Especialista em Intervenção, Intervenção Estratégica ou Negociador. Intervenção na Crise é a 1ª especialidade deste Sargento do Exército que na série de animação da DIC agia como 2º no comando atrás do Capitão Grid-Iron.
Antigo instrutor de combate corpo-a-corpo de vários ramos militares e civis em Quantico, é também um excelente atirador.
Original de 1990(EUA), chegaria a Portugal em 1992 e continuaria a ser comercializado em 1993 com a colecção desse ano. Esta figura, como as restantes da série, era por cá comercializada em 2 versões de cartão. A espanhola (MB España) e a que vinha do Reino Unido (Hasbro UK). A espanhola além da comum alteração do nome de código, dava também um novo nome de arquivo a Bullhorn, como diferentes especialidades militares.
Cada nova série "repescava" algumas figuras da série anterior. E no caso das figuras "repescadas" lançadas em 1993, contavam também com um lança-mísseis accionado por mola a juntar aos acessórios normais. Por vezes, substituindo alguns deles. No caso de Bullhorn (felizmente) não foi o caso.
Quanto à figura em si, é possível encontrar ligeiras diferenças na pintura entre as versões assinaladas. No entanto não são consideradas variantes.
Assim, os acessórios comuns a todas as versões eram: Megafone (que dava nome à figura), máscara de gás, mala/mochila com uma carabina de precisão e a fantástica Steyr AUG-A1.
Um miminho dos designers da linha, que dava uns ares à famosa M21 SWS, a arma que geralmente "ensina" os fuzileiros navais americanos.
BIO:
Nome de Código:
BULLHORN
ESPECIALISTA EM INTERVENÇÃO
Nome de Arquivo: Ferreira, Stephen A. SN: 780-5287-FR33
Especialidade Militar Primária: Especialista em Intervenção
Especialidade Militar Secundária: Blindagem
Local de nascimento: Providence, Rhode Island Grau: E-5 (Sargento)
Bullhorn é um indivíduo extremamente calmo, possuindo uma personalidade aberta e compassiva. Ele é exactamente o tipo de pessoa necessária para negociar com malucos e fanáticos que têm um machado para moer com a sociedade. Claro, que a mesma frescura de aço também vem a calhar quando é forçado a tomar medidas decisivas que exigem uma entrega precisa e letal do poder de fogo!
"Toda a gente está disposta a conversar com Bullhorn! E por que não haveriam de estar? Ele tem a aparência de um menino de coro e é um bom ouvinte. Este tipo tem mais aptidão do que o diplomata mais escorregadio, usando-o para convencer seus adversários de que ele realmente se PREOCUPA com os seus problemas. É quando eles descobrem a loucura de se meterem com um ex-instrutor de combate corpo-a-corpo de Quantico, que também é candidato ao título nacional de tiro prático!" C-011
quarta-feira, 18 de abril de 2012
segunda-feira, 16 de abril de 2012
Veículo da semana: Coastal Defender
Durante 2 anos olhámos com curiosidade para os ganchos de reboque dos veículos de Action Force (G.I.Joe). Sem nada na colecção para rebocar, inventávamos que fazer com eles. Em 1989 foram finalmente lançados veículos que nos permitiam usá-los. Um deles era o Coastal Defender.
Com lugar para apenas uma figura, o Coastal Defender era um pequeno veículo de suporte semelhante a uma pequena estação de radar com mísseis de intercepção.
Era um atrelado que podia ser encaixado perfeitamente em quase todos os ganchos de reboque existentes (e que viriam a ser lançados no futuro).
Imagem do catálogo de 1989 (em português) que mostrava uma figura (Sneak Peek) que não havia sido nem haveria de ser lançada no nosso país (neste esquema - original - de cores). Era uma das figuras de 1987(EUA) que a ser lançada, seria de facto neste ano (1989).
O Coastal Defender contava com um radar de frequência de repetição de pulso para aquisição de alvos, processador/identificador de alvos "Ground Clutter", computador central 4-PCC, computador ECCM (Contra Contra-Medidas Electrónicas) e 4 mísseis "Scrambler".
E claro está, o gancho universal em U para encaixe nos veículos que o rebocariam.
Um pequeno veículo que fazia um figurão!
Com lugar para apenas uma figura, o Coastal Defender era um pequeno veículo de suporte semelhante a uma pequena estação de radar com mísseis de intercepção.
Era um atrelado que podia ser encaixado perfeitamente em quase todos os ganchos de reboque existentes (e que viriam a ser lançados no futuro).
Imagem do catálogo de 1989 (em português) que mostrava uma figura (Sneak Peek) que não havia sido nem haveria de ser lançada no nosso país (neste esquema - original - de cores). Era uma das figuras de 1987(EUA) que a ser lançada, seria de facto neste ano (1989).
O Coastal Defender contava com um radar de frequência de repetição de pulso para aquisição de alvos, processador/identificador de alvos "Ground Clutter", computador central 4-PCC, computador ECCM (Contra Contra-Medidas Electrónicas) e 4 mísseis "Scrambler".
E claro está, o gancho universal em U para encaixe nos veículos que o rebocariam.
Um pequeno veículo que fazia um figurão!
sexta-feira, 13 de abril de 2012
Personagem do dia: Psyche-Out
Psyche-Out é um dos personagens mais incaracterísticos dos Joes. Seria normal ver um personagem com esta especialidade ou formação nos Cobra, mas do lado dos G.I.Joe é no mínimo invulgar. Isto porque a Guerra Psicológica é vista por muitos como irregular, não-convencional e quem sabe até cobarde. Do outro lado da moeda, sabendo que os Cobra usam todos os meios para vencer as batalhas, há que ter um especialista em todos os ramos. E já que Psyche-Out é dos melhores no que faz, mais vale tê-lo do lado dos "bons".
Original de 1987(EUA) chegaria a Portugal em 1989. Não era das figuras mais populares, mas era relativamente comum... talvez por ficar para o final das listas de desejos. Também é verdade que vivíamos na era da exaltação das novidades tecnológicas, e com tantas séries de ficção científica, o aspecto de Psyche-Out apelava aos adeptos do que era tecnologicamente futurista.
Uma particularidade desta figura estava relacionada com os acessórios. 5 acessórios que se multiplicavam em 10. A antena que vinha encaixada no receptor que usava na cabeça, saía. As antenas da mochila desencaixavam-se, assim como os clips dos emissores dos pulsos. Apenas o prato da caixa de mão se mantinha firme e nunca saía. Assim, era incrivelmente fácil perder peças desta figura.
