infantaria, condutores/pilotos, tropas trans-atmosféricas, mergulhadores de elite e oficiais sem escrúpulos e muita ganância. Repleto de profissionais altamente motivados pela possibilidade de lucro, era um exército bem mais capaz que o dos Cobra, embora em menor número.
De todos os elementos que compunham o numeroso exército, os meus preferidos eram os "Aniquiladores". Guarda pessoal de Destro, era a sua tropa de elite. Vinham equipados com uma mochila-helicóptero e o seu esquema de cor, embora berrante, combinava na perfeição. Originais de 1989, chegariam a Portugal em 1991. Mais uma razão para lhe chamar série de ouro.
Criados em 1988 (chegariam a Portugal em 1990) são parte de uma nova era na história da marca. Por esta altura, Destro perseguia (ainda mais) sozinho os objectos de desejo da sua carreira diabólica como futuro regente do mundo livre. Em poucas palavras, havia saído dos Cobra.
O seu exército era composto por infantaria, condutores/pilotos, tropas trans-atmosféricas, mergulhadores de elite e oficiais sem escrúpulos e muita ganância. Repleto de profissionais altamente motivados pela possibilidade de lucro, era um exército bem mais capaz que o dos Cobra, embora em menor número.
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| 1989 Annihilators |
quarta-feira, 29 de setembro de 2010
A última série de ouro
Em 1991 chegava a Portugal a 8ª série norte-americana, de 1989. Uma das melhores de sempre! A opinião é unânime, os coleccionadores estão todos de acordo... foi a última série de ouro.
Contando com figuras como a que aqui vemos, e tantas outras como Alley Viper, Annihilator ou HEAT Viper do lado dos Cobra e Backblast, excelentes novas versões de Rock N Roll e Stalker da parte dos Joes, 1991 foi um ano muito bom para os portugueses que adoravam esta linha de brinquedos.
Mas de todos os novos vilões, tenho de obrigatoriamente destacar o Night-Viper. O esculpimento, a escolha de cor, o background enquanto operacionais altamente treinados para operações exclusivamente nocturnas (nunca vêem a luz do dia). Todo esse "misticismo" e elitismo da figura a tornam um dos "víboras" favoritos da maior parte dos coleccionadores. Eu incluído!
O meu 1º contacto com um Night-Viper foi através do meu "adversário" de compras. Viríamos a tornar-nos os melhores amigos, mas naquela altura já sabíamos que quando havia saído uma série nova e íamos à loja onde éramos melhores clientes, se não houvesse esta ou aquela figura, o outro tinha lá ido primeiro! Pois dessa vez, ele levou a melhor! Conseguiu o Night e o Alley Viper. E eu levei meses a encontrá-los...
Contando com figuras como a que aqui vemos, e tantas outras como Alley Viper, Annihilator ou HEAT Viper do lado dos Cobra e Backblast, excelentes novas versões de Rock N Roll e Stalker da parte dos Joes, 1991 foi um ano muito bom para os portugueses que adoravam esta linha de brinquedos.
Mas de todos os novos vilões, tenho de obrigatoriamente destacar o Night-Viper. O esculpimento, a escolha de cor, o background enquanto operacionais altamente treinados para operações exclusivamente nocturnas (nunca vêem a luz do dia). Todo esse "misticismo" e elitismo da figura a tornam um dos "víboras" favoritos da maior parte dos coleccionadores. Eu incluído!
O meu 1º contacto com um Night-Viper foi através do meu "adversário" de compras. Viríamos a tornar-nos os melhores amigos, mas naquela altura já sabíamos que quando havia saído uma série nova e íamos à loja onde éramos melhores clientes, se não houvesse esta ou aquela figura, o outro tinha lá ido primeiro! Pois dessa vez, ele levou a melhor! Conseguiu o Night e o Alley Viper. E eu levei meses a encontrá-los...
segunda-feira, 27 de setembro de 2010
Variantes europeias
1990 foi também para Portugal o ano de descoberta das variantes europeias. No caso das figuras, a Tiger Force trazia figuras que diferiam do disponível nos EUA. Nos veículos, o R.P.V. (veículo pilotado remotamente) vinha com cores diferentes.
O R.P.V. era um veículo que continha um "autómato" que servia de batedor em zonas perigosas sendo controlado pelo operador da rampa.