BIO:
Nome de Código:
PSYCHE-OUT (sem tradução directa, pode definir-se como acção ou forma que por meios psicológicos se altere a condição de confiança de outro/s)
Guerra Psicológica
Nome do arquivo: Rich, Kenneth D. SN: 091-87-6274
Especialidade Militar Primária: Operações Psicológicas
Especialidade Militar Secundária: Conselheiro de Serviços Sociais
Local de Nascimento: San Francisco, Califórnia Grau: O-2 (1 º Tenente)
Psyche-Out formou-se em Psicologia em Berkeley e trabalhou em vários projectos de pesquisa envolvendo a indução de paranóia por meio de ondas de rádio de baixa frequência. Após o seu alistamento, foi enviado para o Centro de Guerra Psicológica em Fort Bragg, onde continuou o seu trabalho pioneiro no campo da modificação de comportamento induzido por ondas.
"O ponto em que se vence uma batalha é quando se convenceu o inimigo que ele perdeu. Isto pode ser conseguido através de algo tão simples como a repetição constante. Por exemplo, vê um anúncio na TV dez vezes por dia para uma determinada marca de biscoitos. Um dia, no supermercado, está sobrecarregado pelo desejo súbito por biscoitos. Confrontado por um conjunto de marcas desconhecidas, escolhe aquele que viu anunciado. Eles ganharam ... E você perdeu. "
H-1
Original de 1987(EUA) chegaria a Portugal em 1989. Não era das figuras mais populares, mas era relativamente comum... talvez por ficar para o final das listas de desejos. Também é verdade que vivíamos na era da exaltação das novidades tecnológicas, e com tantas séries de ficção científica, o aspecto de Psyche-Out apelava aos adeptos do que era tecnologicamente futurista.
Uma particularidade desta figura estava relacionada com os acessórios. 5 acessórios que se multiplicavam em 10. A antena que vinha encaixada no receptor que usava na cabeça, saía. As antenas da mochila desencaixavam-se, assim como os clips dos emissores dos pulsos. Apenas o prato da caixa de mão se mantinha firme e nunca saía. Assim, era incrivelmente fácil perder peças desta figura.
BIO:
Nome de Código:
PSYCHE-OUT (sem tradução directa, pode definir-se como acção ou forma que por meios psicológicos se altere a condição de confiança de outro/s)
Guerra Psicológica
Nome do arquivo: Rich, Kenneth D. SN: 091-87-6274
Especialidade Militar Primária: Operações Psicológicas
Especialidade Militar Secundária: Conselheiro de Serviços Sociais
Local de Nascimento: San Francisco, Califórnia Grau: O-2 (1 º Tenente)
Psyche-Out formou-se em Psicologia em Berkeley e trabalhou em vários projectos de pesquisa envolvendo a indução de paranóia por meio de ondas de rádio de baixa frequência. Após o seu alistamento, foi enviado para o Centro de Guerra Psicológica em Fort Bragg, onde continuou o seu trabalho pioneiro no campo da modificação de comportamento induzido por ondas.
"O ponto em que se vence uma batalha é quando se convenceu o inimigo que ele perdeu. Isto pode ser conseguido através de algo tão simples como a repetição constante. Por exemplo, vê um anúncio na TV dez vezes por dia para uma determinada marca de biscoitos. Um dia, no supermercado, está sobrecarregado pelo desejo súbito por biscoitos. Confrontado por um conjunto de marcas desconhecidas, escolhe aquele que viu anunciado. Eles ganharam ... E você perdeu. "
H-1
quinta-feira, 12 de abril de 2012
Personagem do dia: Lifeline
Lifeline é conhecido por nunca disparar a sua arma contra qualquer ser humano. O 2º médico a ser introduzido na linha (depois de Doc, nunca lançado em Portugal), data de 1986(EUA) e seria em 1988, parte da "nossa" 2ª série.
Completamente equipado para o serviço, Edwin Steen posa com a sua enorme .45 que para irritação dos colegas, como atrás referido, nunca usava.
Além da arma, que tinha uma versão em cinza escuro pertencente ao Battle Gear Accessory Pack (lançado em Portugal no ano seguinte), vinha com uma mochila de apoio vital e uma mala de socorro com uma máscara de ar. As letras da palavra "Rescue" na sua perna esquerda são o outro ponto de fragilidade pela suavidade da pintura e inerente tendência a desaparecer. Tenho reparado também que muitas figuras "Lifeline" são curiosamente frágeis na peça da cintura, sendo bastante comum encontrá-las com a "virilha" partida. De facto, toda a série de 1986(EUA) sofre desta curiosa "má sorte".
A máscara era um dos acessórios mais detalhados e muitas vezes usada pelos coleccionadores para outros fins, como acoplá-la a pilotos de combate. A mala tem dois encaixes, podendo ser fechada, e a máscara liga a um orifício podendo ser pendurada num apoio para o efeito. Sendo esta mala de um plástico branco puro, é extraordinariamente difícil de manter imaculada!
BIO:
Nome de Código:
Lifeline (Linha de vida)
Tropa de resgate
Nome de arquivo: Steen, Edwin C. SN: RA 128-03-2496
Especialidade Militar Primária: Médico
Local de Nascimento: Seattle, Washington Grau: E-5 (Sargento)
Lifeline foi um para-médico no Departamento de Fogo de Seattle durante cinco anos antes de descobrir que no SUB (Serviço de Urgência Básica, equivalente ao EMS - Emergency Medical Service) pessoal que foi retirado do serviço por dar ajuda quando em folga não era elegível para pensões. Na sua mente, o pessoal de resgate nunca está de folga. Ele decidiu fazer o seu estatuto permanente, ao alistar-se no exército como oficial médico.
"Unidades de elite cuidam sempre dos seus. Os Joes não são excepção. As tropas têm que saber que se algo realmente pesado desce sobre eles e eles não estão em condições de sair da confusão, alguém vai ter de ter a coragem de entrar e tirá-los de lá. Esse alguém é Lifeline ".
Completamente equipado para o serviço, Edwin Steen posa com a sua enorme .45 que para irritação dos colegas, como atrás referido, nunca usava.
Além da arma, que tinha uma versão em cinza escuro pertencente ao Battle Gear Accessory Pack (lançado em Portugal no ano seguinte), vinha com uma mochila de apoio vital e uma mala de socorro com uma máscara de ar. As letras da palavra "Rescue" na sua perna esquerda são o outro ponto de fragilidade pela suavidade da pintura e inerente tendência a desaparecer. Tenho reparado também que muitas figuras "Lifeline" são curiosamente frágeis na peça da cintura, sendo bastante comum encontrá-las com a "virilha" partida. De facto, toda a série de 1986(EUA) sofre desta curiosa "má sorte".
A máscara era um dos acessórios mais detalhados e muitas vezes usada pelos coleccionadores para outros fins, como acoplá-la a pilotos de combate. A mala tem dois encaixes, podendo ser fechada, e a máscara liga a um orifício podendo ser pendurada num apoio para o efeito. Sendo esta mala de um plástico branco puro, é extraordinariamente difícil de manter imaculada!
BIO:
Nome de Código:
Lifeline (Linha de vida)
Tropa de resgate
Nome de arquivo: Steen, Edwin C. SN: RA 128-03-2496
Especialidade Militar Primária: Médico
Local de Nascimento: Seattle, Washington Grau: E-5 (Sargento)
Lifeline foi um para-médico no Departamento de Fogo de Seattle durante cinco anos antes de descobrir que no SUB (Serviço de Urgência Básica, equivalente ao EMS - Emergency Medical Service) pessoal que foi retirado do serviço por dar ajuda quando em folga não era elegível para pensões. Na sua mente, o pessoal de resgate nunca está de folga. Ele decidiu fazer o seu estatuto permanente, ao alistar-se no exército como oficial médico.
"Unidades de elite cuidam sempre dos seus. Os Joes não são excepção. As tropas têm que saber que se algo realmente pesado desce sobre eles e eles não estão em condições de sair da confusão, alguém vai ter de ter a coragem de entrar e tirá-los de lá. Esse alguém é Lifeline ".
quarta-feira, 11 de abril de 2012
Personagem do dia: Gung-Ho (U.S. Marine Dress Uniform)
"Gung-Ho" é uma expressão usada pelos marines (fuzileiros navais) americanos que deriva do chinês "trabalho de equipa". No corpo (de fuzileiros) significa ser entusiástico e acabou mesmo por ser, com o passar do tempo, uma expressão para classificar aqueles que agiam com uma mistura de coragem e impulso. No mundo dos Joes, Gung-Ho é uma das figuras mais conhecidas e representa com orgulho o Corpo de Fuzileiros dos EUA.
A 1ª versão a chegar a Portugal foi a de 1987(EUA) que era já a 2ª versão desta figura. A 1ª (1983), com camuflado e o emblema do corpo tatuado no peito era mais representativa do esprit de corps. Assim, acabámos por receber (e conhecer) Gung-Ho numa versão em uniforme de gala no ano de 1989.
Sendo sargento, Gung-Ho vinha com a espada de suboficial e com uma folha de autocolantes para serem aplicados nos braços e peito. Medalhas e divisas. Embora fosse comum haver uma alteração de local de nascimento nas versões Action Force, sendo Gung-Ho um Fuzileiro Americano, a sua ficha manteve-se naturalmente original.
Na folha ou aplicados, desde que os autocolantes estejam presentes, a figura é considerada completa.
BIO:
Nome de Código:
Gung-ho
Uniforme de Gala de Fuzileiro Naval dos EUA
Nome do arquivo: La Fitte, Etienne R. SN: MC 564-88-3900
Especialidade Militar Primária: Instrutor de Reconhecimento
Especialidade Militar Secundária: Instrutor de Treino de Guerra na Selva
Local de nascimento: Fer-de Lance, Louisiana Grau: E-7 (Sargento)
Gung-Ho nasceu e cresceu num pântano, foi para o campo de treino num pântano e passou a maior parte da sua carreira Corpo de Fuzileiros Navais esgueirando-se em pântanos de outros países com um lançador de granadas nas suas mãos. Ele pode rastejar pela mais desagradável lama-preta, água fedorenta, borbulhando lodo por uma semana com metade do corpo coberto de sanguessugas e a outra metade crua com picadas de insetos e ainda fazer uma formação de inspeção às 0700 com latão polido, sapatos engraxados a cuspo , vincos como lâminas e um ar de mau nos seu olhos. Isso é um fuzileiro naval!
A 1ª versão a chegar a Portugal foi a de 1987(EUA) que era já a 2ª versão desta figura. A 1ª (1983), com camuflado e o emblema do corpo tatuado no peito era mais representativa do esprit de corps. Assim, acabámos por receber (e conhecer) Gung-Ho numa versão em uniforme de gala no ano de 1989.
Sendo sargento, Gung-Ho vinha com a espada de suboficial e com uma folha de autocolantes para serem aplicados nos braços e peito. Medalhas e divisas. Embora fosse comum haver uma alteração de local de nascimento nas versões Action Force, sendo Gung-Ho um Fuzileiro Americano, a sua ficha manteve-se naturalmente original.
Na folha ou aplicados, desde que os autocolantes estejam presentes, a figura é considerada completa.
BIO:
Nome de Código:
Gung-ho
Uniforme de Gala de Fuzileiro Naval dos EUA
Nome do arquivo: La Fitte, Etienne R. SN: MC 564-88-3900
Especialidade Militar Primária: Instrutor de Reconhecimento
Especialidade Militar Secundária: Instrutor de Treino de Guerra na Selva
Local de nascimento: Fer-de Lance, Louisiana Grau: E-7 (Sargento)
Gung-Ho nasceu e cresceu num pântano, foi para o campo de treino num pântano e passou a maior parte da sua carreira Corpo de Fuzileiros Navais esgueirando-se em pântanos de outros países com um lançador de granadas nas suas mãos. Ele pode rastejar pela mais desagradável lama-preta, água fedorenta, borbulhando lodo por uma semana com metade do corpo coberto de sanguessugas e a outra metade crua com picadas de insetos e ainda fazer uma formação de inspeção às 0700 com latão polido, sapatos engraxados a cuspo , vincos como lâminas e um ar de mau nos seu olhos. Isso é um fuzileiro naval!
sábado, 7 de abril de 2012
Personagem do dia: Outback
No auge da popularidade dos (então) Action Force, o catálogo de 1989 trazia uma das figuras que se tornou mais procurada nas lojas: Outback. Ou como era conhecido por muitos, o "Survival". Esta alcunha estava relacionada com a mesma palavra que se encontrava na sua t-shirt.