Esta série teve veículos e figuras de altíssima qualidade, mas aos olhos de alguns coleccionadores, conceitos como este R.P.V. começavam a ser demonstrativo de alguma falta de imaginação que em última análise, contribuíam para o enfraquecimento da marca. Pessoalmente, penso que não. Este veículo era em muito semelhante a conceitos já usados e com algum sucesso. Mas também é certo que na altura o comprei por ser G.I.Joe... e pouco mais de acção viu do que estar parado nas bases que construía.
O R.P.V. era um veículo que continha um "autómato" que servia de batedor em zonas perigosas sendo controlado pelo operador da rampa.
Esta série teve veículos e figuras de altíssima qualidade, mas aos olhos de alguns coleccionadores, conceitos como este R.P.V. começavam a ser demonstrativo de alguma falta de imaginação que em última análise, contribuíam para o enfraquecimento da marca. Pessoalmente, penso que não. Este veículo era em muito semelhante a conceitos já usados e com algum sucesso. Mas também é certo que na altura o comprei por ser G.I.Joe... e pouco mais de acção viu do que estar parado nas bases que construía.
domingo, 26 de setembro de 2010
Ofertas por correio
O Super Trooper esteve disponível em Portugal em 1989. Neste caso, apenas um ano depois de ser lançado nos EUA, o que era lógico, sendo que não pertencendo directamente a nenhuma série, a sua "campanha" de oferta era mais simples e como tal, menos demorada a finalizar.
Esta foi a 1ª e única figura a ser obtida por pontos em Portugal. Os pontos de acção (Action Points) era uma espécie de prova de compra que acompanhavam cada figura, veículo ou acessório que fosse vendido. No conjunto de países a que geralmente pertencíamos no âmbito de encomendas de G.I.Joe pela Hasbro na Europa (Reino Unido, Espanha, Itália), várias figuras e veículos tinham já sido disponibilizados desde o lançamento da marca e inclusivamente, para tortura, os folhetos de promoção dessas ofertas também vinham com os veículos vendidos em Portugal, mas a pequena nota ao fundo do folheto (exclusivo para residentes no Reino Unido) deixava claro que os nossos pontos ainda não estavam prontos para serem aceites.
1989 foi portanto uma loucura. Com o envio de pontos e um vale para portes e despesas de correio, a Hasbro Portugal enviava-nos um Super Soldado. Todo cheio de cromados, armas e partes do corpo reutilizadas de outras figuras, confesso que julgava ser uma invenção dos nossos compatriotas. Só quando mais tarde nesse ano falei com um colega de escola que acompanhava a TV norte-americana via satélite, me convenci que afinal, era legítimo. E tinha 3. Cheguei até a trocar um deles por um dos Renegados do Sgt. Slaughter, o Taurus. Péssima escolha hoje em dia, mas naquele tempo, o Taurus, só mesmo em catálogos dos EUA que pelas mãos de filhos de emigrantes lá passavam pela escola.
Esta foi a 1ª e única figura a ser obtida por pontos em Portugal. Os pontos de acção (Action Points) era uma espécie de prova de compra que acompanhavam cada figura, veículo ou acessório que fosse vendido. No conjunto de países a que geralmente pertencíamos no âmbito de encomendas de G.I.Joe pela Hasbro na Europa (Reino Unido, Espanha, Itália), várias figuras e veículos tinham já sido disponibilizados desde o lançamento da marca e inclusivamente, para tortura, os folhetos de promoção dessas ofertas também vinham com os veículos vendidos em Portugal, mas a pequena nota ao fundo do folheto (exclusivo para residentes no Reino Unido) deixava claro que os nossos pontos ainda não estavam prontos para serem aceites.
1989 foi portanto uma loucura. Com o envio de pontos e um vale para portes e despesas de correio, a Hasbro Portugal enviava-nos um Super Soldado. Todo cheio de cromados, armas e partes do corpo reutilizadas de outras figuras, confesso que julgava ser uma invenção dos nossos compatriotas. Só quando mais tarde nesse ano falei com um colega de escola que acompanhava a TV norte-americana via satélite, me convenci que afinal, era legítimo. E tinha 3. Cheguei até a trocar um deles por um dos Renegados do Sgt. Slaughter, o Taurus. Péssima escolha hoje em dia, mas naquele tempo, o Taurus, só mesmo em catálogos dos EUA que pelas mãos de filhos de emigrantes lá passavam pela escola.
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