Perito em sobrevivência, este sargento das forças especiais do exército americano (Army Rangers) assemelhava-se nas feições a Chuck Norris, um dos maiores e mais prestigiados actores em filmes de acção e "guerra". Estávamos no final dos anos 80 e a popularidade de Norris estava ao rubro.
Embora não exista qualquer relação oficial com o actor, e pese embora a Hasbro tivesse como modus operandi moldar as caras das figuras de acordo com muitos dos seus trabalhadores, a companhia tinha uma forma peculiar de aproveitamento das modas. E muitos coleccionadores acreditam que esta figura, era de facto em "homenagem" a Chuck.
Original de 1987(EUA), Outback trazia acessórios que o colocavam entre os mais "militarizados" operacionais. O "autêntico herói americano" ao estilo do Rambo, vinha com lanterna de combate (que se encaixava na perna esquerda - e se podia perder com enorme facilidade), cinta com bolsas, mochila e espingarda automática. O torso desta figura seria reutilizado para formar a figura "Super Trooper".
Fazendo parte do catálogo de 1989(Portugal), Outback era mostrado como líder de esquadrão, o que ainda o tornava mais requisitado enquanto brinquedo. De notar que tanto os desenhos animados como bandas desenhadas tinham um papel importantíssimo no tempo de vida das linhas de figuras de acção. E a Hasbro (especialmente nos Estados Unidos) era perita na longevidade das séries quando o potencial era favorável. E no caso de G.I.Joe, era vasto.
BIO:
Nome de Código:
Outback
Perito em Sobrevivência
Especialidade Militar Primária: Infantaria
Especialidade Militar Secundária: Instrutor de treino de sobrevivência
Local de nascimento: Big Piney, Wyoming Grau: E-5
Outback era um instrutor, tanto na Escola de Sobrevivência na Selva como no Centro de Treino de Guerra. Tem ampla experiência na América Central e pode ou não pode ter participado em operações clandestinas no Médio Oriente. A maioria das pessoas são intimidadas pelo território selvagem:/ 1: a completa ausência da mão do homem. Outback não. Ele acredita em fazer parte do seu ambiente, não vê-lo como seu adversário!
Trechos do Exército do Livro de Mão dos Rangers dos EUA (edição de 1969)
S - Avalie a situação
U - Precipitação deixa resíduos
R - Lembre-se onde está
V - Vença o medo e pânico
I - Melhore a sua situação
V - Valorize a vida
A - Aja como os nativos
L - Aprenda habilidades básicas
Perito em sobrevivência, este sargento das forças especiais do exército americano (Army Rangers) assemelhava-se nas feições a Chuck Norris, um dos maiores e mais prestigiados actores em filmes de acção e "guerra". Estávamos no final dos anos 80 e a popularidade de Norris estava ao rubro.
Embora não exista qualquer relação oficial com o actor, e pese embora a Hasbro tivesse como modus operandi moldar as caras das figuras de acordo com muitos dos seus trabalhadores, a companhia tinha uma forma peculiar de aproveitamento das modas. E muitos coleccionadores acreditam que esta figura, era de facto em "homenagem" a Chuck.
Original de 1987(EUA), Outback trazia acessórios que o colocavam entre os mais "militarizados" operacionais. O "autêntico herói americano" ao estilo do Rambo, vinha com lanterna de combate (que se encaixava na perna esquerda - e se podia perder com enorme facilidade), cinta com bolsas, mochila e espingarda automática. O torso desta figura seria reutilizado para formar a figura "Super Trooper".
Fazendo parte do catálogo de 1989(Portugal), Outback era mostrado como líder de esquadrão, o que ainda o tornava mais requisitado enquanto brinquedo. De notar que tanto os desenhos animados como bandas desenhadas tinham um papel importantíssimo no tempo de vida das linhas de figuras de acção. E a Hasbro (especialmente nos Estados Unidos) era perita na longevidade das séries quando o potencial era favorável. E no caso de G.I.Joe, era vasto.
BIO:
Nome de Código:
Outback
Perito em Sobrevivência
Especialidade Militar Primária: Infantaria
Especialidade Militar Secundária: Instrutor de treino de sobrevivência
Local de nascimento: Big Piney, Wyoming Grau: E-5
Outback era um instrutor, tanto na Escola de Sobrevivência na Selva como no Centro de Treino de Guerra. Tem ampla experiência na América Central e pode ou não pode ter participado em operações clandestinas no Médio Oriente. A maioria das pessoas são intimidadas pelo território selvagem:/ 1: a completa ausência da mão do homem. Outback não. Ele acredita em fazer parte do seu ambiente, não vê-lo como seu adversário!
Trechos do Exército do Livro de Mão dos Rangers dos EUA (edição de 1969)
S - Avalie a situação
U - Precipitação deixa resíduos
R - Lembre-se onde está
V - Vença o medo e pânico
I - Melhore a sua situação
V - Valorize a vida
A - Aja como os nativos
L - Aprenda habilidades básicas
quarta-feira, 4 de abril de 2012
Veículo da semana: Assault Helicopter Dragonfly XH-1
O Dragonfly pertencia à 2ª série original (EUA) e à 1ª série de veículos a constituir fonte de comércio em Portugal. Na realidade, de 1983 só 3 veículos chegariam a terras Lusas. Além deste XH-1, chegaram Skystriker e Polar Battle Bear. O Dragonfly (versão Action Force) foi o meu 2º veículo. Custou perto de 4.000 escudos (qualquer coisa como 20€ actualmente se não tivermos a inflação em linha de conta). Baseado no Bell AH-1 Cobra, este helicóptero foi durante as primeiras séries de animação (que não passavam na RTP em Portugal), uma das principais imagens de marca do poderio aéreo dos G.I.Joe.
Incrivelmente detalhado e com uma cor absolutamente perfeita, este helicóptero de ataque era o terror das forças Cobra. Esguio como o verdadeiro "HueyCobra", esta versão X era equipada com 2 motores. Fazia as delícias dos amantes do material bélico ao serviço dos mais pequenos... assim como dos graúdos.
O cockpit tinha lugar para duas figuras (piloto e artilheiro) e podia transportar mais 2 figuras nos patins de aterragem. Vinha também equipado com um gancho que permitia o transporte de carga ou veículos.
Armado "até aos dentes", transportava 4 mísseis Sidewinder e 2 variantes H.E. para ataque ao solo. Um canhão de 160mm guiado por laser, um mini-canhão X-551 de 60mm, uma lança-granadas M34 e claro, um gatling de 25mm Vulcan.
A versão original (de 1983 que aqui apresento), pertencente à 2ª série (EUA) vinha com uma torre frontal multi-direccional. Além de rotar no plano horizontal, este sistema permitia movimentar as armas verticalmente.
A 2ª versão (ainda lançada nos EUA em finais de 1983) seria aquela que chegaria a Portugal em 1987 com as cores Action Force. Podemos assim observar em cima as duas versões. À esquerda, a 2ª versão (mais comum) e à direita, a versão original. A da esquerda, como referido, seria aquela que chegaria com a 1ª série lançada em Portugal.
Como se pode perceber, o posicionamento do canhão era mais limitado. No entanto e ao mesmo tempo, era uma forma de nunca nos termos de preocupar com o maior problema dos originais que ao fim de algum (natural) uso, perdia a capacidade de se manter na horizontal uma vez que era sustentado pela fricção dos seus pernos no interior da torre.
Enquanto brinquedo, era uma peça admirável. E trazendo um botão na lateral esquerda, o motor de fricção da hélice podia ser activado sem tocar no rotor.
A beleza do sistema livre permitia que também se pudesse girar o rotor principal sem recorrer ao botão. Esta vertente, nas mãos de uma criança, era claramente vantajosa para a continuidade da integridade física do motor de fricção.
Incluído com este veículo de cavalaria aérea, vinha o seu piloto, Wild Bill. E para recortar na caixa, a sua BIO, aqui em versão Action Force (onde o local de nascimento diferia da versão americana uma vez que Action Force era uma força internacional enquanto G.I.Joe era uma força quase senão mesmo exclusivamente Norte-Americana):
Piloto de Helicóptero
Nome de Código: Wild Bill
Nome de Arquivo: Hardy, William S. Número de Série: RA056403211
Especialidade Militar Primária: Piloto de Helicóptero
Especialidade Militar Secundária: Piloto de Asa Fixa, Armeiro de Aeronaves
Local de Nascimento: Hull, Inglaterra Grau: LC-4(Oficial Miliciano)
Hardy serviu como soldado de infantaria de combate e participou em várias operações no exterior durante os anos 60 e 70. Realistou-se na Escola de Voo para Oficiais Milicianos e, desde então, permaneceu em serviço.
Formação Especializada: SECRETA. Perito Qualificado: pistola automática M1191A (preferência por revólveres de acção simples Colt .45), espingarda de ataque XM-16.
Amável e demorado a falar. Wild Bill sempre se imaginou como um cantor de folclore e country - e nunca é visto sem o seu genuíno chapéu Texano. Totalmente honesto nas relações pessoais, mas sem nunca deixar de exagerar nas suas histórias para diversão dos seus companheiros.
Missão de reconhecimento no Golfo do México...
Incrivelmente detalhado e com uma cor absolutamente perfeita, este helicóptero de ataque era o terror das forças Cobra. Esguio como o verdadeiro "HueyCobra", esta versão X era equipada com 2 motores. Fazia as delícias dos amantes do material bélico ao serviço dos mais pequenos... assim como dos graúdos.
O cockpit tinha lugar para duas figuras (piloto e artilheiro) e podia transportar mais 2 figuras nos patins de aterragem. Vinha também equipado com um gancho que permitia o transporte de carga ou veículos.
Armado "até aos dentes", transportava 4 mísseis Sidewinder e 2 variantes H.E. para ataque ao solo. Um canhão de 160mm guiado por laser, um mini-canhão X-551 de 60mm, uma lança-granadas M34 e claro, um gatling de 25mm Vulcan.
A versão original (de 1983 que aqui apresento), pertencente à 2ª série (EUA) vinha com uma torre frontal multi-direccional. Além de rotar no plano horizontal, este sistema permitia movimentar as armas verticalmente.
A 2ª versão (ainda lançada nos EUA em finais de 1983) seria aquela que chegaria a Portugal em 1987 com as cores Action Force. Podemos assim observar em cima as duas versões. À esquerda, a 2ª versão (mais comum) e à direita, a versão original. A da esquerda, como referido, seria aquela que chegaria com a 1ª série lançada em Portugal.
Como se pode perceber, o posicionamento do canhão era mais limitado. No entanto e ao mesmo tempo, era uma forma de nunca nos termos de preocupar com o maior problema dos originais que ao fim de algum (natural) uso, perdia a capacidade de se manter na horizontal uma vez que era sustentado pela fricção dos seus pernos no interior da torre.
Enquanto brinquedo, era uma peça admirável. E trazendo um botão na lateral esquerda, o motor de fricção da hélice podia ser activado sem tocar no rotor.
A beleza do sistema livre permitia que também se pudesse girar o rotor principal sem recorrer ao botão. Esta vertente, nas mãos de uma criança, era claramente vantajosa para a continuidade da integridade física do motor de fricção.
Incluído com este veículo de cavalaria aérea, vinha o seu piloto, Wild Bill. E para recortar na caixa, a sua BIO, aqui em versão Action Force (onde o local de nascimento diferia da versão americana uma vez que Action Force era uma força internacional enquanto G.I.Joe era uma força quase senão mesmo exclusivamente Norte-Americana):
Piloto de Helicóptero
Nome de Código: Wild Bill
Nome de Arquivo: Hardy, William S. Número de Série: RA056403211
Especialidade Militar Primária: Piloto de Helicóptero
Especialidade Militar Secundária: Piloto de Asa Fixa, Armeiro de Aeronaves
Local de Nascimento: Hull, Inglaterra Grau: LC-4(Oficial Miliciano)
Hardy serviu como soldado de infantaria de combate e participou em várias operações no exterior durante os anos 60 e 70. Realistou-se na Escola de Voo para Oficiais Milicianos e, desde então, permaneceu em serviço.
Formação Especializada: SECRETA. Perito Qualificado: pistola automática M1191A (preferência por revólveres de acção simples Colt .45), espingarda de ataque XM-16.
Amável e demorado a falar. Wild Bill sempre se imaginou como um cantor de folclore e country - e nunca é visto sem o seu genuíno chapéu Texano. Totalmente honesto nas relações pessoais, mas sem nunca deixar de exagerar nas suas histórias para diversão dos seus companheiros.
Missão de reconhecimento no Golfo do México...
sexta-feira, 30 de março de 2012
Personagem do dia: Fast Draw
Transportando às suas costas um sistema de mísseis portátil "FANFIR", Fast Draw era o especialista em sistemas balísticos móveis de 1987(EUA). Uma figura que fazia lembrar os Centurions da Kenner que haviam debutado no ano anterior nos Estados Unidos. Tendo essa série de animação chegado a Portugal (ao contrário das figuras), Fast Draw tornou-se em 1989 (ano de lançamento da série a que pertencia), um dos mais procurados.
Como antes referi, trazia dois mísseis "FANFIR" que ao contrário da maior parte do armamento e equipamento da linha, não era baseado num míssil existente. Na realidade o nome era baseado na mitologia nórdica. Assim, FANFIR queria dizer "Foguete de Infantaria de lançamento sem tubo de sistema dispara e esquece".
Com um fato de amianto com uma textura que se assemelhava à pele de um réptil, protegia-se dos gases provenientes do lançamento dos mísseis. Fast Draw era um pistoleiro da era moderna e com o seu poder de fogo, podia dar-se ao luxo de enfrentar carreiras de blindados Cobra.
A série de 1989 (em Portugal) contava com figuras com muitos acessórios. Fast Draw era um dos melhores exemplos. Viseira amovível (e removível), mochila que era construída com 3 peças (plataforma de mísseis e 2 lados de encaixe), 2 comandos de lançamento, 2 tubos de encaixe dos comandos à mochila e claro, os 2 mísseis. No entanto, a peça mais fácil de perder e complicada de encontrar numa figura actualmente é o tubo de ligação da viseira à mochila.
Imagem do catálogo de 1989 em Portugal. A plataforma de lançamento rodava 360º permitindo assim uma completa e perfeita esfera de tiro...
Bio:
Nome de Código:
Fast Draw
Especialista em mísseis móveis
Fast Draw (rápido a sacar) carrega o novo sistema de mísseis FANFIR * e usa o traje de proteção necessário para se proteger dos gases de escape quentes. A aquisição de alvos FANFIR e dispositivos teleguiados são auto-contidos no próprio míssil permitindo que o operador encontre abrigo imediatamente após o lançamento. São projetadas telas de alvos trancados no interior da placa frontal do capacete, bem como avisos de ameaças e avarias. O míssil é extremamente rápido e resistente a interferência ECM *.
"Fast Draw pensa em si mesmo como um pistoleiro do velho-oeste. Um esquadrão inteiro de COBRA STUNs poderia estar a rodar na paisagem em sua direcção e ele fica parado com uma fileira de mísseis em cada mão e com o olhar "vem-cá-buscar"em seus olhos. Podem chamá-lo de arrogante, mas pelo menos ele tem o poder de fogo para apoiá-lo ".
* Foguete de Infantaria não lançado por tubo Fire and Forget (dispara e esquece)
* Contra-medida Electrónica
Como antes referi, trazia dois mísseis "FANFIR" que ao contrário da maior parte do armamento e equipamento da linha, não era baseado num míssil existente. Na realidade o nome era baseado na mitologia nórdica. Assim, FANFIR queria dizer "Foguete de Infantaria de lançamento sem tubo de sistema dispara e esquece".
Com um fato de amianto com uma textura que se assemelhava à pele de um réptil, protegia-se dos gases provenientes do lançamento dos mísseis. Fast Draw era um pistoleiro da era moderna e com o seu poder de fogo, podia dar-se ao luxo de enfrentar carreiras de blindados Cobra.
A série de 1989 (em Portugal) contava com figuras com muitos acessórios. Fast Draw era um dos melhores exemplos. Viseira amovível (e removível), mochila que era construída com 3 peças (plataforma de mísseis e 2 lados de encaixe), 2 comandos de lançamento, 2 tubos de encaixe dos comandos à mochila e claro, os 2 mísseis. No entanto, a peça mais fácil de perder e complicada de encontrar numa figura actualmente é o tubo de ligação da viseira à mochila.
Imagem do catálogo de 1989 em Portugal. A plataforma de lançamento rodava 360º permitindo assim uma completa e perfeita esfera de tiro...
Bio:
Nome de Código:
Fast Draw
Especialista em mísseis móveis
Fast Draw (rápido a sacar) carrega o novo sistema de mísseis FANFIR * e usa o traje de proteção necessário para se proteger dos gases de escape quentes. A aquisição de alvos FANFIR e dispositivos teleguiados são auto-contidos no próprio míssil permitindo que o operador encontre abrigo imediatamente após o lançamento. São projetadas telas de alvos trancados no interior da placa frontal do capacete, bem como avisos de ameaças e avarias. O míssil é extremamente rápido e resistente a interferência ECM *.
"Fast Draw pensa em si mesmo como um pistoleiro do velho-oeste. Um esquadrão inteiro de COBRA STUNs poderia estar a rodar na paisagem em sua direcção e ele fica parado com uma fileira de mísseis em cada mão e com o olhar "vem-cá-buscar"em seus olhos. Podem chamá-lo de arrogante, mas pelo menos ele tem o poder de fogo para apoiá-lo ".
* Foguete de Infantaria não lançado por tubo Fire and Forget (dispara e esquece)
* Contra-medida Electrónica
sexta-feira, 23 de março de 2012
Tiger Force - Os veículos - Série 1
A Tiger Force era uma sub-série que reaproveitava moldes de veículos já vistos noutra cor ou facção. Com pintura amarela, castanha e branca, acentuavam-se com naturalidade as riscas tigradas. Quanto à sua origem e história, esta Força de Intervenção dos G.I.Joe tem como missão procurar e desactivar as bases Cobras colocadas nos locais selvagens mais remotos. A esta unidade especial, são geralmente entregues as missões secretas mais arriscadas. Para tal, usavam ou veículos descomissionados (G.I.Joe) ou capturados (Cobra).
A Tiger Force chegou a Portugal como parte do catálogo de 1990. Original de 1988(EUA), na Europa seriam lançadas algumas das figuras originais verdadeiramente raras e pelo menos uma variante de veículo. No entanto, hoje deitamos um olhar à 1ª série de veículos que como já referi, debutou em Portugal no já longínquo ano de 1990.
Tiger Paw. Como se pode observar, a cobertura de armazenamento atrás do banco tem a marca "Action Force". Decorria o ano de transição de Action Force para G.I.Joe: The Action Force. Este veículo é um dos ATV Cobra Ferret capturados pelos G.I.Joe.
Tiger Shark. Outro veículo capturado, foi em tempos um Cobra Water Moccasin.
Tiger Cat. Um novo look do sempre fenomenal Snow Cat.
Tiger Fly. Colocando de novo em acção um dos estandartes dos G.I.Joe, o helicóptero de assalto Dragonfly XH-1 que teremos em breve oportunidade de aqui rever.
No ano seguinte, seriam lançados mais 2 veículos em Portugal. Tiger Fish e Tiger Sting, que veremos noutra ocasião.
A Tiger Force chegou a Portugal como parte do catálogo de 1990. Original de 1988(EUA), na Europa seriam lançadas algumas das figuras originais verdadeiramente raras e pelo menos uma variante de veículo. No entanto, hoje deitamos um olhar à 1ª série de veículos que como já referi, debutou em Portugal no já longínquo ano de 1990.
Tiger Paw. Como se pode observar, a cobertura de armazenamento atrás do banco tem a marca "Action Force". Decorria o ano de transição de Action Force para G.I.Joe: The Action Force. Este veículo é um dos ATV Cobra Ferret capturados pelos G.I.Joe.
Tiger Shark. Outro veículo capturado, foi em tempos um Cobra Water Moccasin.
Tiger Cat. Um novo look do sempre fenomenal Snow Cat.
Tiger Fly. Colocando de novo em acção um dos estandartes dos G.I.Joe, o helicóptero de assalto Dragonfly XH-1 que teremos em breve oportunidade de aqui rever.
No ano seguinte, seriam lançados mais 2 veículos em Portugal. Tiger Fish e Tiger Sting, que veremos noutra ocasião.
quinta-feira, 15 de março de 2012
Veículo da semana: Combat Jet Skystriker [XP-14F]
Considerado por muitos o expoente máximo de excelência da linha, esta visão da Hasbro do mítico caça-bombardeiro F-14 Tomcat é uma gema em qualquer colecção.
De um realismo notável (com as devidas modificações que o classificavam como X - avião experimental) esta aeronave estava bem presente na juventude portuguesa, sendo que o filme TOP GUN havia estreado no ano anterior.
Assim, o Skystriker chegava a Portugal com a 1ª série de Action Force em 1987, embora fosse um original de 1983 (EUA). O piloto (Ace) equipado com um fato de voo para grande altitude seria certamente revisto se a Hasbro sonhasse que o Top Gun sairia em 1986 e Ace teria certamente um aspecto a la Tom Cruise (Maverick).
Como antes referido, este XP-14F era baseado na aeronave bilugar da Grumman, o famoso Tomcat. As cadeiras eram "ejectáveis" e o trem de aterragem retráctil.
Tal como o "verdadeiro" Tomcat, as asas eram de geometria variável que recolhiam quando a aeronave atingia velocidade supersónica.
Conforme explícito na imagem, podíamos abrir e fechar as asas sem lhes tocar. Ao mesmo tempo que recuavam, também o trem de aterragem recolhia.
Para auxiliar as portas dos fossos do trem no fecho, este veículo tinha duas molas (uma em cada porta) que evitavam que as ditas peças ficassem penduradas. Este pequenos detalhes de "engenharia de brinquedos" eram muito comuns nos anos 80 embora a excelência de G.I.Joe se destacasse. E nesse registo, de notar a marca G.I.Joe nos pneus. Uma coisa estranha para quem não conhecia o verdadeiro nome de "Action Force".
Carregado de mísseis, um destaque para a réplica do AIM-54 Phoenix que por esta altura só podia ser lançado desta aeronave, uma vez que o alcance do sofisticado míssil de um milhão de dólares tinha de ser apoiado por um radar que só o Tomcat dispunha, um Pulse Doppler com capacidade para seguir 6 alvos ao mesmo tempo. Na realidade, esta aeronave foi desenvolvida e pensada precisamente para uso dos Phoenix, os mísseis ar-ar com alcance de 100 milhas (sensivelmente 160km).
No nariz, o canhão E41-A1 Vulcan de 50mm (a substituir nesta versão X o de 20mm do F-14 que se localizava na parte de baixo e não em cima).
De resto, 1 canhão E-81 Aero Vulcan na barriga, 2 Site-5 Sidewinder, 2 Site-3 Sparrow e claro, 2 Site 3-Z Phoenix.
O posicionamento do trem de aterragem não é igual ao F-14. As aeronaves de G.I.Joe têm (quase) todas a designação X uma vez que se baseiam em aeronaves reais. Possivelmente para "fugir" aos direitos dos fabricantes ou pelo menos a alguns. Não obstante ser diferente, é uma peça fenomenal e a silhueta do F-14 completamente perceptível.
Incluído, vinha um páraquedas camuflado. Diferia da versão americana usando a versão que havia sido utilizada para outro acessório da mesma natureza que não seria lançado em Portugal. No original lê-se G.I.Joe entre as listras ao centro. Neste, foram deixadas em branco. A versão incluída com o original de 1983 tem uma águia desenhada e lê-se Skystriker no grafismo azul e branco.
O dispositivo era atado a uma das cadeiras ejectáveis (à escolha) e permitia ao piloto abandonar a aeronave em caso de iminente queda ou abatimento.
Para caber no cockpit, teria de ser retirada a cadeira do RIO, o oficial de radar e assim acomodar piloto+cadeira+páraquedas.
Era uma diversão atirar o páraquedas e observar o piloto a aterrar em segurança. Por esta altura os páraquedas de brinquedo eram um êxito e uma vez mais, a Hasbro fez uso do seu vasto conhecimento de mercado.
Incluído com o Combat Jet Skystriker [XP-14F], vinha o seu piloto, Ace.
Bio: Piloto de Caça
Nome de Código: Ace
Nome de arquivo: Brad Armbruster, J.
Especialidade Militar primária: Piloto de asa fixa, motores simples e múltiplos
Especialidade Militar secundário: Operações de Informação
Local de nascimento: Providence, RI
Grade: O-3 (Capitão, USAF)
Ace preferia voar do que fazer qualquer outra coisa. Durante o ensino médio, ele trabalhava depois da escola e fins de semana para pagar aulas de vôo. Passou um ano a voar em pipelines no Alasca e de dois anos em vôo acrobático para filmes. Alistou-se na USAF com a idade de 22.
Última missão anterior à entrada nos G.I.Joe: instrutor senior na Esquadra de Armamento de Caça da USAF "Os agressores" (escola de treino de pilotos de combate). Perito qualificado: F-5E, F-15, F-16, XP-14 / F.
Ace tem uma falha de caráter grave: poker feroz. A predileção para o jogo normalmente seria suficiente para desqualificar um candidato para a equipa G.I. Joe, mas no caso de Armbruster dificilmente se pode chamar jogo porque nunca perde. É por isso que o chamamos Ás (Ace)!
Em 1990, esta figura era incluída nalgumas caixas do Phantom X-19. Era exactamente igual.
A bordo do U.S.S. Flagg, o porta-aviões que nunca chegou a ser comercializado em Portugal.
Catapultado para mais uma missão!
Outra das possíveis razões do seu enorme sucesso em Portugal, foi coincidir com o lançamento do mega sucesso da SEGA, After Burner, um jogo de Arcade que pegando no sucesso de Top Gun, se tornou durante largos anos uma referência nos simuladores de combate. E a estrela do jogo: F-14 Tomcat.
De um realismo notável (com as devidas modificações que o classificavam como X - avião experimental) esta aeronave estava bem presente na juventude portuguesa, sendo que o filme TOP GUN havia estreado no ano anterior.
Assim, o Skystriker chegava a Portugal com a 1ª série de Action Force em 1987, embora fosse um original de 1983 (EUA). O piloto (Ace) equipado com um fato de voo para grande altitude seria certamente revisto se a Hasbro sonhasse que o Top Gun sairia em 1986 e Ace teria certamente um aspecto a la Tom Cruise (Maverick).
Como antes referido, este XP-14F era baseado na aeronave bilugar da Grumman, o famoso Tomcat. As cadeiras eram "ejectáveis" e o trem de aterragem retráctil.
Tal como o "verdadeiro" Tomcat, as asas eram de geometria variável que recolhiam quando a aeronave atingia velocidade supersónica.
Conforme explícito na imagem, podíamos abrir e fechar as asas sem lhes tocar. Ao mesmo tempo que recuavam, também o trem de aterragem recolhia.
Para auxiliar as portas dos fossos do trem no fecho, este veículo tinha duas molas (uma em cada porta) que evitavam que as ditas peças ficassem penduradas. Este pequenos detalhes de "engenharia de brinquedos" eram muito comuns nos anos 80 embora a excelência de G.I.Joe se destacasse. E nesse registo, de notar a marca G.I.Joe nos pneus. Uma coisa estranha para quem não conhecia o verdadeiro nome de "Action Force".
Carregado de mísseis, um destaque para a réplica do AIM-54 Phoenix que por esta altura só podia ser lançado desta aeronave, uma vez que o alcance do sofisticado míssil de um milhão de dólares tinha de ser apoiado por um radar que só o Tomcat dispunha, um Pulse Doppler com capacidade para seguir 6 alvos ao mesmo tempo. Na realidade, esta aeronave foi desenvolvida e pensada precisamente para uso dos Phoenix, os mísseis ar-ar com alcance de 100 milhas (sensivelmente 160km).
No nariz, o canhão E41-A1 Vulcan de 50mm (a substituir nesta versão X o de 20mm do F-14 que se localizava na parte de baixo e não em cima).
De resto, 1 canhão E-81 Aero Vulcan na barriga, 2 Site-5 Sidewinder, 2 Site-3 Sparrow e claro, 2 Site 3-Z Phoenix.
O posicionamento do trem de aterragem não é igual ao F-14. As aeronaves de G.I.Joe têm (quase) todas a designação X uma vez que se baseiam em aeronaves reais. Possivelmente para "fugir" aos direitos dos fabricantes ou pelo menos a alguns. Não obstante ser diferente, é uma peça fenomenal e a silhueta do F-14 completamente perceptível.
Incluído, vinha um páraquedas camuflado. Diferia da versão americana usando a versão que havia sido utilizada para outro acessório da mesma natureza que não seria lançado em Portugal. No original lê-se G.I.Joe entre as listras ao centro. Neste, foram deixadas em branco. A versão incluída com o original de 1983 tem uma águia desenhada e lê-se Skystriker no grafismo azul e branco.
O dispositivo era atado a uma das cadeiras ejectáveis (à escolha) e permitia ao piloto abandonar a aeronave em caso de iminente queda ou abatimento.
Para caber no cockpit, teria de ser retirada a cadeira do RIO, o oficial de radar e assim acomodar piloto+cadeira+páraquedas.
Era uma diversão atirar o páraquedas e observar o piloto a aterrar em segurança. Por esta altura os páraquedas de brinquedo eram um êxito e uma vez mais, a Hasbro fez uso do seu vasto conhecimento de mercado.
Incluído com o Combat Jet Skystriker [XP-14F], vinha o seu piloto, Ace.
Bio: Piloto de Caça
Nome de Código: Ace
Nome de arquivo: Brad Armbruster, J.
Especialidade Militar primária: Piloto de asa fixa, motores simples e múltiplos
Especialidade Militar secundário: Operações de Informação
Local de nascimento: Providence, RI
Grade: O-3 (Capitão, USAF)
Ace preferia voar do que fazer qualquer outra coisa. Durante o ensino médio, ele trabalhava depois da escola e fins de semana para pagar aulas de vôo. Passou um ano a voar em pipelines no Alasca e de dois anos em vôo acrobático para filmes. Alistou-se na USAF com a idade de 22.
Última missão anterior à entrada nos G.I.Joe: instrutor senior na Esquadra de Armamento de Caça da USAF "Os agressores" (escola de treino de pilotos de combate). Perito qualificado: F-5E, F-15, F-16, XP-14 / F.
Ace tem uma falha de caráter grave: poker feroz. A predileção para o jogo normalmente seria suficiente para desqualificar um candidato para a equipa G.I. Joe, mas no caso de Armbruster dificilmente se pode chamar jogo porque nunca perde. É por isso que o chamamos Ás (Ace)!
Em 1990, esta figura era incluída nalgumas caixas do Phantom X-19. Era exactamente igual.
A bordo do U.S.S. Flagg, o porta-aviões que nunca chegou a ser comercializado em Portugal.
Catapultado para mais uma missão!
Outra das possíveis razões do seu enorme sucesso em Portugal, foi coincidir com o lançamento do mega sucesso da SEGA, After Burner, um jogo de Arcade que pegando no sucesso de Top Gun, se tornou durante largos anos uma referência nos simuladores de combate. E a estrela do jogo: F-14 Tomcat.
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